tia da decoração

decoração de casa: nossa sala

O queeeeeeeeeeeeeeeê? Eu ouvi post sobre a decoração da casinha?

SIM É REAL.

Eu poderia ficar aqui elocubrando sobre as mil e uma razões de eu não ter postado nada sobre a minha casa até agor ano blog, mas pra que fazer isso se eu posso somente encher vocês de fotos? Pois é. Se for pra pedir-vos-lhes desgurpas, que seja por ter colocado filtro nas fotos sóadeusasabeporquê, o que vai tornar a identificação das cores um pouco mais complexa, mas as foto muito mais bonita porque eu não sei balancear os contraste, os branco, as luminosidade no meu celular. Desgurpem. O dia que o Histórias de Casa vier fotografar minha humilde residência cês descobrem que as paredes estão todas encardidas, ok?

Bom, tenho a dizer algumas coisas que eu tenho certeza que vocês vão pular mesmo, então vo falar mermu. A primeira delas é que a nossa casinha está sempre em construção-renovação-reforma-vamos arrastar os móveis às 22h30 amor vamos sim. Primeiro porque, convenhamos, não há dinheiro suficiente nesse mundo para ser gasto em decoração e reformas. Quando nos mudamos, há dois anos recém feitos (<3), a gente tinha exatos 3 reais pra tirar as paredes roxa-marrom-verde água-laranja, uma em cada cômodo: tinha que rolar toda uma mudança (dinheiro), toda uma compra de móveis (dinheiro), todo um acerto de aluguéis passados e próximos (dinheiro) e todo um pagamento do apartamento (dinheiro). Então, tivemos que fazer choices, além da famigerada mão na massa – que nunca foi nada além de MUITO LEGAL pra mim. Pintamos as paredes todas de branco – afinal, depois elas poderiam mudar de cor! – reformamos o mínimo necessário pra se tornar uma casa habitável e nenhum gato desaparecer por buracos de encanamento surpresa.

O que dá pra dizer, de maneira geral, é que tudo que tem a nossa carinha foi feito pela gente. O que também quer dizer que muita coisa precisa ser feita – reformar cozinha, reformar banheiro, reformar armários embutidos. O que também também quer dizer que eu não ligo a mínima pra isso. Eu gostaria de ter uma cozinha nova com subway tyles e móveis planejados que caibam todas as minhas (2) panelas? Muito. Mas eu prefiro gastar (0,3% de) esse dinheiro comprando uma lata de tinta verde menta e descobrindo como pintar o gabinete da pia sozinha. A gente sequer cogitou contratar um arquiteto porque simplesmente não entrava na minha cabeça ter algo “pronto”, finalizado, 100% “agora é só você entrar e morar”.

Construir nossa casinha a cada final de semana, a cada noite mal dormida mergulhada no Pinterest é uma das coisas que mais me dá satisfação e, acho, é uma das maneiras em que eu me expresso melhor. Nada, nada, nada me deixa mais feliz do que receber gente aqui em casa e ouvir “é a sua cara”. Porque é mesmo, e minha cara tá aí sempre mudando um pouco, uma franja, uma maquilagi, mas nunca menos maravilhosa, não é mesmo? Então, por muito tempo eu pensei que não postaria nada por aqui até que as coisas estivessem finalmente prontas, feitas, finalizadas. A real é que elas nunca estarão, e que eu amo ter paredes em branco pra encher de coisa nova, quadros, pôsteres, artesanato, memórias, um milhão de quinquilharias pros gatos derrubarem. Não tem nada melhor.

Mensagens motivacionais #foratemer, uns gato querendo saber quem você é, é isso que você encontra quando entra aqui. E flores, que são um trocinho caro que só, mas que eu faço questão de ter sempre – dá uma alegria tremenda dar de cara com elas, assim, sem querer. A parede de pratos foi uma das primeiras coisas que implementamos aqui em casa, antes mesmo da configuração dos móveis ser essa: e ela ainda falta crescer um monte! Já sabem com o que me presentear, né? 🙂

Benjamin é um gato leonino.

