favoritos

favoritos #39

[no sentido horário]
essa artista ucraniana faz esses bichinhos maravilhosos de feltro em formato de baby prantinhas e baby leguminhos. cara… | a decoração inspiradora do Fabcafe, na Índia, e esse papel de parede que dominou meu coração | a Iris Apfel, ela todinha, ela inteira | já devo ter postado aqui mais de mil vezes looks da OFFON clothing, porém estou completamente apaixonada

// Tem resenha da Instax SQ10, a nova polaróide da Fuji que é digital e analógica ao mesmo tempo e estamos sofrendo muito, lá no amado Lomogracinha;

// A Trip perguntou: como podemos mudar o que estamos fazendo hoje em nome de um futuro mais doce, mais humano, mais conciliador, e um monte de mulher incrível responder. Um soprinho de esperança pra gente.

// Eu acho essa história da gente ser responsabilizado sempre pelas nossas angústias uma bela de uma falácia neoliberal – como se não fosse um sistema escroto de trabalho responsável por a gente estar sempre física e mentalmente doente, mas nós mesmos os únicos responsáveis – mas esse artigo da The Cut traz 3 “dicas” para tentar se manter um pouco mais são e com uma distância saudável do trabalho, já que a gente ainda segue tendo boleto;

// Uma reflexão bem interessante sobre essa onda do self care que a gente tanto vê por aí, com destaque para: True self-care is not salt baths and chocolate cake, it is making the choice to build a life you don’t need to regularly escape from; no sempre ótimo Thought Catalog;

// Vale a pena ter um blog em 2018? – quantas vezes por dia você se questiona isso? Eu, umas 7. Esse vídeo das meninas do Tudo Orna, que entenderam direitinho essa parada lhouca de internetche, é bem bacana pra gente pensar umas coisas.

// Tudo é e tudo contém política, no blog da Milly Lacombe, essencial pra qualquer serumaninho que vive nesses tempos difíceis como nós;

“Negatividade é basicamente preguiça. É preciso trabalhar duro para se manter positivo, mas positividade sempre compensa.” – mama Ru Paul, rainha de tudo, via Drops, a melhor newsletter da paróquia

// E aqui tem mais Ru Paul e um panorama interessante de como ela mudou o cenário das drag queens – para melhor e para pior, também, via Them.

// Para além do absurdo que eu, particularmente, acho que é estarmos tão ligamos em um casamento real em pleno 2018 (família. real. monarquia. a gente sabe, né?), uma das únicas críticas realmente interessantes que li sobre o assunto é essa aqui, no Valkírias: Casamento real, Meghan Markle e os clichês negaos a mulheres negras;

// As redes sociais deveriam vir com um aviso, da Contente:

Se te fizer mal, saia. Se te fizer bem, fique.

// Eu ando pensando muito – e cada vez mais perto – em começar a criar conteúdo no Youtube também e tiver várias conversas inspiradoras com pessoas inspiradoras sobre isso, no sentido de: vai, se joga! No mesmo momento, assisti esse desabafo da querida Hel Mother e, bom, eita.

Eita que esse mês teve muita coisa!

18 Comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *