projeto de vida

piquenique de aniversário – festa em dobro

Cês devem estar me achando maluca – meu aniversário foi há mais de 1 mês e eu AINDA FALANDO DISSO. Chega, né, Isadora? Gente, a verdade é que tá rolando uma mudança maluca aqui na vida (dessas físicas, de casa, mesmo) e todo o meu mini-tempo útil está sendo utilizado para empacotar/enrolar/encaixotar/embalar coisas.

Mas como eu não quero deixar vocês sem atualizações aqui, resolvi relembrar esse dia lindo que foi mais um aniversário em dobro: aniversário pisciano meu e de uma das amigas mais importantes da minha vidinha, de quem, além de tudo, eu serei madrinha de casamento <3 Amor enorme, amor maior que tem.

E como a gente simplesmente AMA por a mão na massa e deixar as coisas com a nossa cara, bom… Enfrentamos a chuva de São Paulo, uma ida ~de leve~ à 25 de março e horas no mormaço que renderam uma magnífica insolação nas duas pra fazer esse piquenique pros amigos no Parque Villa Lobos. Resultado: comemoração do jeito que a gente queria, com gente muito querida e nem a chuva conseguiu atrapalhar!

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ganhamos esse naked cake INCRÍVEL da Bolo 22, que faz coisas deliciosas e lindas!

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O bolo de banana também é de lá 😉 As outras coisas nós fizemos em casa!

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Gostaram? 🙂

Desafios literários

(eu disse que ia escrever 1 post por semana esse ano, né? comecei arrasando ¬¬)

Ano passado eu enrolei tanto que acabei deixando passar o Desafio Literário do Tigre, um desafio literário (duh!) da linda da @tadsh que sempre ajuda a gente a desempacar leituras e compartilhar opiniões. Nesse começo de ano, acabei encontrando por aí um milhão de outros projetos/desafios/metas de leituras que me pareceram super bacanas pra 1- acabar com pilhas de livros não lidos; 2- ajudar na ideia de movimentar o blog nesse novo ano.

Recebi um aviso do Goodreads que todos meus amigos estavam se colocando metas de leitura esse ano e uma vontade maluca de me livrar das minhas coisas (isso ainda vai render post). A minha é de 30 livros, o que, considerando que meu trabalho exige que eu leia muito, é bem humilde. Vi também essa lista do Buzzfeed Books que tem várias resoluções de leituras interessantes e bem possíveis, que se adequam ao que eu quero/preciso/consigo fazer em 2015, do tipo ler os livros que você já comprou, mas nunca leu, e ler sua lista “to read”; além dos objetivos mais concretos de “tempo”, tipo ler um livro por mês e ler por uma hora todo dia. Sussa, né?

Também achei outras propostas bacanas por aí: o Clube do Livro do GWS, que sugeriu Não sou uma dessas, da Lena Dunham, que eu já li e comentei por aqui, além de Fundação, do Asimov, que é uma das minhas pendências literárias que eu pretendo liquidar esse ano; um reading challenge mais elaborado que a Ana Carô compartilhou no blog; o projeto Reading Women que a Camis postou no Não me mande flores. Além de um clube do livro desses ao vivo e a cores – sim, isso existe, gente! – que eu vou participar.

Muita coisa, né? E daí no meio disso tudo comecei a ficar aflita com a possibilidade de decepcionar ou não cumprir uma dessas metas. Olha o tamanho da bobagem! Já tem tanta coisa nessa vida que a gente tem que fazer, com prazo, a tempo, pra que fazer isso com a parte boa da vida? Bah. Faz parte das minhas metas desse ano pegar mais leve com essa coisa do temque: temqueir na exposição, temquecomer o prato novo, temquevestir tal peça, temquepostar no instagram.

Eu resolvi pegar mais leve. Todos esses desafios literários vão me ajudar bastante na hora de escolher a próxima leitura e, se tudo der certo, pra postar minhas opiniões sobre os livros por aqui. Mas acho que é só isso. Sem muita pressão ou obrigatoriedade. Acho lindo quem consegue se organizar a ponto de cumprir direitinho as metas, viu? Não me levem a mal. Por aqui, eu vou mais de boa até que isso se torne uma dessas rotinas suaves e tranquilas que 2015 precisa ter.

balanço geral

Então, é Natal.

Heh.

Claro que eu vou usar essa data magnífica pra vir fazer o balanço geral de 2014, porque não poderia haver data mais emocional/sentimental/meudeustôdestruída pra tanto, né. “Nesta fase, Isadora, procure tomar um cuidado maior no que diz respeito a surtos de melindre emocional”, pede meu horóscopo. CLARO. Tá fácil. Eu nem chorei assistindo 1- ao show do Roberto Carlos; 2- ao especial da Fátima Bernardes. Uhum. Tá tranquilo. Acho que mais ou menos desde outubro que eu venho fazendo esse balanço e implorando que o ano acabe.

Na real, eu ainda acho que ele não vai acabar. Tenho a consciência que vai chegar dia 31 e eu vou estar sentadinha, quietinha, com os gatos no colo esperando ansiosamente as 12 baladas e, PUF, de repente vai ser janeiro de 2014 de novo.

Porque, gente, esse ano foi meio complicado, não foi? Eu tô vendo muita gente exausta. Eu tô exausta. Cansada dele mesmo, sabe? De existir nesse ano, e acho que essa foi a sensação geral. Não foi exatamente um ano ruim: muita coisa boa aconteceu, muitas conquistas importantes, muitos momentos bacanas. Mas tudo meio atropelado. Não sei se porque muita coisa aconteceu ao mesmo tempo, mesmo as coisas boas vieram de uma maneira corrida, difícil de conseguir e difícil de aproveitar. Vou dar um exemplo:

Eu estava em dúvida sobre comprar um Kindle ou comprar uma bicicleta. Eu fiquei o ano inteiro pensando se eu comprava um Kindle ou uma bicicleta, anotando os pontos fortes e os fracos de cada um, sonhando com cada um, colhendo informações sobre cada um. Eu consegui decidir no último m-i-n-u-t-o o que eu iria comprar: um Kindle. No último minuto, quando nada poderia dar errado, quando eu tinha que ir na loja HOJE ou HOJE e comprar o bendito. Dai apareceu uma puta oportunidade: um desconto de R$ 50 em uma promoção de revista (sim, isso existe ainda). UHU QUE SORTE! Dai você liga pra loja da promoção. O cara fala que não tem nada disso, que não sabe. Aí você desliga. Liga de novo. Outro atendente: claro que tem, vem aí, escolhe teu Kindle, a gente tem 19289182 opções! Aí você pede mais informações sobre cada uma delas, fica 40 minutos no telefone, fica mais em dúvida ainda, procura na internet seiscentos vídeos-resenhas de cada modelo, sendo que tem até às 21h pra escolher, sair do trabalho, ir pro shopping, entrar na loja, pegar o bichinho que você escolheu e ir pra casa feliz. Nesse meio tempo, caiu uma bomba no trabalho, você se atrasa, chove como não chovia há 6 meses em São Paulo, tudo alaga, você se atrasa 4 horas, chega faltando 15 minutos pra loja fechar, descobre que está com virose e precisa ir ao banheiro urgentemente mas não dá tempo porque a loja vai fechar, segura o piriri, briga com o namorado no meio do caminho, não te atendem na loja, escrevem seu nome errado e a encomenda não confere, na hora de pagar o cartão dá erro, arruma, paga, saí da loja, vai no banheiro correndo e chorando, abraçada na caixinha preta, sai, pede desculpas pro boy, senta no restaurante, tem febre, não consegue comer, volta pra casa correndo segurando o piriri de novo.

E descobre que o Kindle foi a melhor compra do ano <3

2014 foi assim. Coisas maravilhosas aconteceram. Todas elas, de maneiras bem bizarras.

E coisas bizarras aconteceram também. Essas foram a maioria.

Mas, por mais que eu esteja realmente a fim de esperar 2015 chegar dentro de um iglu, sozinha, enchendo a cara de champanhe, vale parar agora para agradecer e comemorar também as coisas lindas. A casinha nova, os gatinhos – ah, os gatinhos! – algumas pessoas maravilhosas que seguraram o forninho de 2014 comigo, sem deixar cair e, principalmente, todo um processo de autoconhecimento hippie que, meio na base da porrada, me ajudou bastante a crescer, segurar a onda e acreditar que o próximo ano vai ser melhor. Mais centrado, mais tranquilo e mais certo de si e de mim.

Já que esse é o momento, vale também fazer um overview do que eu me propus no começo de 2014 pra ver que não estamos tão na pior assim, eu acho:

1. Investir mais em mim: meio check. A ideia era parar de ser muquirana e investir em mim mesmo, pessoa-Isadora. O que eu fiz de duas maneiras bem específicas: fazendo absolutamente todos os cursos do mundo para ~descobrir o que eu quero da vida (tô quase lá) e mudando meu cabelo como se não houvesse amanhã. Mas faltou cuidar da saúde. Ahhhhhh se faltou ¬¬

2. Correr: HAHAHAHAHAHAHA. (Pensando bem, talvez eu devesse ter comprado a bicicleta…)

3. Voltar a estudar: check check check. E não quero parar, não, foi a melhor coisa que fiz esse ano, apesar de ter destruído minha vida social ocupando todos os dias da minha semana. E eu ainda quero estudar uma língua em 2015.

