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favoritos #34

[no sentido horário]
A Pri Barbosa é uma das minhas ilustradoras favoritas, mas essa imagem – que está no seu lindo Calendário 2018 – eu tô tendo problemas reais para processar. Olha que coisa mais linda! | Acho que já deu a vibe do minimalismo, certo? Todos de acordo? Tá liberado colocar uma tapeçaria dessas na parede do home office? | POLÊMICA! A cor do ano da Pantone é o roxo Ultra Violet que deixa a Isadora de 17 anos extremamente feliz! No Follow the Colours tem mais explicações sobre a escolha, vai lá!  | Não sei direito porque sugiram na minha frente fotos do Jardín Etnobotánico de Oaxaca e eu só posso acreditar que é destino <3

// Começo e termino o ano enaltecendo a existência, a carreira, os textos, a música dessa mulher, então vem comigo nessa retrospectiva da Patti Smith, no Nexo;

// Tem um vídeo documentário sobre os 40 anos de Heroes, do David Bowie, narrado pela Florence Welch, e eu não sei porque não estamos, todos, falando disso no mundo;

// Às vezes eu acho que se encontrar sem aviso a Nuta na rua eu vou ter um piripaque. Queria ter 1/3 da clareza e da segurança na escrita que essa mulher tem para falar de assuntos tão importantes e tão duros: O que autoestima tem a ver com autocuidado, no maravilhoso GWS;

// Postei e saí correndo do dia: Por que as mulheres transavam melhor no Socialismo, traduzido por Adelaide Ivánova na série “é doutrinação esquerdista suficiente ou tá pouco?”, inventada e liderada por ela mesma HAHAHAH TE AMO;

// Se você ainda não baixou os planners mensal, semanal e diário – além de outros incríveis, tipo o para blog! do Não Me Mande Flores eu não sei como você está pensando em planejar seu ano. Sério, corre!

// Saiu a lista das mulheres mais inspiradores de 2017, do Think Olga, e além de começar a seguir um batalhão de mulheres fodonas, a minha alegria imensa de fazer um tiquinho parte dessa lista de estar entre o grupo lindo das Maravilhosas Corpo de Baile. Que incrível!

// Eu tenho muita dificuldade de falar sobre meu estilo, minhas escolhas no armário e “esteticamente”, então eu simplesmente vou lá e leio a Ana – e acho que faço isso desde…. sempre? Dessa vez ela pensou sobre a estética minimalista, as marcas e as mensagens que ela passam, além é claro do cabelo mais bonito de toda a ~blogosfera!

// Tudo isso aqui, repetir e repetir:

coloca intenção no que te faz – verdadeiramente – feliz. não mudes as tuas escolhas em função das necessidades alheias. faz mais por ti, para ti. quando te sentires sem fé, desmotivado ou desligado de tudo e de todos (até de ti mesma), estás no ponto certo, na hora certa e no lugar certo para mudar. agarra esse sinal. faz uma escolha corajosa: escolhe com o coração. desapega-te dos resultados. livra-te das expectativas. não fales: sente. faz-te esta pergunta: onde escolhes permanecer e onde escolhes sair? a primeira coisa que te vier à cabeça é a que o coração te quer mostrar. confia. confia. confia.

Tá acabando, ai ai ai. Cês tão felizes? ❤️

favoritos #33

[no sentido horário]

Normalmente coisas de cozinha não me emocionam, mas olhem esses potinhos!!!1 | Eu amei essa casa, mas eu definitivamente quero ser amiga dessa pessoa | As peças feitas com resina da Gabby D, especialmente essas todas com cores unicórnias | Os papeis de parede e outras estampas da designer Teresa Chan

 

// Sempre bom lembrar, nesses tempos nefastos, dessas cinco brasileiras que fizeram do corpo um instrumento artístico e político, na matéria da Revista Cult;

// A lindeza que é esse perfil da Joni Mitchell, na New Yorker, que lembra a gente quão revolucionário é se apaixonar e permanecer inteiro;

// Ainda no mesmo tema, o questionamento da maravilhosa ComumMundo interno e autonomia afetiva: como podemos ser mais livres? Assistam ao vídeo 🙂

// Quem está no ar, quem quem quem? O documentário Primavera das Mulheres, que acompanha o crescimento do feminismo em 2016, ano em que mulheres voltaram às ruas contra a cultura do estupro e os retrocessos nos direitos conquistados.

// As reflexões da Aline Valek sempre me acolhem, e dessa vez tem um combinho sobre criatividade que ó, até aqueceu aqui dentro: sobre cuidados com a nossa energia criativa; um anti-conselho para jovens escritores; e as armas das pessoas criativas;

// Esse texto da Anna Terra que eu poderia ter escrito: minha casa, minha energia; Destaco logo o primeiro parágrafo:

Sempre que eu vou me apresentar, seja numa palestra ou até mesmo pra explicar melhor quem eu sou e o que eu faço, começo dizendo: Meu nome é Anna Terra, eu sou dona de casa e mãe de bichos. Porque antes de qualquer posto profissional, eu sou isso. E digo que amo comida, viagens e faço uma caipirinha bem boa! 🙂 E eu sempre me orgulhei de dizer que sou dona de casa. E todo mundo que vem aqui diz que minha casa é minha cara, e eu fico toda besta sorrindo e achando isso o melhor elogio que meu cantinho pode receber.

