30 antes dos 30

30 antes dos 30 – Não comer carne por 1 mês

ou Sobre me tornar vegetariana

Faz um tempo que eu decidi me tornar vegetariana. Ovo-lacto-vegetariana, pra ser mais específica, o que significa que eu como ovos e consumo derivados de leite também. Eu não gosto de contar os dias/meses exatamente, comemorar uma data específica, porque minha única e principal “regra” sobre essa decisão foi: eu vou levar numa boa. Eu tenho que levar numa boa, comigo, eu não posso ficar me cobrando ou me sentindo mal com essa decisão, exclusivamente porque minha relação com a comida sempre foi essa: de culpa. Seja na infância dos olhos julgadores para a criança gordinha, seja na adolescência das nóias com as amigas, ou ainda hoje, comida pra mim sempre foi um tópico complicado, cheio disso: de culpa, de julgamentos. Uma relação desfigurada, em que comida virou 1) recompensa por momentos ruins/bons; 2) fonte de preocupação constante.

Gente, é comida. Não pode ser assim. A alimentação é o que deixa a gente em pé, com energia pra mudar esse mundão de meu deus, com vigor pra nos levar pros lugares, com vontade de acordar, de fazer a vida acontecer. Não pode ser um motivo de culpa.

Foram essas coisinhas que fui percebendo com o tempo que me fizeram tomar a decisão de parar de comer carne. Essas, é claro, e a grande sensação de incoerência que eu sentia – veja bem, que eu sentia, porque não dá pra usar isso de argumento pra veganizar ninguém – de me importar, sofrer, sentir, querer, cuidar tanto de alguns animais, e comer outros. Como diz a Ana, minha amiga e um dos grandes motivos dessa mudança na minha vida, “tem que bater”. Não adianta forçar, não adianta tentar doutrinar com vídeos horríveis, não adianta: tem que bater em você, de dentro pra fora, tem que fazer sentido e, eu arrisco dizer, que teu corpo tem que pedir. Tem que vir de dentro pra fora mesmo, sem papo hippie tilelê de humanas – embora seja todo ele.

Eu nunca me senti tão bem com uma decisão.

A primeira mudança é que você acaba se tornando muito mais consciente do que está consumindo. Eu não fico louca preocupada com a quantidade de calorias ou carboidratos, mas sei que as porções do meu prato têm que balancear as proteínas de origem vegetal (sim, elas existem!!), os carboidratos vilões horrorosos meu deus que tenebroso (não), e mais um monte de coisas que vão entrar em meu corpinho de 1 metro e meio e fazer sentido. Veja: você pode se preocupar com isso tudo comendo carne? Pode. Eu me preocupava? Não. Pode ser só um método meio torto de conseguir essa consciência? Pode. Mas, pra mim, funcionou. Muito. Eu continuo sentindo alguma culpa se exagero no doce ou se como alguma massa cheia de queijos e castanhas à noite? Claro que sim. Mas eu sempre – sempre! – me lembro do bem que tenho trazido ao meu corpinho nos outros momentos. É um abracinho, de Isadora para Isadora, assim.

A parte hippie titelê de humanas que você pode não gostar de ouvir é relacionada às energias que eu consumo – e sim, você pode achar isso uma baboseira tremenda, mas é nisso que eu acredito. Então, rapidamente e resumidamente: eu não quero mais consumir nada morto. Eu não preciso disso. Eu não preciso do sofrimento de outro ser vivo pra que eu possa viver. Eu não quero compactuar com essa indústria horrorosa e deprimente (e capitalista até o talo). Eu não quero isso pra mim. Pra mim.

O que resume bem esse meu sentimento é essa conversa da nutricionista que tem me ajudado nessa transição, a Natália Utikava – que tem uma página muito legal no Facebook e uma newsletter incrível de verdade, com dicas práticas e simples para o dia a dia (assinem!):

Considero que a pessoa que optou pelo vegetarianismo como estilo de vida, pratica o mindful eating antes mesmo de colocar o alimento no prato. E não é exagero. São valores. Valores são diferentes pra cada pessoa. Não são melhores ou piores, apenas são. Devem ser respeitados.

