respiro

A gente tem que celebrar.

As coisas boas da vida, as pequenas, sempre elas. Uma boa notícia. Uma neném nova – é menina! – entre as amigas. Um bonde de bebês novos vem vindo. Um ingresso comprado, assim, bem besta. Uma boa notícia. Um almoço gostoso, um almoço saudável. Uma tarde de conversa e risada – ainda que virtual. Decidir pintar o corredor inteiro de verde escuro mesmo a casa inteira sendo clara. Pintar o corredor inteiro de verde escuro mesmo a casa inteira sendo clara. Os novos quadros a serem pendurados. As novas possibilidades.

O respirar fundo no meio do caos, o respirar no meio da raiva, sentir a raiva se dissipando, deixar pra lá.

O sábado cheio, cheio, cheio, os tantos amigos pra abraçar, os tantos eventos para comparecer, é tempo de desabrochar. O cansaço bom da gente que tem que descansar. O reconhecimento pequenininho, desses que vêm cheios de emoção de verdade, que fazem a gente ver o que importa, o que toca lá dentro, o que ilumina a gente. Os comentários. Os agradecimentos.

Um sorriso, e só.

A gente tem que respirar.