Essa parede de cimento queimado vocês já conhecem de outros carnavais, né? Bom, eu poderia fazer um textão sobre como o estilo escandinavo-minimalista-ninguémmoraaqui me incomoda, mas eu não vou. Só vou falar brevemente que eu acho que a casa da gente tem que ter vida, tem que ter coisas, tem que ter presentes bregas ganhados das pessoas, tem que ter pelo de gato em tudo. Mas, como ninguém é de ferro e sobrevive ao Pinterest nos dias de hoje, algumas boas ideias, como essa parede marabijosa, podem ser aproveitadas, não é mesmo? A mesma coisa fica com a bandejinha de pedra sabão e cobre (compra em Porto Ferreira/SP, nada de lojinha de instagram 😉 ) e uma ou outra cadeira grifada – fake, é claro, né mores. Cadeiras e mesa são da Mobly (sim!), o buffet que eu tanto cobicei é da Tok Stok e o gato é o amor da minha vida.

Obviamente eu não vou lembrar exatamente de onde é cada coisa ¬¬

O osso (fake né gente) de cobra-peixe-seiláoque é da Zara Home, o vaso que todo apartamento famoso tem, com os bambus, é da Tok Stok de novo, assim como a bandeja. A garrafa âmbar e o suporte de planta quadradinho são da Pomelo Atelier e as outras coisinhas da bandeja são coisas que a vida vai trazendo pra gente.

Agora a estante. Essa estante, senhoras e senhores, é de um antiquário mequetrefe na Av. São João. Pra quem não sabe, a Av. São João – que basicamente é do lado de casa – é famosa por ter vários antiquários que vendem móveis antigos a um preço…. Absurdo. Tipo, 1500 reais uma mesinha de centro anos 30 rococó usada pelo Mário de Andrade só que não. Eis que a gente descobriu que, saindo da muvuca hipster dos móveis antigos, há um antiquário também conhecido como loja de móvel velho mesmo que, vez ou outra, tem umas pérolas. Essa estante é a pérola das pérolas. OLHA COMO ELA É LINDA GENTE. E se eu disser que ela custou 300 golpinhos, cês acreditam?

Essa estante foi a responsável por muitas mudanças decorativas nessa casa, principalmente a de adotar uma ~paleta affff mais escura, mais de madeira, menos branca-e-pinus. Mais casa de tia dos gatos hoarder que acumula potinho de vidro e menos instagram, vamos ser honestos? Vamos.

A máquina de escrever é meu xodó e herança do meu pai <3 O letreiro luminoso bonitinho é do tio coreano Aliexpress, desgurpa criancinhas, desgurpa comunismo.

Seguindo em frente como se essa sala tivesse 180m2, mas não tem, temos mais móveis comprados no tiozinho dos móveis podreira que de vez em quando são lindos: uma duplinha de criados-mudos antigos. Um veio parar aqui, como apoio da vitrola mais amada desse Brasil, também vindo direto da xuventude dos senhores meus pais, e o outro virou meu criado-mudo – mais pra frente vocês descobrem! A maioria das coisas dessa parede é das nossas viagens, tipo o pôster mais bonito da cidade, que é real oficial cubano, e a cabeça de tigre colombiana. O hanger de macramê é de uma amiga, os vasinhos suspensos também da Tok Stok (oi mim patrocina!) e as fotos, do nosso casamento. O boneco de cera fofo fofo e estranho é da Toco Oco.

Nosso marabijoso e extenso sofá é da Mobly também, acreditem se quiserem. A Mobly é tipo um poço sem fundo de coisas que brilham de maneiras não muito agradáveis ao olhar e pseudo-madeiras de cores estranhas mas, com um bom garimpo, dá pra achar coisas incríveis e baratas. Recomendo muito perder um tempinho na loja, caso você esteja decorando sua casa! O que não recomendo? Comprar um sofá de linho se você tem 3 gatos, definitivamente não recomendo. Logo logo o bichinho vai precisar de uma reforma….

