About Isadora Attab

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27 anos, SP. Gatos, plantas, decoração, DIY. Coisas bonitas e pipoca. Peixes-Sagitário-Leão. Escrevo porque sou preguiçosa demais pra desenhar.

Posts by Isadora Attab:

30 antes dos 30 – Cantar no karaokê até ficar sem voz

Aquele dos 28

Tem algo de mágico em cantar, pra mim. Eu até canto direitinho – e, ouso dizer, que se me dedicasse a isso, eu ia é arrasar – mas tem alguma coisa de só berrar loucamente imitando a Marília Mendonça. No falsete do Steve Tyler. Tem algo de libertador e ousado e em grande parte fomentado pela minha magnífica lua em Leão em subir num palquinho e performar para desconhecidos e amigos. E com os amigos.

No meu aniversário – que já passou há tanto tempo que parece até outra dimensão – eu finalmente consegui ir a um karaokê. Tradicionalzão, da Liberdade, com a galera cantando Whitney Houston em japonês. E foi o quê? Foi, sim, foi maravilhoso! Marcando aqui pra me lembrar de sempre inventar uma desculpa para marcar um get togheter ao som de Ragatanga na minha bela voz.

Top 10 Hits da Isadora no Karaokê

  1. Someone Like You – Adele
  2. Cryin’ – Aerosmith
  3. Livin’ on a prayer – Bon Jovi
  4. Toxic – Britney Spears
  5. 50 Reais – Naiara Azevedo Ft. Maiara e Maraisa
  6. Infiel – Marília Mendonça
  7. Wannabe – Spice Girls
  8. I Want it That Way – Backstreet Boys
  9. Zombie – The Cranberries
  10. Total Eclipse of the Heart – Bonnie Tyler

Obviamente não teremos vídeos nesse post 🙂

 


esse post faz parte da série ~30 antes dos 30~, lista ambiciosa de coisas que eu separei pra fazer antes da fatídica idade chegar. você pode acompanhar meu fracasso por aqui – mas eu torceria por mim. estou torcendo. vamos lá. 

avoa #1 – fugidinha pra Campos do Jordão

Olar. Será este o início de uma nova era uma série de posts sobre viagens? Veremos. Torçam para que sim. Me dá um desespero esse mundo moderno que a gente não imprime foto e faz evento ca família pra ver o álbum de 250 fotos de mãe? Sim.

Pois bem. Daí que desde a situação política-social-brasileira-mundial o meu aniversário eu estou morrendo de vontade de sair correndo de São Paulo – sem sucesso. Uma outra hora eu escrevo sobre isso, mas a única dificuldade na vida que eu tenho de ter escolhido não ter carro é justamente essa: viajar pra perto. Veja bem: quer ir pra Cuba? Pra Rússia? Pra Madagascar? Tá sussa. Quer ir pra praia? Não, sem carro não dá. Isso já vinha me frustrando há algum tempo e me deixou bem cabreira no fatídico dia de meu nome, mas eis que, no aniversário do boy, esse lindo, resolvemos investir real oficial na busca de uma viagenzinha rapidinha sussinha vamo sair daqui antes que a gente morra, já que também era feriado.

E daí a gente achou Campos do Jordão.

#disclaimer: eu tenho preconceito. Tenho sim, real oficial, eu assumo. Tenho preconceito para com essa cidade topster que é Campos-meu (leia com sotaque paulistâaaaaanu), depois de toda uma vida vendo pessoas erradíssimas indo passar feriados certíssimos nesse lugar. DESGURPA CAMPOS. A condição de ir pra Campos-meu era, então, ficar bem longe – veja bem, eu disse BEM LONGE – do centrinho rodízio de fondue casa do Dória palácio do seu-não-meu Governador. E assim foi.

Encontrei os Chalés do Rancho Santo Antônio fuçando real oficial nas fotos dos conhecido no instagram #teamointernet. Assim que entrei no site, soube que poderia ser o que fosse, poderia ser o próprio Satemer me recepcionando que todos meus princípios seriam postos de lado imediatamente. Por que, vocês me perguntam? Por isso:

Gente, cês tem noção que minha cara de bolacha tá ali e do outro lado tem a serra e araucárias e frio e plantinhas e tudo que nos separa é esse vidro e um deque? UM DEQUE?

