diarin #11 – segue o baile

Ainda bem que inventam memes novos pra gente poder usar no título do blog, não é mesmo?

Por aqui, já entramos naquela loucura de “o ano acabou” em que você quer fazer tudo o que não fez no ano inteiro em um final de semana, as pessoas que não se importaram com você o ano inteiro ressurgem e querem almoçar, os dinheiros entram no modo adeusanovelhofelizanonovo, e tá tudo bagunçado. Vamo. Que tá bagunçado, mas tá bom.

TÔ ASSISTINI

Quando vi todo mundo falando da nova temporada de Grey’s Anatomy entrei imediatamente na espiral de preguiça de ter que baixar episódios/ tá tudo igual/ a série deveria ter acabado há 5 temporadas, massssss é Grey’s Anatomy, é a Shonda, e tem o Owen e meu coração nunca superará séries médicas. Tal foi minha surpresa quando eu descobri que tinha esquecido de ver uma temporada inteira. Uma temporada inteira!!!!!!!!!!!!!!!!!!1. Foram dias intensos, e a 13ª é uma baita temporada, assistam. Ainda na preguiça de baixar os eps da 14ª. Sigo assistindo A Melhor Série de Todos os Tempos™ , também conhecida como Parks and Recreation, e já passamos por casamentos e gravidezes e eu amo tanto que nem sei. Intercalei tudo isso com a engraçadinha The Good Place, que é uma ótima maneira de passar o tempo e pensar em todas as merdas que fazemos em vida, risos. E, por fim, zeramos em dois dias de muita preguiça a incrível Mindhunter, que é tudo o que uma série precisa ter pra mim: serial killers, investigadores gatinhos, pesquisa científica baseada em psicologia e serial killers. Tão daora!

Também vi Mother – que primeiro eu não vi 1/3 do filme porque estava com medo, depois eu odiei 5 estrelas, depois eu odiei de verdade, depois eu passei uma semana pensando no filme, depois talvez eu tenha gostado, e hoje que acho que amei real oficial – e Blade Runner, o primeiro, pra depois ir ao cinema ver o novo (não fui ainda). Gostei mais da estética do que do filme em si – talvez esteja pensando em dar uma festa temática? Talvez.

E daí teve Stranger Things, e teve uma maratona entre rever a primeira temporada e começar e segunda que foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. Eu sou completamente encantada com a primeira temporada dessa série, dos personagens à trilha sonora, 110% vendida para a Netflix que lê mesmo meus pensamentos mais profundos. E as playlists que Netflix + Spotify soltaram? Completamente vendida. A segunda temporada eu achei que perdeu um pouco do clima Conta comigo que eu achava tão legal, e apostou mais em referências a filmes de suspense/terror E Jurassic Park, risos. Gostei menos? Um tiquinho menos. UM TIQUINHO SÓ. Te amo, Eleven, te amo, Dustin <3

TÔ LENI

O Oceano no fim do caminho, era tudo o que eu precisa ler para lembrar porque eu gosto tanto de ler – e de escrever. Obrigada, Neil Gaiman. Também comecei o novo do John Green, Tartarugas até lá embaixo, que eu fingi que estava lendo porque precisava “ler algo mais levinho”, e acabei chorando feito a pessoa emocionalmente descontrolada que sou kkk. Risos. Que legal ver que a escrita dele só melhora, achei um dos livros mais legais que ele escreveu!