Se tem uma coisa que eu acumulo mais que velas, essa coisa são plantas. E tem também os potinhos de vidro. Minha avó ficaria orgulhosa <3

A estante em cima do sofá é o item mais recente do projeto Selva da Cracolândia, e custou cerca de R$ 100 com todos os itens – 2 tábuas de pinus, 4 mãos francesas e muita paciência. Porque quando acaba o espaço pra ter planta em casa a gente faz o quê? Arranja mais espaço pra ter mais planta em casa. Talvez de uma maneira não-saudável, porém tão belos os rosto, olha.

Eu sei que vocês só chegaram até aqui por causa dele, O CARRINHO DE PLANTAS, e aqui está. Realmente é a atração da casa, afinal de contas ele é azulzinho, lindinho, gracinha, e está cheio de plantas. O carrinho é da Tok Stok, e as plantas são da vida, e sempre cabe mais uma. O orgulho principal é a hortinha ali de cima, cheia de alecrim, hortelã e manjericão roxo. Quaaaaaaaase uma sensação de fazendinha no meio da cidade grande, quase.

Muito provavelmente, enquanto eu escrevia esse post imenso meu deus do céu eu nunca vou conseguir escrever 30 posts em 1 mês, muita coisa nessa sala já mudou. E a graça é essa! Encontrar coisas novas, se encantar por uma cor, e depois trocar, ficar enlouquecida atrás de uma almofada ou descobrir que dá pra reproduzir aquele mood de casinha de vila com uma simples cortina diferente. Já já tem mais!

A parede de cimento queimado

Cês lembram da penteadeira? Ela continua aqui, claro: firme e forte. Já a minha capacidade de fazer projetos DIY – ou seje, faça você mesma – nem tanto. Essa anda escondida nas milhares de caixas ainda não organizadas e em uma linda mesa de madeira, dessas bem hipster, com cavalete e tudo e, claro: abandonadíssima. Eis que mesmo nesse momento tenebroso da vida, onde tudo parece fora de lugar, eu sei lá de onde tirei forças para ir atrás de um sonho de vida Pinterística: a parede de cimento queimado.

Que catzo? Por que eu vou querer uma parede de cimento, ainda mais queimado, na minha casa? Porque gente é lindo, é rústico, é industrial, é a cara daquele restaurante fancy que você não tem dinheiro pra ir. TIJURO. Vem ver:

cimento02 cimento01

(todas essas imagens são do Pinterest, hein?)

Quer se inspirar mais? Vou recomendar aqui uma demoraaaada passeada pelo Homify, que é uma plataforma específica pra decoração. Nela você pode montar pastas com seus projetos preferidos, e as fotos são absolutamente incríveis, de projetos de design de interiores de verdade. Ah, e tem uma área de discussão bem legal, com profissionais à disposição pra conversa. Bacana, né? Além disso, dá pra pesquisar mais especificamente sobre cada área da casa que precisa. Por exemplo, tem uma sessão inteira sobre salas de jantar, e lá tem um monte de referência bacana de… Cimento queimado, oras! Tá vendo como sou trendsetter?

Referências em mãos, o que eu fiz? Eu fui atrás de um tutorial. Craru. O mais bacana que eu encontrei e com o resultado mais parecido do que eu gostaria foi esse daqui, da revista Minha Casa. Usei exatamente esse passo a passo, e também o mesmo material – que está um tico mais caro do que na matéria, mas ainda assim, bem em conta.

Então, basicamente: tire tudo do alcance da parede que será pintada, incluindo gatos, seres humanos e pode contar mais uns 5 metros de raio de ação caso você seja tão habilidosa quanto eu. Cubra todos os furos, buracos, cabinho da internet, rodapés, e outras possíveis reentrâncias com fita-crepe – não adianta ser a fininha, porque o pincel/rolinho/desempenadeira vai ultrapassar, então ou você compra aquelas largonas, ou você faz várias e várias camadas dela (compre a larga, pfv) -; cubra o chão e as paredes laterais com lona (jornal pode sujar as paredes brancas ACREDITE EM MIM); tire os gatos da sala. E use uma roupa suja né, fi.