A querida amiga Fê Canna escreveu brilhantemente sobre isso aqui“toda vez que eu levanto o garfo, estou sinalizando que eu concordo com o que está no meu prato. Tenho vontade de cuidar para que todo o processo esteja de acordo com os meus valores, e é um exercício diário para sair do automático e questionar. De onde vem? Sobrou? Do que é feito? Mas não é simples, envolve tentativas frustradas, tem ocasiões que eu não tenho vontade de levantar o garfo.”

Eu ainda quero muito parar de comer ovos, leite e derivados. Ao menos em casa. É sobre fazer sentido, sabe? Fazer sentido pra mim. Hoje, não se encaixa na minha rotina – talvez por pura preguiça e falta de hábito, mesmo – um cardápio elaborado, que envolva muita produção, horas cozinhando etc. Eu acho lindo quem faz isso e gostaria muito de chegar nesse ponto, sim. Mas lembra o que eu falei ali em cima, sobre não sentir mais culpa relacionada à comida? Então é com calma, no meu tempo, no que, aos poucos, vai fazendo sentido pra mim, pra minha rotina, pro que eu consigo fazer. Até porque é importante lembrar o quão privilegiada é essa minha decisão e minha postura, desde a primeira linha desse texto, não é mesmo?

São decisões, são escolhas, mesmo. E pra tomá-las, a gente tem que ter alguma motivação, senão nada se sustenta. Uma das coisas mais legais que aconteceu recentemente foi quando, em um retorno, a nutricionista me pediu que eu levasse a embalagem de um produto que eu gostava muito, pra analisarmos juntas os componentes. E eu não tinha nada em casa para levar! Nenhum saquinho, nada embalado, nada industrializado – exceto uma bolachinha toda orgânica de chia e os paranauê todo, que ela mesma tinha indicado. E isso não foi feito com nenhum esforço ou nóia não: foi completamente natural.

Eu sinto as mudanças visíveis no meu corpo, na minha pele, no meu cabelo, no meu sono, na minha disposição, sim. Mas eu sinto também as mudanças mais internas, de uma decisão coerente com o momento da vida em que eu estou hoje, com a pessoa que eu me tornei e, principalmente, com a pessoa que eu ainda quero ser.

alimentacao

Se eu puder deixar um conselhozinho aqui, no final de todo esse blá blá blá, ele seria: pense sobre a comida que você come. Se pra você não faz sentido – se não te incomoda, se você acha que não vai ter tempo de cozinhar, ou se simplesmente você não quer, tudo bem – para de comer carne, não pare; mas que tal procurar saber a origem da carne que você está comendo? Hoje dá pra achar frango Korin em quase todos os mercados, e a diferença de preço é bem pequena. E os ovos, você sabe como são produzidos? Dá uma olhada nesse documentário do Gastrolândia e começa a procurar por ovos orgânicos e caipiras – tem até no Extrinha, te juro! E sabia que se você reduzir seu consumo de carne apenas uma vez por semana, como aderindo ao Segunda sem carne, já muda drasticamente o dano ao meio ambiente a longo prazo? É verdade!

Vou terminar esse post por aqui, antes que vocês desistam de mim, com duas indicações em frentes opostas: uma na vibe vamo veganizar na base da porrada, de uma palestra essencial, pesadíssima e importantíssima; e outra na base do vem comigo ser feliz e comer bem, com sugestões deliciosas e de deixar com fome.


esse post faz parte da série ~30 antes dos 30~, lista ambiciosa de coisas que eu separei pra fazer antes da fatídica idade chegar. você pode acompanhar meu fracasso por aqui – mas eu torceria por mim. estou torcendo. vamos lá. 

