diarin

diarin #3 – e tudo foi maravilhoso

Ano passado eu tirei um restinho de férias – tinha usado 15 dias pra viajar pra Cuba “fora de época”, então tinha mais uns diazinhos finais pra aproveitar – e não fiz… nada. Cheguei a dar uma passada na praia, mas foi meio estranho, voltei pra uma São Paulo em que fazia 35 graus e quis morrer durante todos os minutos que sobraram. Até comi umas coisa gostosa e vi umas coisa bonita, mas não foram assim, férias memoráveis.

Esse ano eu casei.

Minina, eu casei e fiz tudo aquilo que envolve casar – e talvez um pouquinho mais – desde uma festa que foi, sem dúvidas, o momento mais feliz da minha vida*, até uma lua-de-mel incrível, romântica, aventureira, em restaurante grifado e com comida de rua, com perrengue e com luxo, muito bacana mesmo. Eu também descansei, fiquei com os gatos, mudei todos os móveis da casa de lugar, arrumei os armários (desarrumei outros, desgurpa Marie Kondo), fiz minhas arte pra vender na praia, fiz vaso de planta bonito, até dei umas saidinhas com as amigas. Foi daora.

Sim, eu vou contar tudo pra vocês com detalhes. Mas não agora. Primeiro porque há uma ressaquinha espiritual rolando aqui, depois porque eu preciso falar sobre algum outro aspecto da minha vida antes que ache que agora acabaram todos os momentos incríveis da minha vida. Então vamoquevamo.

(Eu gostei muito de fazer essa newsletter que num é newsletter e eu não me sinto obrigada a escrever toda semana, e vocês?)

Tô assistini
Eu e todo mundo estamos assistini Orange is The New Black e Game of Thrones, né? Você também está? Claro que está. Não adianta dizer que não está, eu sei que está. Hunft. E tipo, o mais legal de acompanhar essas duas séries, pra mim, é ver como elas estão ~no compasso do seu tempo (eita) e acompanhando as tendências mundiais e ouvindo seus fãs. Ou seje: de olho no twitter. A evolução das duas é nítida e os caminhos que elas tomaram também. E o que isso quer dizer? GIRL POWER CARALEA SANSA STARK RAINHA DO MEU CORAÇÃO. Claro.

Também dei uma segunda chance pra Gotham – que é bem divertida! – e Sherlock – que eu já não aguentei uma vez e estou oscilando muuuuuito entre momentos bons e momentos de sono profundo. Vamos ver o que aparece por aí agora. Sugestões?

E daí que eu viajei e peguei mais ou menos umas 12 horas de vôo em que eu conseguir assistir  alguns filmes – títulos em inglês porque eu fui alfabetizada com a Sasha assisti tudo no original com dublagem em espanhol e tô com preguiça de procurar o nome em português, beijos Latam:

The intern: que comediazinha mais fofa e pra deixar o coração quentinho. Bocozinha dessas que a gente ama e tem vontade de virar amiga da Anne Hathaway. Eu amo como o Robert De Niro realmente se aposentou e resolveu fazer todos os filmes ruins que seu passado permite. Amo. É o que eu pretendo ser da minha vida. | How to be single: mixed feelings. Engraçadinha pero aquela forçadinha de barra pra ser mucho descolada, feministinha pero aquela cagação de regra pra agradar Hollywood, aquele meio termo que deixa a gente meio feliz, meio confusa de ter gostado. | This is 40 meu deus que filme ruim meu deus Paul Rudd por que meu deus.

Tô leni
HAHAHAHA. Next.

Não, sério, eu comecei a ler duas coisas: Garotos Corvos, por influência da Anna, e Pureza, do Jonathan Franzen, porque me incluíram em um clube do livro muito legal. Tipo coerência, né? I know. Li mais do que 20 páginas de cada um? HAHAHAHA. Ah, eu também li Salt, que porra, putaqueopariu, porra. Mas esse foi antes de tudo. E que porrada.

Tô fazeni
Olha, eu diria que ainda é cedo (cedo, cedo, cedo, cedo). Que eu ainda não comecei a pensar o que vai ser desse semestre, qual foi o balanço de 1 ano de trabalho, qual foi a reflexão dos 27 anos passado o susto. Eu preciso, sim, muito, arrumar alguma coisa pra fazer. Tô fazendo umas coisa bonita, mais livre pra pegar as coisas e botar a mão na massa com menos pressão, mais livre pra procurar uns cursos sem aquela obrigação de ter que ~servir pra algo, mas ainda sem saber muito bem o que fazer com tudo isso.

Os tombo que eu tô levani
Lembra que eu tava toda felizinha com o pilates? Fuén. Uma mistura de fatores professor insuportável e falta de dinheiro me fez desistir, outra mistura de fatores casamento e viagem e ceviche infinito me fez engordar loucamente em um mês, e uma terceira mistura de fatores socorro cicarelli me fez voltar pra boa e velha e horrorosa como eu odeio aquilo academia de sempre. Wish me luck. Eu odeio aquilo com todas as minhas forças, mas fiz um desses acordos ótimos que a gente faz consigo mesma que se eu conseguir emagrecer os quilos que preciso, ganho de presente uma aula de pilates topzera. Aguardemos.

Os pulo que eu tô dani
Eu finalmente cortei/arrumei meu cabelo – tava naquela fase “deixa crescer pra ””fazer alguma coisa”” pro casamento” e foi a coisa mais bonita da minha semana. Olha só como tá lindo e divo. Num tá? E bom… É isso. Eu acho. Já já eu vou conseguir enxergar que mais que tem, num vou? Ô se vou. Wait for me.

diarin03a

o dia <3 | a viagem | o gato | o cabelo (e a cara de sono)

Agora eu tenho que descobrir-escolher o que eu quero fazer da vida daqui em diante. Eita. Faço uma pós? Continuo a fazer cursos de artesanato como se eu realmente fosse vender miçanga? Adoto mais 5 gatos e fico de boas? Inauguro uma hashtag de projeto verão e fico rica vendendo meu corpinho? Veremos.

* Durante a viagem, num mercado de pulgas em Bogotá, havia uma família de nenéns catiorros muito nenéns e com muito frio e envoltos em um cobertorzinho e fazendo montinho neles mesmos para fugir do frio. Eu, obviamente, fui lá e mergulhei no meio deles e peguei um deles no colo e levantei ele na direção do meu rosto e ele mordeu meu nariz com aquela mordidinha banguela de filhote de catiorro. Desgurpa, mas esse foi o momento mais feliz da minha vida, o casamento foi daora até.

diarin #2 – socorr maio já é junho socorr

Gent. GENT. Tá corrido, néam? Vou ser dessas que fala O ANO TÁ VOANDO, mas migas, o ano tá voando. Não tá? Com certeza é porque eu tenho essa data muito importante marcada pra justamente a metade de 2016, claro, e eu tô fazendo tudo-tudo-tudo focada nela – o que farei quando ela passar? Não. Sei. Mas tá que tá uma loucurinha essa vida.

Sabe, eu tava aqui pensando com os meus botões – especialmente depois de um texto mega importante pra mim e que ninguém leu (SIM ESTOU MAGOADA LEITORES) – que, conforme passam os anos, o que ficam são as pessoas. E não é uma coisa assim “ah, o importante é ter amigos” ou “eu tenho os melhores amigos do mundo” (tenho alguns dos melhores, sim), mas, ao menos pra mim, o que ficam são as pessoas que a gente cruzou no caminho, saca? #isazen Tipo, eu tô aqui, casando, e falando com inúmeras pessoas avulsas: gente ~da internet que ~me acompanha há muito tempo, e deseja – e eu consigo sentir a honestidade disso – “tudo de melhor e muito amor”, ~fornecedores que são incríveis, e aparecem com coisas lindas, vibes boas, e te dão a certeza que vai ser tudo cheio de amor, a alegria visível das pessoas ao seu redor quando uma coisa legal assim vai acontecer… É lindo, sabia? Mesmo que haja alguns percalços e, always always always, as decepções, é claro, no geral, a vibe é aquela do meu primeiro ano da faculdade de jornalismo em que eu queria “ouvir histórias e conhecer pessoas”.

(Não que isso tenha dado muito certo, néam migos jornalistas, mas sigamos).

Mas tamo aí, curtindo umas vibes boas, dando risada da quantidade de approachs #noivafitness #bumbumnanuca que eu tô recebendo e miamando um tiquinho, porque é bom de vez em quando, né? Já que vocês gostaram do formato do post Diarin, segue abaixo comunicação att,

Tô assistini
Eu vi Girls e Broad City conforme o prometido, e não posso dizer de qual gosto mais, mesmo. Mas eu posso dizer que gostei muito desse texto do Girls With Style que fala que a diferença entre um e outro é o “levar-se a sério”, e acho que esse é o ponto mais importante de tudo: eu, que me identifico muito com a Lena Dunham, sou do time que diz “imagina não vamos nos levar a sério olha aqui estou até escrevendo sobre como meu emprego acabou com a minha criatividade” mas, na real, estou ali, me levando mais a sério que próprio emprego, tendo certeza que vou mudar uma geração com o meu textinho de merda. Broad City não: Broad City é sobre como é zoeira – e tudo bem! – ser xóvem. É uma delícia. Amo os dois. Sou Girls, mas queria ser Broad. E eu também vi mais uma temporada de Good Wife e, meu deus, que série maravilhosa, como eu te amo Alicia Florrick.

Vi também Black-Ish, que é uma série engraçadinha de uma família negra rica nos Estados Unidos, cheeeeeeeeia de problemas, muito machista, mas, falando aqui da minha bela cadeira branca e privilegiada, que toca nuns pontos importantes para discutir racismo – se isso é válido para quem realmente importa, não sei, não posso dizer. Sei que tem essas crianças e eu estou com sérios problemas com essas crianças.

Ah e também teve a óooooooooooootema The Night Manager que é uma mini-série britânica <3 inspirada no livro do John le Carré <3 com o Hugh Laurie (SIM O HOUSE) <3 <3 <3 e o Tom Hiddleston (agora vejo o motivo de tanto) <3 <3 <3 que é um suspense <3 de investigação <3 e espionagem <3 <3 <3 e tem a Olivia Colman <3 que é a Ellie de Broadchurch <3 <3 <3 que tem o David Tennant <3 <3 <3 <3. Gente, sério, vejam, é curtinha e maravilhosa, e o Hugh Laurie é um ator impressionante.

Tô leni
Por increça que parível, eu realmente li o livro novo da Patti Smith, o Linha M, e conforme havia previsto uma síncope, síncope eu tive. É, sim, maravilhoso, como tudo o que essa mulher faz ou toca. É impressionante e inspirador. Achei melhor que o Só Garotos? Não achei. Mas fala sobre envelhecimento, sobre saudade, sobre perder coisas e sobre se encontrar em lugares, então, né geint, tô chorani só de lembrar. E eu também estou lendo Grande Magia, da Liz Gilbert, que é um quentinho no coração para pessoas criativas que acham que nunca serão boas o suficiente. Quando terminar, conto pra vocês!

Tô fazeni
Nem vou repetir aqui que tô fazendo os rolês do casamento porque já já vocês realmente param de ler tudo o que eu posto né (SIM EU ESTOU MAGOADA GENT). Mas tô. A boa notícia é que tá acabani! E que eu tô cada vez mais empolgada com trabalhos manuais e coisas artesanais e crochês e tricôs e vender minhas miçanga na Paulista. Wait and see.

Os tombo que eu tô levani
Passou inferno astral – não fiquei rica nem magra Susaninha, aiii Susaninha – e passou mais um mês depois do inferno astral, e eu ainda tô com graves problemas de comunicação. Quem me conhece sabe o quanto-isso-me-deixa-desnorteada, porque eu sou uma pessoa das comunicassaum, e não falo necessariamente só de trabalho. Mas tudo bem, há de passar, eu hei de conseguir voltar a falar com as gente tudo. Dizem que tem aí uns oito de dez/onze/doze/quantossão? planetas retrógrados e eu tô procurando nem saber quais são, ignorance is bliss, né. Inclusive vi esse livro aqui ontem e quase saí agarrada com ele da livraria – porque o outro tombo que tamo levani esse mês é a pobreza, essa que não desgruda da gente…

Os pulo que eu tô dani
Eu eu meu tênis novo estamos nos dando muito bem, obrigada. E eu tô muito orgulhosa em dizer que sim, eu voltei pra ioga E também estou fazendo aulas de pilates e estou a-man-do (a parte da pobreza tá aqui, amarradinha aqui, mas nem ligo). Que legal que é fazer uma atividade que te faz bem, né? Tô feliz também que estou bem disciplinadinha, indo todo dia, cedão, sem faltar – no pilates, a ioga eu sou meio várzea, mas estou tentando entender que preciso respeitar quando meu corpo não tá muito a fim. As coxa malhada já vieram? Não vieram. Queria? Queria muito, mais que #bumbumnanuca. Mas estamos trabalhando pra isso e pros braços da Michelle Obama. Se alguém tiver alguma dica, estamos aceitando.

