diarin #2 – socorr maio já é junho socorr

Gent. GENT. Tá corrido, néam? Vou ser dessas que fala O ANO TÁ VOANDO, mas migas, o ano tá voando. Não tá? Com certeza é porque eu tenho essa data muito importante marcada pra justamente a metade de 2016, claro, e eu tô fazendo tudo-tudo-tudo focada nela – o que farei quando ela passar? Não. Sei. Mas tá que tá uma loucurinha essa vida.

Sabe, eu tava aqui pensando com os meus botões – especialmente depois de um texto mega importante pra mim e que ninguém leu (SIM ESTOU MAGOADA LEITORES) – que, conforme passam os anos, o que ficam são as pessoas. E não é uma coisa assim “ah, o importante é ter amigos” ou “eu tenho os melhores amigos do mundo” (tenho alguns dos melhores, sim), mas, ao menos pra mim, o que ficam são as pessoas que a gente cruzou no caminho, saca? #isazen Tipo, eu tô aqui, casando, e falando com inúmeras pessoas avulsas: gente ~da internet que ~me acompanha há muito tempo, e deseja – e eu consigo sentir a honestidade disso – “tudo de melhor e muito amor”, ~fornecedores que são incríveis, e aparecem com coisas lindas, vibes boas, e te dão a certeza que vai ser tudo cheio de amor, a alegria visível das pessoas ao seu redor quando uma coisa legal assim vai acontecer… É lindo, sabia? Mesmo que haja alguns percalços e, always always always, as decepções, é claro, no geral, a vibe é aquela do meu primeiro ano da faculdade de jornalismo em que eu queria “ouvir histórias e conhecer pessoas”.

(Não que isso tenha dado muito certo, néam migos jornalistas, mas sigamos).

Mas tamo aí, curtindo umas vibes boas, dando risada da quantidade de approachs #noivafitness #bumbumnanuca que eu tô recebendo e miamando um tiquinho, porque é bom de vez em quando, né? Já que vocês gostaram do formato do post Diarin, segue abaixo comunicação att,

Tô assistini
Eu vi Girls e Broad City conforme o prometido, e não posso dizer de qual gosto mais, mesmo. Mas eu posso dizer que gostei muito desse texto do Girls With Style que fala que a diferença entre um e outro é o “levar-se a sério”, e acho que esse é o ponto mais importante de tudo: eu, que me identifico muito com a Lena Dunham, sou do time que diz “imagina não vamos nos levar a sério olha aqui estou até escrevendo sobre como meu emprego acabou com a minha criatividade” mas, na real, estou ali, me levando mais a sério que próprio emprego, tendo certeza que vou mudar uma geração com o meu textinho de merda. Broad City não: Broad City é sobre como é zoeira – e tudo bem! – ser xóvem. É uma delícia. Amo os dois. Sou Girls, mas queria ser Broad. E eu também vi mais uma temporada de Good Wife e, meu deus, que série maravilhosa, como eu te amo Alicia Florrick.

Vi também Black-Ish, que é uma série engraçadinha de uma família negra rica nos Estados Unidos, cheeeeeeeeia de problemas, muito machista, mas, falando aqui da minha bela cadeira branca e privilegiada, que toca nuns pontos importantes para discutir racismo – se isso é válido para quem realmente importa, não sei, não posso dizer. Sei que tem essas crianças e eu estou com sérios problemas com essas crianças.

Ah e também teve a óooooooooooootema The Night Manager que é uma mini-série britânica <3 inspirada no livro do John le Carré <3 com o Hugh Laurie (SIM O HOUSE) <3 <3 <3 e o Tom Hiddleston (agora vejo o motivo de tanto) <3 <3 <3 que é um suspense <3 de investigação <3 e espionagem <3 <3 <3 e tem a Olivia Colman <3 que é a Ellie de Broadchurch <3 <3 <3 que tem o David Tennant <3 <3 <3 <3. Gente, sério, vejam, é curtinha e maravilhosa, e o Hugh Laurie é um ator impressionante.

Tô leni
Por increça que parível, eu realmente li o livro novo da Patti Smith, o Linha M, e conforme havia previsto uma síncope, síncope eu tive. É, sim, maravilhoso, como tudo o que essa mulher faz ou toca. É impressionante e inspirador. Achei melhor que o Só Garotos? Não achei. Mas fala sobre envelhecimento, sobre saudade, sobre perder coisas e sobre se encontrar em lugares, então, né geint, tô chorani só de lembrar. E eu também estou lendo Grande Magia, da Liz Gilbert, que é um quentinho no coração para pessoas criativas que acham que nunca serão boas o suficiente. Quando terminar, conto pra vocês!

Tô fazeni
Nem vou repetir aqui que tô fazendo os rolês do casamento porque já já vocês realmente param de ler tudo o que eu posto né (SIM EU ESTOU MAGOADA GENT). Mas tô. A boa notícia é que tá acabani! E que eu tô cada vez mais empolgada com trabalhos manuais e coisas artesanais e crochês e tricôs e vender minhas miçanga na Paulista. Wait and see.

Os tombo que eu tô levani
Passou inferno astral – não fiquei rica nem magra Susaninha, aiii Susaninha – e passou mais um mês depois do inferno astral, e eu ainda tô com graves problemas de comunicação. Quem me conhece sabe o quanto-isso-me-deixa-desnorteada, porque eu sou uma pessoa das comunicassaum, e não falo necessariamente só de trabalho. Mas tudo bem, há de passar, eu hei de conseguir voltar a falar com as gente tudo. Dizem que tem aí uns oito de dez/onze/doze/quantossão? planetas retrógrados e eu tô procurando nem saber quais são, ignorance is bliss, né. Inclusive vi esse livro aqui ontem e quase saí agarrada com ele da livraria – porque o outro tombo que tamo levani esse mês é a pobreza, essa que não desgruda da gente…

Os pulo que eu tô dani
Eu eu meu tênis novo estamos nos dando muito bem, obrigada. E eu tô muito orgulhosa em dizer que sim, eu voltei pra ioga E também estou fazendo aulas de pilates e estou a-man-do (a parte da pobreza tá aqui, amarradinha aqui, mas nem ligo). Que legal que é fazer uma atividade que te faz bem, né? Tô feliz também que estou bem disciplinadinha, indo todo dia, cedão, sem faltar – no pilates, a ioga eu sou meio várzea, mas estou tentando entender que preciso respeitar quando meu corpo não tá muito a fim. As coxa malhada já vieram? Não vieram. Queria? Queria muito, mais que #bumbumnanuca. Mas estamos trabalhando pra isso e pros braços da Michelle Obama. Se alguém tiver alguma dica, estamos aceitando.

Eu também ando comprando umas coisas bonita, ó:diarin02E vocês, que cês tão fazeni?