viaja isa

bate e volta em Paraty

Falar de “bate e volta” em uma cidade em outro estado parece loucura (e um tanto #classemediasofre né), mas acabou que foi isso mesmo: rapidinha e diferente, essa viagem à Paraty surgiu assim, do nada, foi fechada assim, do nada, e teve um monte de não-programação que normalmente me tiraria do sério mas, olha só, veio pra provar que as coisas podem ser mais despretensiosas, mais simples e até um tanto mais bagunçadas.

É engraçado que eu só tive experiências extremamente atípicas com Paraty. Uma viagem com a escola em tempos imemoriáveis risos; um passeio de ano novo longuíssimo e em companhias daquelas que a gente tem que esquecer, então apaga também os contextos. Chuva, nublado, perrengues, trânsito. Outra graça dessas da vida é que dessa vez teve tudo: trânsito, virose, gripe, febre, perrengues. E foi leve e gostosa e trouxe novas cores a essa cidade que eu sabia que eu tinha que amar. Pronto: Paraty, agora te amo!

Não tenho passeios pra indicar nem lugares pra ir, parece que cada dia mais minhas viagens serão assim: bota um shorts e um sapatinho, sai na rua, dá uns rolê. Vira numas esquinas erradas, se perde, depois volta, de repente encontra o mar, e tá tudo bem. Faz pose na portinha, tropeça no chão de pedra, senta no banquinho e olha de novo, vê o mar. Vê o mar. (Ainda não pisei no mar :().

*****
Duas diquinhas rápidas que valem muito a pena o compartilhar: taqueria Frida & Diego, graça de lugar, quero morar na decoração; restaurante Vinicius, no Centro Histórico – com boas opções veganas, pra quem é de comer com amor ❤️

10 Comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *