tia da decoração

30 antes dos 30 – aquele em que eu tricotei meias de presente pra todo mundo

Midira, mas foi quase.

Esse não é um post completo como deveria/poderia ser, mas vai servir pra me motivar a fazer mais disso aqui que é presentear as pessoas que eu amo com coisas que eu fiz. Eu confesso que, no começo, achei que essa coisa de fazer os presentes das pessoas pudesse ser meio furada, primeiro porque, bom, eu sei lá se as miga iam gostar dessa história de receber coisinhas marromeno, não muito bem acaba, meio mambembezinha, e depois porque achei que não teria a paciência de levar os presentes até o final, como a maioria dos projetos que eu inicio.

Mas deu certo.

Quer dizer: está dando. Esse natal foi corrido – porque eu resolvi tomar essa decisão dia 15 de dezembro, não é mesmo? – e tive que costurar como uma lhouca, mas foi também extremamente feliz e satisfatório e eu amei receber olhares efetivamente surpresos de estarem recebendo algo que, bom… eu que fiz! Se foram genuínos e felizes… Eu prefiro acreditar que sim! Sei que foi importante pra mim, superar todas as inseguranças e essa mania maluca de ser perfeccionista e colocar pro mundo algo assim: meio tortinho, porém feito, cada pedacinho, pensando naquela pessoa mesmo.

É real esse negócio que parece só propaganda de quem faz artesanato: cada risco, cada corte, cada linha; cada costura que sai errada e você tem que desfazer, cada costura que sai certa de primeira e você fica orgulhosa, tudo isso, todo esse tempo – que é imenso, enorme, infinitamente maior do que sair pra comprar um presente pra alguém – toda essa energia é voltada pra pessoa presenteada. E aí você começa a pensar: que legal que eu tenho pessoas que me motivam a fazer tudo isso por elas. De coração. Que alegria é ter pessoas suas, assim. Que legal ❤️

os vasinhos que foram pra casa dos amados nesse natal 🙂

No final, acabei juntando duas coisas importantíssimas pra mim: costurar e presentear. Também rolaram algumas banderolinhas para os neneis queridos que estão chegando, uma almofada e umas outras paradinhas menores. Deu tempo de pensar no carnaval? Deu não!  Agora só falta aprender mais algum projetinho tranquilo de fazer até o próximo natal!


esse post faz parte da série ~30 antes dos 30~, lista ambiciosa de coisas que eu separei pra fazer antes da fatídica idade chegar. você pode acompanhar meu fracasso por aqui – mas eu torceria por mim. estou torcendo. vamos lá. 

o post sobre gatos e plantas

O post mais esperado dessa blogosfera de meudeus.

Chegou a hora, meu povo! Vocês perguntaram e eu vou passar aqui todo o meu vastíssimo conhecimento sobre a convivência pacífica entre gatos e plantas.

Primeira coisa: eu demorei demais pra falar “a sério” sobre isso porque: eu não sou veterinária. Eu não sou botânica, jardinista, produtora de sementes, cuidadora de mudinhas, eu não sou a minha avó e meu conhecimento é 153% empírico e na base do erro e do acerto. Logo, eu não sou uma profissional qualificada para dar respostas definitivas a ninguém. É sempre bom lembrar que faz parte da adoção responsável dos nossos bichinhos a gente se informar com PROFISSIONAIS sobre o que faz bem, o que faz mal, o que pode e o que não pode. E não com a galera que a gente acha na internet. Tá certo? Então, perguntem pro veterinário da confiança de vocês antes de comprar qualquer plantinha, antes de seguir qualquer “receitinha” que o povo indica, antes de fazer qualquer tipo de “treinamento comportamental” que a gente lê por aí. Combinado?

