coisas que eu aprendi (e que preciso lembrar)

Eu poderia chamar esse post de “Coisas que eu vou passar para a minha filha” – porque zero chances de eu ter um menino, se isso acontecer, vocês vão ver realmente o poder da ditura gayzista – mas já basta estar todo mundo aqui achando que eu terminei o relacionamento risos, vocês também vão achar que eu estou grávida. Apenas de olho em vocês.

Mas, do alto da minha sabedoria adquirida aos vinte-e-oito-quase-vinte-e-nove, posso dizer que aprendi alguns truquezinhos básicos pra sobrevivência nesse mundão de minha deusa e queria deixar registrado para a pequena futura mini-Isadora, para vocês, para mim, para quem quer que seja.

  1. Aprenda a nadar: vai ter uma época que vai ser bem chato, a coisa do cabelo molhado, a coisa do maiô – nunca deixe ninguém dizer que você não deveria estar usando maiô, ok? Mas aprenda a nadar, pelo menos a boiar, com certeza a dar umas braçadas pra não morrer afogada. O mar cura a gente.
  2. Alongue-se diariamente: se você tem flexibilidade, não a perca. Se você não tem, conquiste-a. Sério. É muito bom ser alongada e flexível, e muito difícil de conseguir ser depois de um certo tempo.
  3. Descubra quantas línguas você puder: não precisa ser fluente em todas elas – mas seja e inglês e na sua. Valorize a sua língua materna. Procure saber o básico de alguma língua que te emocione, cante em outro idioma, tente ler um livro. A gente conhece o mundo através das palavras.
  4. Aprenda e aplique tudo o que você puder sobre dinheiro para que dinheiro não seja um problema fundamental pra você: infelizmente, sempre vai ser um problema. Não deixe ele ser maior que os outros, maior que você, maior que as pessoas.
  5. Faça as coisas porque você sabe que elas são certas: muitas vezes as pessoas vão responder com o que elas têm, com o que elas podem, e vai te machucar. Vai dar vontade de desistir. De nunca mais tentar. Mas faça as coisas que você sabe que são certas, e boas, e que não vão machucar ninguém intencionalmente, por você.

Sabedoria é isso aí, né mores. Quanto mais a gente apanha, mais maravilhoso a gente fica, heh.