// Por que tanta gente quer “morar no mato”?, com esse nome ótimo da ótima newsletter da Carla Soares, que é sobre gastronomia e mais um monte de coisa boa da vida, que é um alento, e também um alerta:

Estou ponderando todas essas coisas porque depois desse tempo experimentando a vida aqui ficou claro pra mim que não basta se mudar pra uma cidade menor pra resolver todos os problemas. A escala das cidades resolvemos trocando cidade gigantes por menores, e isso é muito relevante, mas a questão é que só isso não é suficiente. Ainda estaremos por demais dentro do sistema. É preciso tempo e paciência pra se ajeitar e encontrar aquilo que se deseja, ou realmente romper ainda mais com algumas coisas que esperam que sejamos e façamos. Por isso é que eu e meus amigos, mesmo morando num lugar com 75 mil habitantes, continuamos falando de ir “morar no mato”. Nas cidades maiores, as opções de resistir e fazer diferente são mais estranguladas, mas isso não significa que não seja preciso pensar nessa resistência em qualquer contexto em que a gente caminhe. Seja na capital, na cidade grande, ou até mesmo no meio do mato.

// O vídeo sobre carga mental da Hel Mother, que já foi quadrinho no facebook e textão em revista gringa, mas que tá aqui mais uma vez, tão explicadinho que até dói – dói, num dói?

Quanto link bão, né não?

favoritos #32

formatinho novo, gostaram? 🙂

[no sentido horário]
As fotografias extremamente controladas e vibrantes da Maria Svarbova, simétricas e coloridas, de piscinas soviéticas | Esse ensaio com a girl crush Elisabeth Moss meu deus do céu que mulher, que eu vi no Não Me Mande Flores | A marca francesa de roupas Wear Lemonade socorrinho quero tudo | Esse apartamento colorido e maravilhoso, claro, no Histórias de Casa <3

 

// O futuro é alguma coisa?, texto da Milly Lacombe na TPM, sobre a angústia e o cansaço que dá nessa nossa revolução (?) feminina;

// Mulheres não são reclamonas — só estamos de saco cheio, sobre carga mental, esse termo tão importante e que quando a gente lê sobre fazemos aquele famoso “é isso!!!!!!!!”, que é originalmente um artigo maravilhoso da Harpers Bazaar;

// Esse mini roteiro para quem ama arquitetura em São Paulo, lá do Follow The Colours, porque essa cidade nunca vai ficar chata pra mim;

// Sobre o aborto no Brasil: A descriminalização do aborto é para o bem de todas nós, e Há uma ação pela descriminalização do aborto no Brasil – o que isso quer dizer?, no Olga, sempre.

// Esse vídeo, essa banda, que saudade do verão:

há dias em que repito a minha vida muito baixinho, só para te poder dizer, até ao infinito dos meus dias, tenho tanta sorte em ter-te…

favoritos #31

Grazadeus a gente tá fugindo um pouco do minimalismo monocromático e valorizando ilustradoras como a Bijou Karman | EUVOMORRE COM ESSA LOJA DE FLORES DARK GÓTICA HANNIBAL SOCORR | O instagram accidentally Wes Anderson é de dar quentinho no coração | Ia dizer que tô morrendo de vontade de adotar o franjão, assim, mas já aconteceu risos

// Vegana e Feminista: Sobre Não Hesitar Em Aderir aos Rótulos, no Modefica (uma tradução da Vilda Magazine);

// Porque meus amigos querem ir morar “no mato”?, na newsletter da Fê Canna;

// 3 atitudes simples que vão te fazer realizar tudo o que você mais quer na vida, no Girls With Style;

// Lena Dunham já está criando nova série com a mesma produtora de “Girls” SIM PFV LENA SIM, via Papel Pop;

// Se eu não amei esse cantinho “jardim de apartamento” da Casa de Colorir com a Imaginarium e a Tintas Coral? Sim, amei. O tipo de projetinho que eu adoraria fazer aqui em casa também;

// Duas reflexões bem importantes sobre os 30 (ou os quase 30), que vão muito de encontro ao que eu ando pensando sobre isso: a da Mari Rodrigues, no Hoje Vou Assim OFF, e a da Loma Sernaiotto;

// Um enorme arrependimento: não ter ido no show da Ibeyi, essa dupla maravilhosa aqui que lançou música nova e clipe malucão e lindo:

The simplest antidote to a tough day is generosity. Waves are free, and smiles are an irresistible bonus.

favoritos #30

Essas fotos maravilhosas e sensíveis foram feitas pela Jacqui Kenny, que sofre de agorafobia e encontrou no Google Street View uma maneira de conhecer e se conectar com o mundo <3 | Estou morrendo de vontade de encher a casa de pedras e cristais e drusas e bruxaria | Descobri esse ano a maravilha que é usar capas de chuva e quero uma exatamente assim | Fazia tempo que não postava aqui uma das lindezas que descobri através do Não Me Mande Flores, então fica esse espelho maravilhoso que tem um vasinho e esse design e ai meu coração

// Lendo Ferrante no mundo dos homens, na newsletter No Recreio, da Anna Vitória Rocha, que é uma das melhores “resenhas” sobre os livros da Elena Ferrante que já li;

// Gender beyond the binary-video, cinco pessoas não-binárias falam sobre a sua experiência e as pressões que sofrem nesse mundo heteronormativo que vivemos, no The Guardian

// Mascaradas do Guerrilla Girls atacam machismo dos museus e vêm ao Brasil;

// No Dont’ Touch My Moleskine: I needed color, o vídeo do Jim Carrey que viralizou, sobre sua trajetória com a pintura e como isso curou seu coração; e essa entrevista com a Jemima Kirke bem real e dolorida e linda;

// Plantas para usar no banheiro, da Selvvva com o Histórias de Casa, ou sempre-cabe-mais-planta-acredita;

// Da série textos que me destruíram e me montaram melhor: Ser grande e querer ser pequena, do A Dupla Face, e Querida amiga magra, a gente precisa conversar, no A Fala.