Posto isso, vou tentar dar algumas dicas gerais que funcionam no meu caso, com os meus gatos, na minha casa. Isso não quer dizer que são universais. Isso não quer dizer que você tenha que ignorar meu conselho acima e não perguntar para o seu veterinário de confiança. Ok? Então ok.

sou muito educada galhera

1) Os gatos aqui de casa não comem as plantas: não posso dizer se é por costume, por sempre terem convivido com elas, porque eu sou um ser abençoado pela deusa felinista, porque alguma vantagem a gente tem que ter nessa vida, mas eles não as mastigam. Obviamente isso não significa que eles nunca fizeram isso e nem que nunca farão, portanto, “eles não comem” não é uma desculpa para não tomar cuidado, para não deixá-las ao alcance deles, para não deixar de ter espécies tóxicas em casa. Eles são animais, e animais surpreendem a gente se escondendo por horas em cima do varal, porque eles não comeriam as plantas de surpresa? Novamente, não se esqueça: eles são bichos, então nada pode ser regra definitiva.

muito obrigada pelo cantinho das prantinha mamai

2) Suportes suspensos e outras “barreiras”: não preciso nem dizer o quão hipster e instagrammer é ter um monte de plantinha pendurada em belos hangers de macramê, certo? Então pendure suas plantas. Pendure-as em locais altos e que não tenham móveis “de apoio” pros gatos subirem. Use outros tipos de suportes, como os de samambaia, prateleiras altas, e tantas outras coisas que o Pinterest permite que exista. O famoso carrinho azul lá de casa também funciona: como não há muito espaço entre as plantinhas, eles não ficam saracoteando dentro dele. Mas hoje existe uma infinidade de possibilidades para todo mundo deixar a casa bonita e as plantas fora do alcance dos bichinhos – e também das crianças, pra quem tem -, então não há desculpa para essa parte, tá bem?

mim acher kkkkk

3) Procure se informar sobre as plantas: é muito difícil encontrar informações definitivas sobre quais plantas efetivamente são tóxicas, fazem mal, ou podem vir a fazer. Algumas são meio certas, como heras, a famosa Costela-de-Adão, lírios, comigo-ninguém-pode – essas, não entram em casa, ou foram doadas a partir do momento que eu soube que eram tóxicas. As que não têm informações definitivas sobre eu tento me informar o máximo que posso e observar a relação dos bichinhos com ela: tem cheiro? Eles vão atrás dela? Tentam derrubá-la? Mordem? Na dúvida, vão pra cima da prateleira do sofá ou ficam suspensa em hangers por aí. As espécies “de horta”, os temperinhos, frutinhas etc certamente chamarão a atenção do seu bichinho, certo? Elas são cheirosas até pra gente! Logo: vai pra cima da prateleira, fica suspensa, pendurada na parede.

protetores das prantinha inclusive

4) A plantinha que eles podem comer: tem gente que chama de “clorofila” (?), tem gente que chama de “triguinho”, é um matinho que parece grama e vende em um vaso pequeno em praticamente todas as lojas de plantas e também nos petshops. Essa planta estimula a ingestão de fibras e faz com que os gatos não acumulem bolas de pêlo. Ou seja: 100% show! Eu sempre deixo um vasinho pela casa para que eles comam: e eles comem mesmo essa, somente essa, o que parece ser bem instintivo – nessa linha, eles já comeram a folha de um bambu e as de uma palmeirinha que eu tive, o que me leva a pensar que essas folhas que são mais “mato”, mais parecidas com grama, sejam mais atrativas pra eles. Mas, de novo, isso é apenas uma especulação.

não como prantinhas e aprecio sua beleza

5) Observe seu bichinho: novamente uma benção do universo gatístico, mas a gente tem a sorte de, o boy, trabalhar em casa, e eu, trabalhar muito perto. Ou seja: estamos sempre perto deles, sempre observando como eles se comportam entre si e com a casa. Desse jeito, a gente pode observar se eles estão mordendo, cheirando, causando, ou se apenas ligam zero para a planta. Isso é uma sorte tremenda e sei que a maioria das pessoas não consegue fazer isso – mais um motivo pra apostar em deixar os bichos sem acesso às plantas. Quando viajamos, as plantas com as quais eles podem causar vão para um quarto fechadinho para evitar qualquer maluquice de retaliação!

também gosto muito de flores que bonita a natureza

6) Eles são animais, lembra? Eles brincam, derrubam e causam, sim – e isso faz parte de ter um bichinho em casa. É da natureza deles – e ainda bem que eles fazem tudo isso, significa que estão felizes e em segurança! Então, sim: eventualmente há vasos quebrados, plantinhas caídas e sujeira de quem rolou e saiu espalhando terra pela casa inteira. Se você não está disposto a lidar com esse tipo de inconveniente, totalmente natural para quem tem bichos, talvez não seja a hora de adotar um gatinho ou cachorro.

