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favoritos #36

[no sentido horário]
Queroqueroqueroquero essa lingerie fofa e confortável, pode mandar entregar uma de cada aqui em casa! | Fiquei tão encantada com essas cores e a simplicidade desse quartinho | Não sei lidar com nada que resulta da parceria entre L’Occitane e Rifle Paper Co., mas em especial os cremin de mão Estoy alucinada com a beleza desse leque, da marca brasileira Diklô

// 50 coisas para se fazer em SP por até 50 reais, no Buzzfeed;

// Por que as mulheres se interessam pela cena drag?, matéria bem bacana da Trip que levanta pontos interessantes desse mundo que eu tanto amo, mas que também é tão opressor e reproduz padrões tão tóxicos para as mulheres;

// Depois que eu comecei a fazer um monte de palhaçada no instagram tenho me questionado muito qual é nosso papel/uso adequado da nossa imagem nas redes, e bom… Não cheguei a conclusão nenhuma hahaha. Mas esses dois textos estão me ajudando bastante a pensar nessa questão: Why MICRO-INFLUENCER Marketing is ‘The Game’ in 2018 e Vida e morte dos influenciadores;

// 5 livros para repensar o feminino, quem diria, na Elle, com indicações bem bacanas e diferentes das mais tradicionais;

// A grande novidade literária do momento não é um livro, risos, mas a coluna da nossa amada idolatrada salvesalve Elena Ferrante no The Guardian. A primeira já saiu e tem uma tradução bem boa da Gabrielle Albiero aqui;

// O preço feminino do prazer masculino, tradução desse texto tão importante, depois da polêmica que expôs o #rip Aziz Ansari;

// Uma lista dos melhores tipos de pessoa, do Thought Catalog, com destaque para: people who are unapologetically kind and do not stray from being so, even when they have every reason not to be.

// Se tem alguém que entendeu bem – e segue redescobrindo – essa coisa de internet, esse alguéns são as meninas da Contente. Esse texto aqui é tão maravilhoso e verdadeiro que nem sei por onde começar: Tempo para perceber como a internet molda nosso comportamentomas destaco:

Escrevo tudo isso porque te amo, internet. Amo as redes sociais e precisaria escrever um livro para contar tudo que você já me deu e me dá todos os dias. Em 2017, após refletir sobre algumas das questões acima, pensei melhor sobre quem eu seguia e sobre meu personagem digital, deixei de seguir muitas contas, parei de fazer alguns tipos de posts e me abri mais para outros. Compartilhei assuntos especiais para mim que antes só fazia com alguns poucos amigos. O ganho foi enorme e verdadeiramente emocionante. Ampliei minha rede de apoio e tive muitas trocas memoráveis em ambientes pouco propícios a isso. Refletir sempre enriquece a minha vida. Não necessariamente a deixa melhor sempre hahaha mas ainda acho que vale a pena. Para criar #ainternetqueagentequer a gente precisa dar um passo pra trás e conseguir ver um pouco de fora tudo isso. Ainda somos crianças empolgadas com um brinquedo, não atingimos a maturidade digital. E fazer a lista do que a gente não gosta e não quer faz parte desse processo. Não nos damos conta, mas os nossos comportamentos também moldam os produtos digitais, já que somos monitorados à exaustão. Que com o nosso uso a gente possa mostrar que nossa atenção e o nosso tempo valem muito, e que não vamos desperdiçá-la sem reflexão.

// Vamo terminar com isso, porque nem sei:

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