30 antes dos 30 – Participar de um projeto voluntário

Começamos bem essa história de 30 antes dos 30 <3

Há bastante tempo eu estava querendo participar de um projeto voluntário – até, dica migas, como uma maneira de dar algum sentido mais prático ao meu tempo e diminuir aquela velha loucura de “não estou fazendo nada de bom” – e, claramente, seria alguma coisa voltada para animais. Pessoas, elas são complicadas, bichinhos não. Ainda que tenhamos que nos envolver com pessoas para ajudá-los ¯\_(ツ)_/¯

Ainda bem que a vida tem me dado pessoas incríveis pelo caminho. De um dia pro outro, retomei uma amizade querida com a Ana  – sim, a mãe do Café e do Django, meliores catiorros dessa internet <3 – que me apresentou gente muito do bem como a e a Lully, todas engajadíssimas na causa dos bichíneos. E a Lully, essa pessoa de outro mundo que dedica a vida a isso, é a idealizadora da empresa social Celebridade Vira-Lata que, nos seus 8 anos de existência, já castrou mais de 9 mil bichos. 9 MIL BICHÍNEOS GENTE. Sabe?

Eu não vou entrar aqui nos detalhes de importância da castração e adoção de bichinhos – e cada vez menos eu estou tolerante pra ter discussões como “mas eu queria tanto um cachorro que não late!” ou “mas eu preciiiiiso ter um corgi”, então vamos evitá-las – mas vamos pelo princípio básico de: não se precifica a vida, não se compra um animalzinho, não se deixa um bichinho solto, especialmente, sem castrar, reproduzindo loucamente e espalhando ainda mais bichinhos precisando de lares por aí. Ok? Então ok. Castração + adoção = todo mundo feliz, animaizinhos e pessoinhas. Simples, né?

Bom, eis que pensando nisso, a Celebridade Vira-Lata organiza a festa do Dia Mundial do Animal, comemorando o mês dos animais. O evento aconteceu esse ano lá na Casa das Caldeias – que lugar lindo, gente! – e teve uma programação incrível com palestras, workshops, shows, exposições, bazar de ONGs e pequenos empreendedores animais com a renda revertida para a causa e comida vegana delícia.

Foi um domingo inteiro, de de manhãzinha até à noite, carregando caixa, caminhas de catiorros maiores que eu, empurrando mesa, anotando inventário, vendendo, explicando, contando dinheiro socorr cicarelli num sei e aprendendo muito, muito, mas muito mesmo, sobre como a vida da gente pode ser, sim, mais meaningful. As barrinhas do coração e da energia voltaram pra casa batendo no teto de tão recarregadas <3

E como eu sou um gênio e não vim aqui escrever antes do rolê, pra vocês poderem ir (!), venho aqui escrever depois do rolê pra vocês saberem como ajudar: comprem o calendário de 2017 do Celebridade Vira-Lata. Primeiro porque ajuda esse projeto lindo de castração, ajuda os bichinhos, ajuda a gente a ser mais consciente. Segundo porque OLHA ESSA MARAVILHOSIDADE:

calendario-mesa-2017

Tem catiorro de carnaval, tem catiorro reflexivo, tem catiorro Iemanjá. SÉRIO GENTE. Não tem como resistir a isso, né, minha gente? E claro, você também pode doar diretamente no página do projeto.

Dizem que a gente faz esses atos de bondade, de voluntariado, na verdade, apenas pra gente – uma coisa bem egoísta assim. Pra nos sentirmos bem, pra compensarmos algo, pra nos exibirmos. Meio cético, né? Mas, se for pra ser por esse lado, por mim, bom também, e fica a dica: participar disso fez com que eu me sentisse, sim, bem comigo mesma, bem com o mundo, e tivesse uma pontinha de restauração de fé na humanidade. Me motivou pra mudar mais. E me ajudou com questões aqui de dentro. Se por egoísmo ou altruísmo, tanto faz: ajudem. Vocês vão ver como faz bem!


