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Digladiar, e não degladiar. (esse foi ontem)

Supérfluo, e não supérfulo. (esse foi na 8ª série, eu corrigi o professor Hermione style e aprendi por meio de humilhação pública).

Ainda penso quinze vezes antes de falar asteris(ti)co.

Ainda acredito que ele/a não fez por mal(u).

15 Comments

  • Cris

    Asterisco sempre vai ser uma palavra para se pensar antes de falar. Talvez todas as frases deveriam de começar com ele né? Porque aí todo mundo iria pensar bem antes de falar qualquer coisa rs
    Beijos! =**

  • Maria

    É incrível como a gente vive “falando errado”, né? Mas ó: do ponto de vista linguístico, não existe falar errado. Existe escrever errado porque a língua escrita é uma convenção. Mas a fala não é, tanto que dentro de uma mesma língua temos milhares de sotaques e dialetos… Então pode falar asterístico sim!! Tá, vai rolar um preconceito linguístico, mas você pode usar esse argumento. 🙂 HUAHAUHAUA

    Beijinhos.

  • Ana Luíza

    Engraçado que a primeira coisa que pensei em comentar envolvia coisas tipo que a vida é um eterno aprendizado e blá blá blá. Eu até acredito nisso, mas quando você falou do supérfluo, eu lembrei de várias coisas. Primeiro porque supérfluo é uma palavra que eu aprendi num livro, mas que até hoje torço o nariz sempre que escrevo. Segundo porque essa história da humilhação em sala de aula (terrível, aliás), me fez lembrar dessa vez, na quarta (!) série, que eu e um outro coleguinha fomos desempatar uma batalha de ditado na frente da turma inteira, e eu fiquei na dúvida se “homem” era escrito com “m” ou “n” no final. Eu acabei ganhando, mas só porque minhas amigas sopraram pra mim a resposta certa, e por algum motivo a experiência foi tão traumática que eu nunca mais consegui esquecer (imagina só se eu tivesse errado e a professora me humilhado?).

    beijo!

  • Camila Faria

    Eu tenho o pequeno problema de falar várias palavras erradas em casa, pra fazer gracinha, e acabar esquecendo como é a forma correta em situações formais. Vivendo perigosamente.

    • Isadora

      sério, VEM PRA SP?
      eu tenho uma lista de palavras erradas – célebro, táblito (tablet), perplecto (perplexo), cubridinha (cobertinha) – que falo diariamente com o boy e, CLARO, fico repetindo mentalmente mil vezes a palavra certa antes de falar em público! HAHAHAHAHA!

      vem pra cáaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, Camiiiiiiiiiiiiiiiiis!

  • BA MORETTI

    queria compartilhar que sofro do mesmo mal (aqui eu parei pra pensar se escrevi certo) que a camila (faz gracinha em casa e não lembra comofaz na real life) e dá um super pavor quando não dá tempo de correr pro googles :~ sofrências da modernidade né, que coisa

  • Clara Fagundes

    Isoca (sorry, eu amo inventar apelidos),
    sempre fui a chatona que ligava/liga demais pra português. em minha defesa, nunca fui de ficar corrigindo e nem jogando os erros dos outros na cara de ninguém. ainda assim, lembro bem de uma humilhação (!) de quando eu tinha uns 10 anos, que eu fiquei em dúvida se escrevia INOCÊNCIA ou INOSCÊNCIA e minha mãe viu que eu tava apagando e reescrevendo como quem tava duvidando e falou “pra quem gosta tanto de ler… ter uma dúvida dessas…” com um tom de decepção que foi péssimo.
    eu MORRI de vergonha e só não chorei porque já era *quase mocinha*, mas nunca esqueci.

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