favoritos #35

[no sentido horário]
Não sei de onde é, mas vi aqui e acho que todo mundo tinha que ler pelo menos uma vez na vida | Já devo ter postado o trabalho da Lili Arnold, mas TEM COMO MINHA GENTE? | Tô apaixonada por esse tipo de bordado-tapeçaria, nem sei direito como chama, mas quero | Eu fico furiosa de não ter acesso a roupas que claramente foram feitas pra eu usar

// Madame, donzela, fêmea: a escritora Noemi Jaffe explica a origem de algumas palavras relacionadas à mulher e ao feminino, no maravilhoso Hysteria

// 6 Influential Women Share Their V. Different Ideas Of What ‘Success’ Means, ou seis mulheres influentes – entre elas a Roxane Gay e a Gwyneth Paltrow, compartilhando suas ideias sobre o que é sucesso. Vi na newsletter da Nath do ano passado (!) e tô pensando um monte aqui sobre isso;

// A assertividade das mulheres gostosas, da Taís Bravo, que é uma das mulheres que eu mais gosto de ler quando o assunto é: mulheres;

// Ela, a Taís Bravo, também traduziu alguns poemas da Key Ballah e compilou Uma lista de tarefas para o amor próprio para o ano. Duro e lindo;

// Via Hysteria: uma animação desenha (literalmente) o conceito de feminino de Simone de Beauvoir;

// Novos lugares para comer e beber em São Paulo em 2018, no SP 24 horas. Bora?

// How to Make Your Own Sacred Space, que coisa mais linda, da Rookie;

// Foram muitas as newsletters lindas de começo de ano, mas a da Odhara, Meu coração é um nervo exposto, bateu direitinho aqui. Essa: why can’t we give ourselves that one more chance? Ainda mais com essa descoberta aqui:

Eu sigo várias contas de astrologia. Perto da virada, uma delas falou sobre as quatro leis da espiritualidade ensinadas no hinduísmo:

1. A pessoa que cruza o seu caminho é a pessoa certa.
2. O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido.
3. O momento em que as coisas começam é o momento certo.
4. Quando algo acaba, acaba.

É lindo, não é? ❤️