4. Aprender a viver com menos: check. Ou meio check, mas tô no caminho. Entendendo melhor o que eu preciso, o que não preciso e o que eu “posso”. O Kindle entrou nessa brincadeira, mas ele é tão lindo que merece um post só pra ele.

5. Ler mais e escrever mais: check. Especialmente na parte da leitura, até porque meu trabalho exige bastante dessa parte. Escrever também fez parte da coisa dos cursos e, tomara, vai continuar fazendo. O blog não entrou nessa brincadeira, infelizmente, mas (lá vou eu) acho que vou conseguir me organizar melhor no ano que vem. De qualquer maneira, não por quantidade, mas por qualidade e estilo, estou bem feliz com o que rolou por aqui este ano 🙂

E pra 2015, tia Isa? Tenho até medo. Mas vamos lá:

 1. Cuidar mais da saúde e do corpo: vou me comprometer publicamente aqui e entrar em algum #projetoverão da escolha de vocês. Esse ano foi também um ano de aceitação – obrigada Olga <3 – e muito mais entendimento do meu corpo – ainda tenho um caminho gigantesco por aí, mas vamos lá. Mas algumas coisinhas eu sei que posso resolver/melhorar só deixando a preguiça de lado. A bicicleta vai deixar de ser um presente de Natal e vai virar uma realidade em breve. Me aguardem!

2. Por em prática o que estudei: duvido que eu pare de fazer os cursos todos, mas acho que tá na hora de por em prática o que aprendi, né? Ou ao menos tentar de verdade, até pra ver se alguma delas é uma possibilidade real de mudança de vida daqui em diante.

3. Levar as coisas mais numa boa: let it goooo… Além da minha relação com as pessoas, comigo mesma. Entender que é completamente normal e aceitável passar um domingo sem olhar pra uma lista de “coisas a fazer” e ficar olhando pro teto com um gato na barriga. Ou andar por aí sem precisar colocar no instagram. Faz bem pra saúde.

4. Fazer mais trabalhos manuais: já diz meu mapa astral que se esse peixinho não tiver nenhum lugar pra canalizar a energia criativa que mora dentro dele, entra facilmente numa espiral de depressão e autodestruição avassaladora. Então vamos lá gente, tirar do Pinterest toda a minha capacidade de fazer terrários, crochê, ponto cruz, desenhos, objetos de decoração e casas na árvore.

5. Escrever mais aqui: tô gostando cada dia mais desse canto. Nem que seja no esquema diarinho (vocês podem ir embora, se quiserem), mas quero passar mais por aqui. Não quero botar metas (oi, resolução número 3), mas seria legal se saísse 1 postzinho por semana, né? Acho viável, acho possível. Me incentivem 🙂

2015

E gente, vamoquevamo. 2015 há de ser mais gentil, mais tranquilo e as conquistas de 2014 que ainda não foram aproveitadas continuarão existindo. Cabe a gente achar espaço – sempre tem! – pra que venham outras, né?

Feliz ano novo!

slow fashion normcore alguém me faz parar de comprar roupa

Faz bastante tempo que li um post em um dos meus blogs favoritos – sim, é claro que eu leio blogs, é claro que eu tenho meus favoritos – sobre um armário mais minimalista. Quer dizer, totalmente minimalista, muito antes do hype com o minimalismo, a tipografia e as suculentas. O post do Ricota não derrete era curtinho, mais falando do design do “closet flutuante” do que do conceito, em si, mas mexeu um pouco comigo.

Explico: eu sou um monstro consumista. Really. Desde que comecei a ganhar dinheiro, lá no auge dos meus 17 anos, eu fiz apenas uma coisa: comprei. Roupas. Sapatos. Livros. E olha, longe de mim fazer uma crítica no esquema “namore uma mulher que compre livros e não sapatos aqui”, porque todos eles, os livros, os sapatos, as milhares de roupas, e todas as outras tranqueiras, fizeram parte de todo um amadurecimento pessoal que fez com que eu me conhecesse muito melhor. Muito. Eu demorei pra chegar num “estilo pessoal”? Demais. Eu passei por fases constrangedoras, da modinha, que nada tinham a ver comigo? Porra. Eu gastei mais dinheiro que deveria e poderia estar dando entrada no meu condo em Seattle agora se tivesse economizado? Provavelmente não, mas quase.

Tudo isso me fez perceber duas coisas 1) eu preciso dar um fim das minhas roupas; 2) eu preciso aprender a comprar. Já comecei a fazer as duas coisas, claro, porque aqui não tem brincadeira não, mermão. Tenho 4 ou 5 caixas de roupas para doação separadas, aguardando a minha boa vontade de descer com elas até a igrejinha mais próxima, e bom, quanto à segunda parte… Estamos caminhando. Eis que no meio disso tudo, desse processo que começou no início de 2014 quando eu me mudei de casa e percebi que não são todos os apartamentos do mundo que têm armários que comportam o meu volume de compras absurdo, surgiu uma coisa que aparentemente se chama Slow Fashion.

Amo essas tendências Slow Something. Ah, amo. Tem gente chamado de Normcore também. Eu tenho uma palavra muito complicada e conceitual que vou tentar explicar pra vocês da maneira mais didática que conseguir… Assim… Chama BÁSICO. Lembra? Quando a gente falava “básico”? É tipo um básico cool. Camiseta cinza mescla. Aliás, um ode ao cinza, aos 50 tons de cinza, a todos eles. Preto. Branco. Jeans é o máximo que a gente vai abusar. O simples do simples, de um jeito “só tenho 2 camisetas em casa”. E dai, quando você colocar aquela camiseta pink escondida no armário, BOOM. Ousada.

Ah: listrado. CLARO. Modelagens amplas, quase sem pregas, estilo sou-magra-e-posso-usar-sacos (eu não posso, mas eu uso). Saias longas. Comprimentos até a canela. Duvidosos.

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casual

Tô achando bonito. Na verdade, um meio termo entre todas essas coisas. Menos peças. Peças melhores. Menos promoções, mais investimentos. MENOS ROUPA, mais Omo, né minha gente. Estou desesperadamente procurando vestidos-longos-de-uma-cor-só. Preto. Cinza. Cadê a Hering que antes servia pra isso, comprar roupas básicas? Não tem mais. Alguém tem uma costureira amiga? Agora as peças básicasslownomcoregatadopinterest custam 200 reais também. O que acaba levando todo o meu plano por água abaixo.

Mas tá legal. Tô na escala de cinza. Tô nas modelagens amplas. Tô nas saias longas. Com um toque hippie. Com chinelos. Ahhhhh, os chinelos…

PS: ah, eu achei um blog (claro) absolutamente maravilhoso que fala sobre tudo isso de uma maneira muito incrível, o Into Mind. É uma consultoria de estilo ali, linda, gratuita, cheia de imagem do Pinterest. Ele te dá vários passo a passo explicadinhos e inspiradores sobre como “refazer” seu armário/estilo; dá dicas práticas (e bonitas, ah a beleza!) para exercer todas as propostas; e propõe algumas reflexões sobre o que realmente é levar uma vida melhor com menos. E aqui tem TUDO. Muito bacana!

halloween atrasado – e bem mais divertido

Festinha dá certo quando é assim: ainda que não seja na data mais correta – quando a casa tá vazia! -, mas com quem a gente ama e muita, muita criatividade. Eu sou maluca por decoração de festa e, quando deram a deixa “nós vamos fazer um Halloween fora de época”, corri pra 25 de março com o pouco que restava do salário e voltei com a sacola cheia. O que virou:

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Abóbora nojentinha: abóbora de plástico, uns R$ 3. A gente cortou a boca com estilete e encheu de guacamole!

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Bexigas engraçadinhas: bexiga, né, gente? E caneta de CD. Voilá!

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Cortininha de fantasmas: melhor DIY – barbante, uma sacola de bola de isopor pequena (R$ 6) e um pacote de guardanapos. É só ir amarrando e desenhando as carinhas, fica mega simpático!

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Mais abóbora e uma caveirinha. R$ 3 também, é tipo uma cestinha pra colocar doces. A gente pôs velas dentro pra iluminar.

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Copinho de festa colorido e caneta. SIMPLÃO. E um pacote do bom e velho pirulito que deixa a língua azul…

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Eu tava saindo da loja de decoração quando vi jogado num canto um monte de saquinho com aquele musgo falso, de colocar em vaso, sabe? Juntei 2 sacos desse com uns de pout pourri e pronto: floresta maligna. O esqueleto foi o que saiu mais caro na decoração: o pacote com 4, R$ 10.

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Mais papel, mais copo plástico 😉

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Luzinhas de natal: SEMPRE TENHA. Melhor jeito de iluminar uma festa!

Um dia eu vou largar tudo e viver disso. Anotem aí o que eu tô dizendo. E sim, eu faço a sua festa, é claro!