favoritos

favoritos #8

Eu não faço ideia do que aconteceu em junho – durou 5 segundos, né? Socorro, minha gente. Bem vindo, segundo semestre. Mãe, alguém para de girar o mundo assim?
Vamos às melhores coisas vistas por aí:

O trabalho da Kim Welling:

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As roupas da Sheila Couture:

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Essa declaração do Sendak, transcrita no blog da Cosac:

“Apesar de eu não escrever para crianças, descobri há muito tempo que elas são a melhor audiência. Elas certamente fazem as melhores críticas. São mais honestas e diretas que críticos profissionais. Claro, qualquer pessoa é. Mas quando crianças gostam do seu livro, dizem: “Eu amo o seu livro, obrigado, eu quero casar com você quando eu crescer”. Ou: “Querido senhor Sendak: eu odeio o seu livro. Espero que você morra logo. Cordialmente”.”

A decoração da Hermano Gato, que é fofa do começo ao fim:

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E bora se preparar para o fim do ano! >.<

favoritos #7

Maio durou uns 3 anos, né, migas? Vou falar baixinho pra esse dia 31 não durar pra sempre…

Esse texto da Contente sobre disponibilidade 

A Contente tem as iniciativas mais bacanas relacionadas à internet que eu conheço, incluindo um projeto que me agrada muito, de reviver a newsletter e dar a devida importância aos textos escritos fazendo eles chegarem diretamente no seu email – uma coisa que eu venho tentando fazer ultimamente é transformar meu email numa caixa de entrada de coisas importantes de verdade, e não só num reservatório de spam. Esses dias eu recebi esse texto, sobre disponibilidade, que me serviu bastante como um alerta sobre a vida em geral.

O blog Um ano sem lixo e essa iniciativa bacanérrima

A gente produz muito lixo desnecessário, né gente. O blog da Cristal traz jeitos simples pra gente prestar mais atenção no dia a dia e ser mais consciente em relação ao que consumimos. As dicas são ótimas!

O texto da Anna Vitória sobre Como pegar mulher na balada

É autoexplicativo, né, gente. Porfa, leiam, divulguem, imprimam, distribuam na Augusta.

“Sempre digo que feminismo pra mim é uma questão de reconstrução diária. Vejo minhas ideias de hoje em dia e fico me perguntando como podia ser tão equivocada há apenas dois anos. […] Tenho algumas questões bem mais consolidadas na minha mente, alguns posicionamentos bem mais fincados no meu idealismo e tenho me importado bem menos com questões pessoais e bem mais com questões de classe. Porque nós mulheres somos uma classe, não se engane. Não existe pra mim individualidade numa sociedade que nos enxerga como massa. Dito isso, gostaria de dizer como tem sido pra mim assustador ver o movimento feminista lutar contra si mesmo e ver muito mais ódio que luta.”

Isso:

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favoritos #6

O favoritos agora vai ser mensal, porque eu comecei a perceber que quero postar meus links amados a cada semana, loucamente, e aí o blog vai virar só isso. Então na última semana de cada mês, taca-lhe retrospectiva do que eu achei de mais legal na internet, rapaziada:

Esse texto do Olga sobre manterruptingbropriating, mansplaining e gaslighting: 

Porque o machismo está nos detalhes, e a gente tem que prestar atenção pra não reproduzir/endossar esse comportamento ridículo da nossa sociedade.

O trabalho dessa editora maravilhosa, responsável pelos maiores livros desse incrível fenômeno dos Young Adult:

“In the cosseted world of children’s book publishing, getting an editorial letter from Ms. Strauss-Gabel, the publisher of Dutton Children’s Books, is the literary equivalent of winning a golden ticket to Willy Wonka’s chocolate factory. It virtually guarantees critical or commercial success, and often brings both.” Sério, se eu encontrar essa pessoa na rua, provavelmente eu cometa assassinato pra tomar o lugar dela.

As 10 lições de vida que a gente pode aprender com as Spice Girls:

eu era completamente viciada em Spice Girls na pré-adolescência, fazia coreografia, aprendia inglês, dançava e cantava loucamente. Foi bem legal voltar no tempo e ver o quanto elas foram importantes pra mostrar de verdade o girl power da época.

Na mesma vibe, esse texto importantíssimo da sempre ótima Anna Vitória, mostrando porque (e como) a gente tem que se amar:

“Sou contra a gente TER QUE fazer esse monte de coisas porque alguém disse que do jeito que estava não estava bom. […] É esse imperativo que me mata, porque ele vem de todos e de ninguém, seguindo uma ordem pra atingir um objetivo impossível de ser alcançado.”

E, pra finalizar com lindeza, o tour pela casa da Elsie, que é tipo um sonho, só que existe de verdade:

favoritos #5

esse texto lindo da Raqs me incentivando a correr:

“Tem meia horinha? Faz meia horinha. Caminhe devagar, vá sentindo o que o seu corpo pede. Aos poucos, vá intercalado uma caminhada mais puxada, um trote… Não tenha vergonha de olhares alheios, ninguém paga suas contas. Apenas vá, respeitando seus limites. Cansou? Diminua o ritmo. Respire, se concentre. Aproveite o tempo para pensar no bem que você tá fazendo pro corpo e pra mente. Repita o processo dois dias depois. E mais dois dias. E assim vai…”

esse post (e esse blog, meu deus!) maravilhoso, que ensina a fazer colares com pedras:

esse texto da Clara Browne no blog da Alpaca Editora, sobre a importância da literatura juvenil pras garotas:

“Na literatura juvenil, nós, mulheres, somos rainhas, somos rebeldes, somos o que queremos e precisamos ser. Rompemos com ideias institucionalizadas e criamos nosso próprio mundo. E isto que hoje em dia é visto como ficção de baixa qualidade é também nossa real revolução”.

 

favoritos #4

Ainda tô nessa vibe analítica dos 26 anos – que ainda não chegaram – então tá difícil de pensar em qualquer outra coisa. Por enquanto, ficam essas coisas lindas que eu achei durante a semana:

Essa loja e essa modelo:

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Esse post sobre ilustrações motivadoras do Pequenina Vanilla:

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Esse texto da Emma Barnes:

“Acho incrível que exista tanta oportunidade para o mercado do livro, e tanta escassez de habilidades para aproveitá-la, com um apetite aparentemente muito pequeno para mudanças. Faça de 2015 o ano em que você vai aprender a programar – para o bem da nossa indústria.”

A Jout Jout <3

Boa semana!