Daí você pega a massa e coloca nessa coisa linda que chama desempenadeira (fico me perguntando pra que serve a empenadeira…) e taca na parede. Tenho certeza que você já viu um colega pedreiro passando massa corrida na parede, num já? Cimento? Concreto? Qualquer um desses troços mais grossos que vão antes da amada tinta colorida e do graffiato chiquérrimo? É ingualzinho. Taca-lhe massa na parede, difícil deveras de se espalhar, mas força no muque que você consegue, eu garanto.

Daí você espalha, fazendo movimentos verticais e paralelos, que nem a tia de Artes ensinou lá atrás. Pelo menos, na primeira demão: assim a cobertura fica bem feitinha e sem defeitos, ou o tanto quanto isso é possível. E você deixa secar. DEIXA SECAR GATA. Confia em mim. Ah, é nessa parte que você senta e chora e fala: caguei. Tá tudo manchado. SOCORRO ISA TÁ MANCHADO E AGORA? Agora seca. Segura na minha mão e vai dormir (toma banho antes, sai tudo com água, até do cabelo) e no dia seguinte acorde e vá olhar sua linda parede de cimento queimado.

Viu?

Depois tem a segunda demão – antes da segunda demão tem aquela parte que você lixa todas as imperfeições pra ficar bonito e pra te dar um ataque de asma, quase esqueci. Nesse momento você pode liberar todo aquele espírito artístico que eu sei que mora aí dentro, segura a desempenadeira e vai: vai com fé. Vai espalhando, fazendo textura, fazendo desenho (vai ficar perpetuado na sua sala, sessegura e não faz nada pornográfico por favor), vai batendo a desempê, vai deixando mais grosso, mais espalhado. E quando secar, tijuro, fica assim:

cimento03Lindão, né? Mudérno.

Isadoradocéuminina, porque você fez tudo isso sozinha se existem profissionais gabaritados que podem fazer o mesmo serviço em um dia e sem toda essa movimentação? Porque: 1) eu gastei R$ 150 pra pintar uma parede inteira que parece ter feito parte de um projeto de arquitetura riquíssimo meobeim; 2) é divertido pacas, mesmo quando você senta e chora e acha que deu errado; 3) é terapêutico; 4) eu sempre vou olhar pra essa parede e ter carinho por cada cantinho cagado que eu fiz.

Gente, façam. É mara.

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Esse é, vejam só!, um publipost

A penteadeira

Esse é um post mulherzinha. Já aviso de antemão que eu ando meio monotemática. As horas livres se tornaram extensas buscas pelo Pinterest, eu troquei as lojas de roupa pelas de decoração, e eu me preocupo realmente com o nível de poeira acumulado – e ele tem que ser inferior ao aceito em um hospital.

Deal with it.

Então pra coroar o meu momento, eu comprei uma penteadeira. Uma penteadeira – não é uma escrivaninha, um móvel, uma mesinha, uma estante. Ela tem que ter esse nome como se eu fosse uma jovem princesa escovando 100 vezes minhas madeixas antes do príncipe chegar. É claro que ela é amarela. Amarelo-ovo. Amarelo-amarelo.

a penteadeira!

a penteadeira!

– Onde você comprou a penteadeira, Isa?

Foi assim: em Diadema. Numa fabriquinha de móveis bem honestos e bonitinhos que, claro, não tem site. No “catálogo” – uma lista de preços no Word – diz que o nome do vendedor é Morramed, mas né, gente? Eu sou turca, eu posso zoar com essa irônica coincidência da vida. Não vou ficar divulgando o único contato que tenho do povo por aqui, abertamente, então se alguém se interessar, please, deixa um email nos comentários e eu repasso, tá?

Mas eis que a bichinha custou aproximadamente 400 dilmas e chegou aqui em casa, diretamente de Diadema, linda e no MDF em um sábado de manhã. No MDF. Molinha, molinha. Marrom, marrom. Sem nenhum acabamento. Sem vidro. Sem espelho. Sem puxador. SEM GLAMOUR.

– Como você fez pra penteadeira ficar bonita, Isa?

Primeiro, eu lixei. Eu lixei como se não houvesse amanhã – estamos aqui agradecendo publicamente o namorado por horas de poeira de madeira no nariz – até a superfície, que era lisa, ficar bem porosa. Tem que ficar bem porosa, gente. Tipo madeira mal acabada mesmo, senão a tinta não entra.

O segundo passo é passar uma coisa que chama primer ou fundo preparador de madeira. Ele deixa a superfície mais uniforme e garante que a cor que você escolheu vai ser o mais próximo da embalagem possível [/c&cpreçomelhorpravocê]. Dai você passa o bichinho em tudo. EM TUDO. Deixa tudo com aquela de pátina dos anos 90, meio branco, meio bege, meio cara de móvel da feirinha do shopping. Uma lindeza que só. Mas, acredite, isso vai ajudar a….

-… Por que você pintou tudo de amarelo, Isa?

Cara, porque amarelo é legal. E porque já basta uma senhora de 25 anos com uma penteadeira rococó no quarto, né, amores, vamos deixar ela pelo menos um pouco mais descolada. A cor que eu usei é o amarelo RGB, amarelo ouro, amarelo 500. Amarelo de verdade, sem mimimis. Dai eu vou contar a melhor parte pra vocês: não deu certo.

Primeiro porque eu quis usar o bendito do rolinho que, a princípio, é lindo, cobre superfícies inteiras num piscar de olhos e… Não chega nas beiradas. Óbvio, né? Não pra mim. Olha, pra mim demorou bastante pra entender isso. Fora que olha essa penteadeira rococó, gente. Tá notando a quantidade de dobrinhas e curvinhas e outras inhas que ela tem? Pois é. Nada de rolinho. O pincel é o melhor instrumento nessas horas: e dá-lhe paciência.

Lembra aquilo que a tia de Artes ensinou na 2ª série: pintar sempre pro mesmo sentido e na mesma direção? Aham, usem. Senão o acabamento fica porco. Outra dica que dou é você ir mensurando a quantidade de tinta no pincel: pouca vai deixar aquelas listras que as cerdas desenham, muita, vai escorrer e ficar meio “pingado”. É cara, é uma arte. Como eu fiz pra dar certo? Liguei pro meu pai. Sim. Eu admito.

– Quanto tempo demorou, Isa?

UMA ETERNIDADE. Cara, entre uma camada e outra – e foram umas 4! – demora tipo, um ou dois dias. Isso pra estar bem seco e evitar problemas maiores, como manchas, bolhas e afins. Vale a pena. Recomendo que, caso você pretenda copiar o procedimento em casa, mesmo depois de tudo isso, use um espaço que você não transita muito. Ou seja: não faça como eu que deixou no meio da sala, tá? Fica a dica.

E daí que umas 2 semanas depois, muitas idas e vindas da casa dos meus pais e muito tempo pensando que eu fosse ter que me contentar com um móvel de pátina… Eis que eu tinha uma penteadeira!

os detalhes da penteadeira ;)

os detalhes da penteadeira 😉

Os puxadores e o potinho branco, que eu guardo algodão, são da Collector 55 – que eu não recomendo visitar caso você esteja no final do mês. Sério, é tudo divino e megadiferente do que você por aí em termos de decoração. Eu também mandei fazer os espelhos em uma loja em São Bernardo (de novo, se alguém quiser o contato, me avisa pelos comentários!) e um vidro para a mesa, que valeu cada um dos seus R$ 60 assim que eu derrubei a primeira talagada de base em cima. A bandeja onde estão os perfumes são da Maria Presenteira e os outros potes, que usei de porta-pincel, de lojinhas de R$ 1,99. Ah, sim: ali do lado tem um caixote de madeira, o ícone máximo do hipsterismo que, como vocês podem perceber, foi muito mal pintado.

E esse foi meu primeiro projeto do it yourself: um móvel, do zero. Não se preocupem que em breve eu volto ensinando vocês a construir uma casa na árvore, ok?