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[no sentido horário]

Normalmente coisas de cozinha não me emocionam, mas olhem esses potinhos!!!1 | Eu amei essa casa, mas eu definitivamente quero ser amiga dessa pessoa | As peças feitas com resina da Gabby D, especialmente essas todas com cores unicórnias | Os papeis de parede e outras estampas da designer Teresa Chan

 

// Sempre bom lembrar, nesses tempos nefastos, dessas cinco brasileiras que fizeram do corpo um instrumento artístico e político, na matéria da Revista Cult;

// A lindeza que é esse perfil da Joni Mitchell, na New Yorker, que lembra a gente quão revolucionário é se apaixonar e permanecer inteiro;

// Ainda no mesmo tema, o questionamento da maravilhosa ComumMundo interno e autonomia afetiva: como podemos ser mais livres? Assistam ao vídeo 🙂

// Quem está no ar, quem quem quem? O documentário Primavera das Mulheres, que acompanha o crescimento do feminismo em 2016, ano em que mulheres voltaram às ruas contra a cultura do estupro e os retrocessos nos direitos conquistados.

// As reflexões da Aline Valek sempre me acolhem, e dessa vez tem um combinho sobre criatividade que ó, até aqueceu aqui dentro: sobre cuidados com a nossa energia criativa; um anti-conselho para jovens escritores; e as armas das pessoas criativas;

// Esse texto da Anna Terra que eu poderia ter escrito: minha casa, minha energia; Destaco logo o primeiro parágrafo:

Sempre que eu vou me apresentar, seja numa palestra ou até mesmo pra explicar melhor quem eu sou e o que eu faço, começo dizendo: Meu nome é Anna Terra, eu sou dona de casa e mãe de bichos. Porque antes de qualquer posto profissional, eu sou isso. E digo que amo comida, viagens e faço uma caipirinha bem boa! 🙂 E eu sempre me orgulhei de dizer que sou dona de casa. E todo mundo que vem aqui diz que minha casa é minha cara, e eu fico toda besta sorrindo e achando isso o melhor elogio que meu cantinho pode receber.

// Por que tanta gente quer “morar no mato”?, com esse nome ótimo da ótima newsletter da Carla Soares, que é sobre gastronomia e mais um monte de coisa boa da vida, que é um alento, e também um alerta:

Estou ponderando todas essas coisas porque depois desse tempo experimentando a vida aqui ficou claro pra mim que não basta se mudar pra uma cidade menor pra resolver todos os problemas. A escala das cidades resolvemos trocando cidade gigantes por menores, e isso é muito relevante, mas a questão é que só isso não é suficiente. Ainda estaremos por demais dentro do sistema. É preciso tempo e paciência pra se ajeitar e encontrar aquilo que se deseja, ou realmente romper ainda mais com algumas coisas que esperam que sejamos e façamos. Por isso é que eu e meus amigos, mesmo morando num lugar com 75 mil habitantes, continuamos falando de ir “morar no mato”. Nas cidades maiores, as opções de resistir e fazer diferente são mais estranguladas, mas isso não significa que não seja preciso pensar nessa resistência em qualquer contexto em que a gente caminhe. Seja na capital, na cidade grande, ou até mesmo no meio do mato.

// O vídeo sobre carga mental da Hel Mother, que já foi quadrinho no facebook e textão em revista gringa, mas que tá aqui mais uma vez, tão explicadinho que até dói – dói, num dói?

Quanto link bão, né não?