do coração

retrospectiva 2017: melhores momentos!

Esse post deveria ter sido escrito e postado antes desse, mas vai de bônus de 2017, só porque eu estou com uma sensação bem gostosa nesse final de ano e quero levar as good vibes para ano que vem! Vi o link, My top 10 favorite moments from 2017, do Cupcakes and Cashmere (sigam! ❤), na Drops, a newsletter da Nath (leiam! ❤), e resolvi reproduzir aqui:

os meus 10 Momentos favoritos do ano:

1. Dançar num bloco de carnaval de São Paulo vestida de maiô e maravilhosidade: se vocês falassem pra mim no ano passado que eu estaria ali, belíssima de maiô colado, com a pança e as coxas pra jogo, sambando ao som do melhor bloco de carnaval da cidade pelas ruas de São Paulo, eu certamente riria na cara de vocês. Que bom foi ter encontrado essa gangue que me lembra, sempre, que a gente precisa estar feliz com a gente, e só isso importa.

2. Me apaixonar pelo pole dance e me permitir me apaixonar pelo meu corpo: na mesma linha, as mesmas mulheres, mas a minha força e meu exercício diário de auto-aceitação, amor próprio e respeito. Descobrir uma atividade física que me desafia “fisicamente”, mas também a cabeça, também meus limites, também minha imagem. Logo eu, que nunca imaginei que ia gostar tanto de me mexer!

3. Conhecer Inhotim: fiz várias viagens bacanas esse ano, mas nenhuma se compara a conhecer esse lugar incrível, que me dá saudades até hoje, todo dia. Pelas paisagens e os jardins maravilhosos, a natureza, o espaço bem cuidado, por todas as obras de arte que mexem com a gente, por uma viagem gostosa de fazer e em boa companhia, por realizar uma vontade que eu tinha há tempos.

4. Mudar e mudar e mudar e continuar mudando a casinha: não é um momento específico, é claro – mas vamos aqui fazer uma grande menção honrosa à tour da parede verde, hahaha! – mas esse ano eu estou de parabéns por essa casa tão linda e aconchegante. Eu gosto demais da sensação de poder fazer, mesmo, tudo o que eu bem entendo, e depois ter que lidar com os buracos dos pregos que eu preguei errado. Eu que fiz! Me traz muita paz namastê entrar ali e me reconhecer <3

5. Andar por São Paulo, conhecer lugares novos e redescobrir os antigos: por mais que eu brigue com essa cidade, com seus preços exorbitantes, com essa cultura horrorosa do trabalho, ouso arriscar que não conseguiria me adaptar tão bem a nenhum outro lugar. Ou ainda não. Esse ano fizemos as pazes e nos aproveitamos mais, com mais tranquilidade e mais novidades também. Amo a retomada do Centro e da Santa Cecília, sou apaixonada por estarmos virando uma grande bolha vegetariana e vegana. Quero sempre mais!

6. Aprender a costurar: se eu soubesse que ia ficar tão feliz fazendo isso, que ia ter uma facilidade tão grande escondida nas pontas dos dedos e que ia gostar tanto de presentear as pessoas com meus projetinhos tortos, teria feito o curso de costura há mais tempo. Comprado a máquina há mais tempo. Me divirto demais e estou louca pra aprender a fazer um milhão de novas coisas! 

7. Ter a plena certeza de que me tornar vegetariana foi a melhor decisão: visivelmente, na minha saúde, na minha relação com a comida, na minha curiosidade em experimentar tudo o que posso, no meu coração e na minha consciência mais leves. Não tenho nenhum arrependimento e, pelo contrário, só consigo enxergar vantagens em ter tomado essa decisão, há mais de um ano.

8. Abraçar o mundo das plantinhas de vez: se a casinha nunca esteve melhor, é também porque a selva urbana que a gente construiu está dominando todos os espaços da casa! Adoro descobrir novas espécies, procurar as necessidades de cada uma delas e ver como elas se desenvolvem em casa. Enquanto tiver espaço, vai ter prantinha!

9. Fortalecer a melhor das minhas parcerias: a que me deixa transbordar em paz, a que segura minha onda quando eu não aguento, a que me levanta quando não dá pé, a que me faz gargalhar todos os dias. Casamento é construção, sim, mas não precisa ser exaustiva ou trabalhosa, e ele me ensina todos os dias que a gente pode ser feliz, e só.

10. Dar chances para novos e antigos amigos: e abrir espaços, e desapegar do que não faz bem, por mais que doa – e dóis muito, quase dilacera. E aceitar que tudo bem não estar com todos, e tentar entender que as pessoas mudam e não necessariamente isso é ruim. E acalmar o coração pois sempre há espaço para curar e abrir novos caminhos, e não adianta endurecer, que a gente só é feliz compartilhando.

 

Feliz ano novo, queridos! Que em 2018 a gente possa ter muitos momentos favoritos ❤

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