• do coração,  teorias da madrugada

    eu e a Rainbow e os livros

    Eu já falei tanto de girl crush aqui que vocês já devem estar com uma impressão bem específica de mim, né? Sem problemas. Primeiro é a Lena Dunham, cujo meu cosplay involuntário só não é mais deprimente e escrachado (oi, quem tá loira? que, não eu.) porque a gente ainda não se conheceu. Depois tem a Amy Poehler, rainha das rainhas, aniversariante de ontem e dyva-mór da minha vida. E agora eu vim aqui falar da Rainbow Rowell. Essa é a Rainbow Rowell. Ela é linda desse jeito. E ela escreve livros. Segundo ela mesma, algumas vezes são livros sobre…

  • teorias da madrugada

    eu não sei usar o whatsapp

    Eu não sei usar o whatsapp. Em primeiro lugar, eu não entendo o whastapp. Veja bem: eu não sou uma dessas pessoas blasé que reclama da tecnologia, dos smartphones, da vida, do café gourmet. Eu amo imensamente todas as facilidades, eu abro o Instagram como primeira coisa do meu dia, eu sofro a cada mensagem do Facebook que o 3G da Vivo não me deixa ler imediatamente. Mas eu não entendo o whatsapp. Não consigo imaginar uma coisa mais opressora do que um aplicativo que me deixa conectada a todo mundo o tempo todo. NÃO DÁ. Tipo, tô cagando, gente.…

  • teorias da madrugada

    porque eu gosto de John Green

    Quando começou a febre do moçoilo, eu fui bem vendida atrás dos livros. Não é mistério pra ninguém o quanto eu gosto de literatura juvenil, então nada mais justo do que descobrir quem era tal do tio que postava vídeos incríveis por aí, tinha um Instagram hypezinho e, de quebra, fazia uns livros. Mas não: eu nunca entrei – mentira, agora eu entrei e tô viciada, é claro – no canal dele, e só comecei a seguir as fotos depois que vi aquele que garoto bun-di-nha tinha sido escolhido pra fazer o Augustus no cinema. Bleh. A princípio, comprei Quem…

  • teorias da madrugada

    do que eu falo quando falo de corrida

    Agora eu sou dessas que corre na rua. É gente, vocês viveram pra ver esse momento. Eu comprei shortinhos “coxas-saradas”, eu pretendo ter um tênis fluorescente, eu estou, inclusive, pesquisando preço daqueles troços que você põe no braço pra segurar o iPod. Sérião. E foi aí que eu percebi uma regra pra ser aplicada em todas as áreas da vida mas, especialmente, aos relacionamentos. É a regra da corrida. Não, nada a ver com quão sarado o possível bofe é. Absolutamente longe disso. A regra da corrida diz respeito à maneira que o possível bofe corre. Porque gente, você pode…

  • teorias da madrugada,  vida bandida

    o lado de cá é bem bonito

    Depois de um dia como esse, o que a gente faz? A gente escreve. Eu decidi fazer História com 17 anos porque eu gostava de histórias. Sempre gostei de ouvir histórias e de inventá-las. Do Pirlimpimpim meio pornográfico da minha Bisa às continuações de Harry Potter que só existiam na minha cabeça, eu sempre fui apaixonada por histórias. Daí eu me enganei tremendamente achando que era ali, na margem dos 47/100 da Fuvest que eu ia achá-las. Pra resumir o causo todo, eu desisti de História e das histórias antigas e me encontrei no Jornalismo. E encontrei pelo caminho um…