Eu também ando comprando umas coisas bonita, ó:diarin02E vocês, que cês tão fazeni?

diarin #1 – hey março, venimim

Duas coisas me fazem escrever esse post: a vida, que anda mutcho doida, e esse post, que fala sobre newsletters, e minha atual paixão por newsletter e vontades de escrever newsletter e zero condições de me comprometer com isso agora. Entonces, já que eu não consigo escrever mais sobre as séries que eu estou assistindo nem sobre os livros que eu estou lendo ultimamente, resolvi fazer um outro formato de post que englobe (amo essa palavra) uma coisa meio diarinho, meio indicações, meio confissões, meio dia a dia. Mas, Isa, você já não faz isso em absolutamente todos os posts do blog? Eu poderia responder com MIM DEIXA QUE EU NÃO TO BEM MIM DEIXA à essa pergunta, mas vou apenas dizer que sim, porém it’s my party and I cry if I want to.

Obviamente essa ~série~ não vai ser semanal. Esse vai ser gigantão porque faz anos que eu não venho aqui contar oquiquitárolani, mas os próximos serão mais humildes. Eu acho. Ou não.

Tô assistini
// As séries: Making a Murderer me deixou maluca nos primeiros episódios e depois eu pensei seriamente em largar, pois não havia estômago pra continuar. Se vocês gostam de passar mal perante os absurdos da vida, assistam, é ótima. Mozart In The Jungle é toda inha: bonitinha, engraçadinha, fofinha, o Gael é aquela delicinha, mas não passa muito disso. Vou assistir a 2ª temporada? Claro. Love eu ainda não entendi se gostei ou não. Os personagens principais são detestáveis e têm aquela coisa tão insuportável que, vejam bem, parecem até muito reais – o que eu amo, por exemplo, em Girlsmas alguma coisa ali não me convenceu**. 
Ainda tem Girls e Broad City pra começar e eu tô neuvosa.
// O Oscar: na minha cabeça, O Regresso é um filme em que o urso mata o DiCaprio nos primeiros 10 minutos e as outras 2h50 é sobre ele voltando pro Vale Encantado com sua cria. Próximo. Garota Dinamarquesa é um filme lindíssimo e super delicado sobre… a esposa de uma transexual. É uma pena, porque o Redmayne poderia MUITO ~quebrar uns tabus~ se o foco do filme fosse esse, mas não é. Spotlight é foda, a história é incrível, mas né, filme de jornalista, não gente, não. Dos filmes do Oscar, achei A Grande Aposta o mais ousado, que conseguiu me prender apesar do tema insuportavelmente chato – e nem foi pelas explicações machistas com mina bonita, não. Perdido em Marte é absolutamente divertido e caxias como tem que ser. E Creed. CREED. Meu coração é eternamente do Stallone, mais do que eu gostaria de admitir. Mad Max tinha que ter levado tudo, sorry. As menções honrosas do prêmio do meu coração vão para O quarto de Jack, uma ótima adaptação de um livro ótimo e que tem esse garoto que eu não tô conseguindo lidar; a Gloria Pires e o Tom Hardy.

Tô leni
Cara, tá difícil. Vou te dizer que até pra academia (HAHAHAHA) levei o Kindle, mas obviamente não deu certo. O que não faz o menor sentido, já que o A Poderosa Chefona, o livro da Tina Fey que tem esse nome tenebroso, é absolutamente hilário e incrível. Assim que eu terminar, conto aqui pra vocês. E só. No final do ano passado/janeiro (janeiro não conta como 2016) eu terminei várias leituras importantes, tipo O Sol é Para Todos, finalmente – que realmente merece estar em todas as listas de “livros pra ler antes de morrer” – e o livro da Amanda Palmer. Eu ainda vou falar sobre o livro da Amanda Palmer. Muito. Mudou minha vida. Aguardem. Eu estou me guardando pra ler o Yes, Please! e o livro novo da Patti Smith. Prevejo uma síncope.