* Dica extra que não envolve comer, mas envolve xixi e uma das histórias engraçadas da minha vida: um dia eu cheguei em casa, linda e loira, e encontrei um Pé de Sr. Raposo, uma planta muito rara e difícil de encontrar, de folhas laranjas rajadas e aproximadamente 7 quilos de pura gostosura. Na verdade, o infeliz desse desgraçadinho estava fazendo o que? Isso mesmo, caros amigos: xixi no meu lindo vaso de zamioculcas. Por que, caros amigo? Porque havia espaço. Eles gostam muito de terra e, bom, terra se parece com areia, então cês imaginem a combinação. Pra resolver essa treta a gente encheu o vaso daquelas pedrinhas ornamentais maiores, que não dão espaço pro meliante fazer suas necessidades.

gostamos inclusive de estampas de prantinhas

Pode ser que eu tenha muita sorte agora, mas pode ser também que daqui a um mês, dois, três anos, os comportamentos deles mudem e tudo isso de “poder ter plantas em casa” venha por água abaixo. E tudo bem! Porque ter bichinhos é isso, a gente tem que adaptar muita coisa ao jeito deles, ao que eles precisam e ao que eles fazem. É um exercício de desapego, sim, mas muito mais um exercício de amor <3

Mais uma vez: pergunte ao seu veterinário de confiança. Pergunte ao seu veterinário de confiança. Observe seu gato, cachorro, papagaio (não tenham papagaios gente), gato, cachorro, coelho imaginário (pelo amor de deus vocês já sabem né?). Pergunte ao seu veterinário. Não é porque deu certo comigo, com os meus gatos, e que as fotos do instagram sejam bonitas que isso é válido para todos os casos e, em primeiro lugar, sempre, a gente tem que pensar neles, certo? E ah: não compre, adote!

30 antes dos 30 – aprender a costurar

Mais do que zerar o bingo da Tia do Artesanato, aprender a costurar pra mim sempre teve um significado afetivo, já que vovó, a mesma das plantinhas, era costureira. Costureira mesmo, de fazer roupa pra fora, e também costureira das minhas fantasias de carnaval, dos bonecos de pano, de muitas coisas que acabaram desaparecendo junto com os laços depois que ela morreu, e não sei onde foram parar. Coisas essas que incluíam a sua máquina de costura, aquela clássica que todo mundo herdou pra contar uma história: o móvel de madeira, grande e retrô, o pé e a roda de ferro, meio Bela Adormecida, a máquina bonitona que sumiu em alguma mudança ou foi vendida pra pagar alguma dívida que não era dela.

Essa vontade de costurar sempre esteve comigo e ficava meio escondida justamente pelo peso que vinha junto dela. Costurar o quê e pra quem? Fazer minhas roupas? Eram coisas meio impensáveis. Fora que, ao contrário dos outros 1001 hobbies falidos que eu já arranjei, de fazer crochê ao macramê, de comprar retalhos de feltros a pedaços de lã pra fazer pompons, costurar é uma coisa cara: envolve um investimento alto em uma máquina de costura, o espaço para ela e seus apetrechos e tudo o mais. Todas as desculpas que eu precisa pra adiar pra sempre esse plano, né?