Esse post faz parte da série ~30 antes dos 30~, lista ambiciosa de coisas que eu separei pra fazer antes da fatídica idade chegar. Você pode acompanhar meu fracasso por aqui – mas eu torceria por mim. Estou torcendo. Vamos lá. 

 

30 antes dos 30 – um post ambicioso

Vocês já devem ter notado que eu não sou uma pessoa que cumpre com metas – vide todos meus posts de “resoluções de ano novo” que vêm consistentemente sendo abandonados antes de janeiro sequer chegar ao fim (nem vou linkar, nem tentem). Mas aí que junto com esse monte de reflexão bizarra que esse Retorno de Saturno (sim, já aceitei) está trazendo, eu achei que seria uma boa ideia fazer uma listinha de coisas que ainda quero fazer e colocar um prazo aceitável para que elas acontecem – exatos 2 anos e meio de hoje, quando eu, Isadora, a primeira de seu nome, farei 30 aninhos e SOCORR.

Breve interlúdio: era pra ter postado isso ontem, não postei. Vim aqui editar tudo hoje no almoço pra ficar bonitin e vocês ficarem felizes. Postei. O WordPress não publicou minha versão atualizada. Ô CAPETA.

Se eu estou em paz com essa perspectiva? Digamos que tamo aí. É mais uma sensação de não parece que é real do que um desespero com a ideia de fazer 30, sabem. Me parece que eu vou ficar eternamente com aquela sensação de que eu não sei o que tô fazendo da minha vida, sendo que eu deveria ter noção disso com essa idade. Ou não? Sei lá, mas vamos nos incentivar a fazer coisas belas, né migas. Vamos a elas:

  1. Ficar de boas com meu guarda-roupa: ousseje, mandar mais (mais!) um monte de tralha embora e comprar mais um monte de tralha nova, essas mais condizentes com a Isadora senhoura de 30 anos que serei (mentira, continuarei comprando camiseta de personagem).
  2. Conhecer mais lugares novos em São Paulo: não, esse tópico não (e nunca) se trata de baladas. Tamo falando de comer, tamo falando de beber, tamo falando de postar foto hipster no instagram e ser trendsetter e se amontoar nas filas pra entrar. Tamo.
  3. Fazer mais atividades ao ar livre: vamo fazer uma trilha, uma caminhada, um piquenique no parque, vamo dar um rolê né gente. O sonho da minha adolescência era ser adulta e “fazer bate-volta da praia” e a quantidade de vezes que eu fiz isso até hoje é ingoal a 00.
  4. Ficar de boas com a Isa 2019: #projetoisapanicat2019. Cês vão ver. Confia em mim. Cês vão ver. E meu cabelo estará lindo.
  5. Fazer um atividadji física regular: que é diferentji do item acima pois consiste em praticar um esportji ou similar com prazer e certa dedicação ou pelo menos adicioná-lo a minha rotina. Veremos.
  6. Tirar um projetin do papel: um deles. Tem tantos. Tem milhares. Não precisa ficar rica, não precisa por no currículo fake, não precisa fazer cartão de visita: só tirar do papel e parar de se arrepender por não fazer.
  7. Conhecer a Europa: Rory Gilmore me convenceu. Óbeveo que não A EUROPA assim né gente toda ela, mas uns dois ou três países acho que meu 13 guenta se nosso excelentíssimo presidente me conceder essa honra até lá.
  8. Conhecer mais do Brasil: porque pelo amor de deus né mores, se a gente vai pra Europa num tem como ficar viajando pela América Latina todo ano. E esse país é bonito à beça também e tem migos espalhados por aí pra gente conhecer.
  9. Day spa: Dia. De. Princesa. Se a gente não pode ser rico todo dia, vamos pelo menos fingir ser rico um dia da vida, né? Quero um dia inteiro de sombra e água fresca e massagem nos pés e não pensar nos boletos.
  10. Não comer carne por 1 mês: primeira tentativa de parar de comer bichinhos e viver mais em paz consigo mesma namastê. | Sobre me tornar vegetariana
  11. Ver um jogo de futebol no estádio: pra poder xingar tudo o que eu quero num ambiente controlado. VAI CORINTHIANS!
  12. Andar de bicicleta: veja bem, aprender eu já aprendi. E, igualzinho ao que eu fiz ao aprender a dirigir (sim, eu sei dirigir, eu só não quero dirigir), eu aprendi e nunca mais tirei a bicicleta da ~garagem. Ousseje: parar de ser idiota.
  13. Tirar os dentes do siso: ousseje: parar de ser idiota [2]. Me recuso ser uma panicat de 30 anos com cabelos incríveis e dentes adolescentes, me recuso.
  14. Escrever e enviar um livro infantil: postei e saí correndo.
  15. Tatuar os gatíneos: fazer desenhos dos meus gatos na minha pele, gente, peloamordedeus, não confundam.
  16. Fazer um BEDA: eu vi vocês fazendo coisas lindas e fiquei coinveja. Vamo ver se me programando com dois anos e meio de antecedência eu sou capaz ¯\_(ツ)_/¯.
  17. Fazer um curso de “design”: de artji. Não precisa ser nada grandioso ou comovente, é só pra conseguir fazer as montagens mais profissionais e os memes menos porcos.
  18. Estudar uma língua: para que pueda hablar cosas lindas com Pedro Pascal, por ejemplo. Sem grandes aspirações, gente.
  19. Ensinar algo a alguém: o quê? Num sei. Pra quem? Também não faço ideia. Mas se eu souber fazer alguma coisa que você queira aprender, fala comigo 🙂
  20. Cantar no karaokê até ficar sem voz: Adele. Aerosmith. Bon Jovi. Ragatanga. Porque é uma das coisas que eu mais me divirto fazendo e faz milênios que eu não faço, então me convidem porfa.
  21. Ir em um desfile das escolas de samba São Paulo com a minha mãe: de novo, para poder gritar VAI CORINTHIANS em ambiente controlado.
  22. Aprender a costurar: vender as miçanga na praia, gent, tá aí o futuro. Pra gabaritar a tabelinha do “tia do artesanato” definitivamente, certo?
  23. Presentear com coisas que eu fiz: se você é meu amigo se prepare porque eu vou te encher de coisa que você vai ter que lembrar de tirar do armário quando eu for te visitar.
  24. Fazer um bolo: nunca fiz. Sérião.
  25. Tomar um banho de cachoeira: nunca enganei ninguém tentando ser hipster, sou mesmo hippie e sempre fui;
  26. Participar de um projeto voluntário: muito provavelmente relacionado a bichinhos, claro, deusmelivre ter que me relacionar com gente. | Dia Mundial do Animal – Celebridade ViraLata
  27. Guardar dinheiro: nenhum autocontrole e uma culpa católica (talvez meio turca também) de não conseguir fazer mais isso. Então que fique aqui pelo menos de lembrança pra Isadora do futuro.
  28. Manter/melhorar a frequência de postagens aqui no blog: vejem que eu sou uma otimista, né. MELIORAR. Uhum. Mas pelo menos manter essa coisa miúda de um post por semana nunca matou ninguém vai.
  29. Fazer um post para cada item dessa lista que for “cumprido”: ou estiver sendo, já que nem nos meus sonhos mais loucos eu sequer ousei imaginar (!) que faria post de “avanço dos treinos” ou “tour pelo closet da Isa” aqui. Mas dar uma registradinha a gente vai, ô se vai.
  30. Dar uma puta festa de 30 anos: reza a lenda que eu dou ótimas festas. Quem comentar direitin até os 30 vai ganhar convite, heh.
Aguardemos. Torçam por mim.