Tô fazeni
Eu ainda vou contar pra vocês direitin (ou não), mas é o seguinte: eu vou casar. Yey! Sim! E por uma série de fatores, mas que eu vou resumir aqui como pavor a casamentos tradicionais & falta absoluta de dinheiro, vamos fazer uma coisa ~alternativa. O que significa: vai ser pobrinha, mas vai ter amor, e vai ser do bem, e eu vou fazer cada um dos 1500 infelizes arranjos de suculentas que os convidados vão estragar quando estiverem bêbados. Vou. Fazer. Tudo. Sozinha. Então o que eu tô fazeni se resume a olhar o Pinterest como o DiCaprio olhava a estatueta do Oscar e chorar copiosamente com as festas de 100 mil dilmas que vocês dão. Mas vai passar.

Os tombo que eu tô levani
Tem fases na vida da gente que parece que você não acerta uma fucking frase com uma fucking pessoa, né? Tô nessas. De mandar beijo pro porteiro quando ele liga pra falar que a pizza chegou à jurar de pé junto pra chefe que você conferiu o arquivo antes de enviar e, claro, ter mandado um email sem nada anexado. Invejosos dirão que eu tô com a cabeça na lua, mas eu prefiro acreditar em inferno astral. Susaninha já disse que eu vou ficar rica-famosa-magra esse mês. Aguardemos.

Os pulo que eu tô dani
Eu prometi que eu ia ser uma pessoa mais ativa (não vou olhar o post de resoluções de ano novo, não, porque vou ficar deprimida, então comentem aqui se eu prometi isso publicamente ou não, por favor) e sair com os amigos, pessoas novas, pessoas-da-internet, fazer coisas, cursos, dar a cara à tapa. Tô fazeni. Tô completamente pobre, exausta e minha casa criou 3 gatos novos com os pêlos dos gatos antigos, mas tô feliz, cês são lindos, chega de me chamar pra sair que eu tenho arranjo de suculenta pra fazer. E eu fiz um workshop de bordado <3 E eu também comprei um tênis novo maravilhoso de presente-pra-mim-mesma de aniversário. E, enquanto eu escrevo esse post, tomei a decisão de voltar para a yoga. Aguardemos.

diarin01

o que deu pra decorar nesses dias

E vocês, o que cês tão fazeni? 🙂

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Agradecimentos especiais desse post:
Obrigada Nicas, de quem roubei descaradamente o formato de um dos seus últimos posts, DESGURPA; Vaneça, que segue enriquecendo meu vocabulário; e obrigada migas das newsletters, por me fazerem ver que a vida é diariamente muito daora, mesmo quando não é – agora a tem newsletter, run run run!

Pedido de desculpas especial desse post:
A todo mundo que tá comentando aqui e eu não consigo responder nunca/rapidamente: DESGURPA. Eu pretendo melhorar.

** Escrevi bosta sobre a série antes, na ansiedade de “ter que escrever algo sobre a série”. Antes eu tinha decidido deixar a asneira aí, pública, e fazer um mea culpa, mas achei melhor que a retratação tivesse um pouco mais de destaque. Não sei dizer se é porque been there, done that, se foi porque eu simplesmente caí no discursinho pré-fabricado que tentaram nos enfiar goela abaixo, ou apenas porque eu preciso ainda de muito, muito chão pra aprender, mas tinha apenas lidado com Love como “personagens chatos”. E não é isso. Por favor, leiam esse texto ótimo aqui e percebam os vários níveis em que essa série é errada. Errei, viu gente? Eu também já peguei esse boy. E não dá pra gente continuar agindo naturalmente e como se esse boy fosse cool. “E esse relacionamento todo errado onde um manipulador sem qualidade aparente seduz uma mulher fragilizada (que “só quer amar”) pra cagar na vida dela não é inédito, claro. Muitas de nós já passamos por isso. E isso também abre espaço para questionarmos como o amor se insere no nosso imaginário de mulheres. Mas não vi isso na série e, sinceramente, espero mais das minhas ficções. E não porque espero personagens perfeitas nem perfeitos, só espero não ver esse tipo de bosta sendo mostrada como algo bom. Algo cool.”