Comecei a ler As virgens suicidas e tá sendo uma leitura muito legal e diferente do que eu li esse ano – eu nunca vi o filme, então é tudo surpresa também. E, de repente, todas as mulheres da minha timeline resolveram ler Mulheres que correm com lobos e a notou isso também, talvez comecemos a ler este juntas, agora <3

TÔ FAZENI

Fez bem eu ter adicionado o campo As coisa que eu tô quereni no último #diarin porque criei uma espécie de registro físico que me ajuda a pensar em mim e nas coisas que seriam legais pra dar aquela sacudida na rotina bocó da vida. Daí que eu lembrei que estava bem a fim de voltar a fazer meus cursos sem propósito algum e resolvi fazer um curso de… costura! Ultimate Tia do Artesanato, sim senhores. E ainda é um curso ainda mais legal e hipster e tia do artesanato e vou largar tudo pra viver da minha arte porque é um curso de costura voltado para objetos de decoração de casa. Risos. Vocês me aguardem! Também assisti um curso de macramê na Eduk – vocês conhecem essa plataforma? É bem bacana! – e pretendo fazer coisinhas em breve. Hehe. Veremos.

No mesmo dia, escrevi, revisei, editei as fotos e programei quatro – C.U.A.T.R.O. – posts para este famigerado blog que vocês leem neste momento. Orgulhousa. Lembro-me até do BEDA, sdds. Ah, eu também troquei o layout daqui e estou bem felizinha com o resultado, abrindo a página de 1 em 1 hora pra verificar que ficou deveras bonitinho meixmo. Não ficou? Saiam de vossos leitores de feed e me contem, por favor.

OS TOMBO QUE EU TÔ LEVANI

Tentando aprender que não importa tanto o que você tenta dar pras pessoas, por melhor que sejam as suas intenções. Elas precisam querer receber. Do contrário, você pode ser a melhor pessoa do mundo – e longe de mim ser – mas só vão enxergar o que querem. Por mais que doa. Dica da tia Isa: nunca cole porta-retratos na parede com fita dupla-face, amiguinhos. Na hora de tirar, o reboco vem junto.

Eu cancelei a academia e tô com um sentimento bem confuso a respeito. Por um lado, eu vou dormir realmente mais leve e menos preocupada/ansiosa com “tenho que acordar cedo pra ir naquele lugar horroroso do qual eu não gosto e odeio as pessoas” e “poxa, me dava tanto resultado”. Eu odeio essa expressão “dar resultados” porque chega desse utilitarismo nas nossas vidinhas horrorosas, mas era levar ver as pernocas ficando fortes. Sei lá. Quem sabe quando eu for uma dona de casa rica eu consiga voltar a ter uma rotina que inclua ir à academia pela tarde.

Ainda não fiz nem sequer o exame médico pra ir na piscina do Sesc novo #fail.

OS PULO QUE EU TÔ DANI

Como o último #diarin foi antes do feriado de setembro, não comentei por aqui sobre a viagem para Curitiba, porém fiz posts específicos sobre essa viagem gostosa. De lá pra cá, passeamos bastante por essa São Paulo maluca e apaixonante, mas também teve muito aproveitamento de casinha e preguiça e Netflix, do jeito que eu mais amo no mundo. Foram meses de muito rolê diferente com amigos e também um show incrível da minha banda mais amada e farofa, Aerosmith. Sigo firme e forme no pole, bastante satisfeita com a minha evolução.

Comprei uma máquina de costura e me inscrevi numa oficina de minas para aprender mecânica de bicicletas. Arrumei (mais uma vez) o escritório, os armários, a cômoda, o baú embaixo da cama. A paz que me dá saber que existem espaços arrumados em casa mesmo que eu não as esteja vendo? Vocês nem sabe. Preciso de mais arrumações.

Apesar de todos os pesares doloridos e muito, é engraçado que eu esteja tomando as porradas confortavelmente, como se fosse o que eu precisasse pra me encaixar em quem eu sou. Talvez eu não seja mesmo uma pessoa boa, ou tão boa quanto eu gostaria de ser, mas tô sacando isso numa posição bem confortável com a minha própria pele, em vários níveis diferentes. Será que é isso que chamam de amadurecer?

AS COISA QUE EU TÔ QUERENI

Que as coisas passem, logo. Passar um final de semana mergulhada até o nariz na piscina. Aproveitar o horário de verão.

Sigo querendo ser rica, ainda não foi possível. Minhas roupas seriam incríveis.

Ainda não é dezembro. Eita.