Eu já devo ter falado disso aqui mais ou menos umas 285 vezes e vou voltar a falar mais outras 360, mas tem me incomodado demais o fato da gente precisar monetizar, profissionalizar, ganhar dinheiro com tudo o que fazemos. Isso coloca uma pressão desnecessária e, na minha cabecinha comunista, bem sintomática do mundo em que a gente tá vivendo, e tira toda a graça da parada. Uma das minhas decisões mais recentes foi voltar a fazer meus cursos bobos sem a pressão de necessariamente tirar algo deles, abrir uma loja, vender uns artesanatos, rabiscar meu famigerado “plano B”, e vou contar aqui: melhor das decisões. É muito mais fácil fazer as coisas simplesmente porque a gente quer, sem um motivo maior, porque a vida da gente já é muito chega de obrigações pra gente arranjar mais delas.

O maior preâmbulo da história já feito neste blog, foi nessa vibe namastê hippie da Paulista que eu fui descobrir o ateliê da Georgia Halal – que permeia minha vida desde as buscas por vestidos de noivas diferentões e que acabou virando minha colega de pole dance <3 – e os cursos de costura oferecido por ela que também são cheio de bossa. O Sew Sisters é um clube de costura para mulheres independentes, o que me chamou mais atenção de tudo, já que toda essa questão do faça-você-mesmo pra mim sempre teve essa importância: dar independência. Do consumo das lojas, da criação, do tempo que a gente dedica ao fazer. O módulo que eu fiz, para iniciantes, é o Casa Pinterest, e aí vocês vão entender completamente o meu crush, né não?

As aulas foram divididas pelos objetos que a gente produziu: aula 1, bandeirola; aula 2, cachepot de tecido para plantas (meu preferido!) e uma almofada em formato de cacto; aula 3, uma sacola de compras e uma capa de almofada – com zíper!!!; e na aula 4 uma marmiteirinha, térmica e tudo, toda acolchoadinha, coisa linda de se ver. Sim, eu fiz tudo isso. Eu fiz tudo isso! Seguem ibagens para provar.

algumas das coisinhas que eu fiz no curso: almofada de cacto, marmiteira térmica, sacola de compras e capa de almofada (com zíper!!!)

O curso foi divertido e super instrutivo: cada uma na sua máquina de costura, num ambiente super gostoso e acolhedor, e o mais maravilhoso pra mim foi perceber que eu seria capaz de reproduzir as peças em casa depois sem muita dificuldade – claro que o youtube ajuda demais a gente nessas horas, né? Mas deu pra perceber que esse método de “aprender fazendo” é realmente o que me deixa mais segura de me enveredar por esses caminhos. E, mais que outras artes manuais que eu venho tentando aprender, a costura me dá uma segurança engraçada, que eu vou poupar você de explicar através de sangue e geração, mas talvez seja? Vai saber.

Daí eu tirei da cabeça e do papel o planinho de comprar uma máquina de costura e abri a carteira, aguardando ansiosamente o Submarino me entregar minha bonitinha <3 Desde então, já passei algumas tarde medindo e cortando bandeirolas coloridas para enfeitar quartos de neneis amigos e já amados, tentando não costurar a pata de nenhum gato enxerido e me perdendo no barulho do pedal correndo que me soa tão familiar. Claro, meu Pinterest está bombando como nunca esteve e eu estou me coçando de vontade de sair correndo pra 25 de março a qualquer minuto.

Se dá pra tirar um conselho a partir de tudo isso é: se tá rolando uma graninha extra e se você tá com vontade, faça. Não precisa pensar em “mas pra quê?” ou “eu não sei fazer”, que você aprende, e não precisa ser pra nada, além de pra você. Pra gente passar umas tardes gostosas focando apenas em fazer, em produzir, em olhar e abraçar algo que você pensou e construiu. É muito divertido!


esse post faz parte da série ~30 antes dos 30~, lista ambiciosa de coisas que eu separei pra fazer antes da fatídica idade chegar. você pode acompanhar meu fracasso por aqui – mas eu torceria por mim. estou torcendo. vamos lá. 

minhas principais referências de decoração

(no sentido horário) Coleção de histórias, no Histórias de Casa | Ensamble; no Casa Chaucha | Mariana, a Miserável, no Manifesto | Decoração com objetos de R$ 1,99, no Ricota Não Derrete | Latch hook wall hanging DIY, no A Beautiful Mess | Nos Bureaux, no Heju

// 01: eu lembro que quando descobri o Histórias de Casa fiquei emocionada, porque finalmente ia conseguir ver as casas mais possíveis que existiam aqui pelo Brasil. Acompanho cada post religiosamente e muito da decoração aqui de casa veio de lá – é, com certeza, o minha maior fonte de inspiração;

// 02: às vezes eu acho que o Casa Chaucha já veio visitar minha casa e eu não consigo nem identificar quando. Eles têm um texto gostosinho, casas bem gente como a gente, apartamentos tomados por plantinhas e livros e sujeira e gatos e vida. E agora eu sou a feliz proprietária de um livrinho deles <3

// 03: descobri o Manifesto recentemente, depois de seguir alucinadamente a ilustradora Mariana A Miserável. É um site que mostra as pessoa e onde as pessoa mora e onde as pessoa trabalha e os trabalho bonito das pessoa e indica os lugar pra comprar as coisas bonita das pessoa da casa das pessoas e tudo o mais socorro.

// 04: tenho certeza que eu e a Dani, do Ricota Não Derrete, só não somos melhores amigas por uma infelicidade geográfica. Além de ser uma simpatia, ela garimpa tuuuuudo o que pode em lojas de R$ 1,99 e baratinhos afins e é a maior adepta do faça-você-mesmo que você respeita. Eu babo nessa imaginação – e na casinha dela!

// 05: rainhas absolutas da decoração e do DIY, as meninas do A Beautiful Mess zeraram a vida no quesito casas maravilhosas, né? São tantos cômodos e tours e mudanças de casas e reformas e reformulações que eu nem consigo mais acompanhar, mas o que eu mais gosto de ver são os tutoriais de objetos de decoração lindões e super criativos.

// 06: eu não entendo nada do que tá escrito no Heju, mas tão lindo os rosto. 

E daí tem também esse vídeo da casa da Florence, musa maior borderline hoarder que você respeita, que me dá vontade de espirrar e nunca mais sair desse lugar na minha vida inteira ao mesmo tempo:

Vocês seguem algum blog ou site de decoração? Têm alguma indicação pra mim?

wishlist: decoração

Como eu disse nos posts de decoração anteriores, acabaram os cômodos fofos aqui de casa. Eu deveria ter economizado, feito em pedaços, focado em “cantinhos”? Deveria. Eu sirvo pra ser blogueira? Vocês já sabem. Então fiquem aqui com a minha maravilhosa wishlist de decoração pra tapar esse buraco – e caso alguma marca queira mandar alguma coisa aqui pra Santa Cecília as portas estão abertas.

(no sentido horário)

// 01: parede geométrica de cor pastel, porque nunca dá pra ser hipster o suficiente, vocês não acham? Comecei a fazer algumas experiências na parede vazia do escritório e tô achando beeeem maravilhoso. Mostro o resultado aqui se ficar bom!

// 02: quadros e mais quadros, de preferência, em molduras bem lindas e adultas assim. Why so caro? Não sabemos. Mas tô sentindo bastante falta de mais arte aqui pelas paredes.

// 03: um dos meus primeiros pins na história da minha existência na internet foi esse carrinho. Na verdade, eu tenho uma foto de um carrinho desses, turquesa, salvo numa pasta avulsa do meu primeiro computador de mesa, aquele que fazia barulho pra conectar. A Nicas Rainha da Minha Vida importou um desses carrinhos de onde? Da Rússia. Meu sonho. Carrinho da IKEA meu amor.

// 04: cortinas fazem parte da categoria “muito dinheiro, pouca alegria”, porém já tá mais do que na hora de terminar de comprar as cortinas aqui pra casa. Queria assim, bem levinhas, só pra dar um charme.

// 05: pra quem disse que não tem mais espaço aqui em casa para colocar mais planta: quero uma árvore. Essa é uma Ficus lyrata e eu tô bem apaixonada.

// 06: um tapete enorme, bonito e aconchegante pra poder deitar no chão da sala com vinho e migas.