Aham.

Isso que eu nem vou comentar que no nosso chalé também tinha uma hidromassagem e uma lareira. Yas queen.

Bom, já que vamos ser blogayrinhas de viagem aqui, vamos aos fatos práticos: dá pra ir de São Paulo a Campos do Jordão de ônibus, saindo do Tietêzão de meudeus. A passagem é uns R$ 50 golpinhos por pessoa, por trecho. No feriado, demoramos cerca de 4 horas em cada pernada pois, claro, trânsito. Alguém aqui já passou pela cidade de Taubaté sem enfrentar trânsito, minha gente? Eu não. Eu posso estar indo pro Brás que vou dar um jeito de passar por Taubaté e pegar trânsito.

Daí você chega na fofuchérrima e minúscula rodoviária de Campos do Jordão – não sem antes arrumar confusão com o velho sentado atrás de você que resolveu ver vídeos Daquele que Não Deve ser Nomeado SEM FONE DE OUVIDO – e, bom… o Rancho Santo Antônio fica bem distante dali. Não se engane, caro padawan: se você procurar no Google, ele te dirá: 15 minutinhos, sussa, se não tivesse de mala dava pra ir a pé. É-MEN-TI-RA. A gente pegou um táxi (tem ali na saída da rodoviária mesmo) e demorou uns 40 enormes minutos e, atenção: 80 motherfuckers golpes. É. Ouch.

Acho que todo mundo aqui, considerando que acho que vocês são tão pé rapados quanto eu, já passou por essa situação: o taxímetro vai rodando, rodando, rodando, você sabe que ainda falta uma boa pernada pro destino e pensamentos como “será que eu aguento chegar a pé?”, “será que se eu disser pro taxista que não tenho dinheiro ele me leva mesmo assim?”, “será que ele aceitaria favores sexuais pra terminar a corrida preciso mijar sos” começam a aparecer. A diferença é: você está no meio da Serra da Mantiqueira, não tem nenhum carro em volta e sua vista é essa aqui:

Foda-se os oitenta reais, né mores.

Essa não foi uma viagem barata, definitivamente. A estadia nos chalés é cara, ainda mais o pacote para feriado prolongado, não é mesmo? Quer saber? Nos demos de presente e nem Beyoncé poderia nos julgar. Era tudo o que estávamos precisando ficar 3 dias longe de absolutamente tudo, sem contato com outros seres humanos, ouvindo o vendo, no friozinho, e sendo acordados por um picapau que insistia em querer entrar no nosso quarto. Sim, um picapau.

O Rancho Santo Antônio é um espaço gigantescão com atividades “de final de semana”, tipo passeio a cavalo e arvorismo para as crianças, um borboletário (R$ 30 gilmys sdds por pessoa para entrar, não entramos), trilha de bike radical socorr para adultos, tudo o que obviamente não fizemos, visto que a única atividade que fizemos que eu posso listar nesse horário neste blog de família foi acender a lareira e levantar o trequinho de pegar fondue.

Os chalés são equipados com uma minicozinha beeeem completinha, e eles deixam o ~material para um café da manhã bem responsa para os dias que o hóspede vai ficar por lá: tinha frutas, pão, bolinho, bolachas, uns frios e café. É claro que a gente levou um monte de tranqueira para cozinhar por lá, afinal musa fitness a ideia era realmente não sair de jeito nenhum – apesar de que, em um dos dias, descemos até a área “social”, onde ocorrem todas essas atividades das quais falei, e aproveitamos para almoçar uma feijoada bem digna no restaurante do rancho: com feijão sem carne, abobrinha refogada e farofa de pinhão quero tomar banho de farofa de pinhão para os vegetarianos.

Pinhão. Eu não preciso explicar pra vocês que pinhão é o melhor alimento do mundo a essa altura da minha vida, né mores? Ata. Então cês imaginam minha alegria quando eu me dei conta que eu estava no paraíso do pinhão na Terra. Inclusive, no domingo, decidimos dar uma chance ao centro topster de Campos do Jordão pois avistamos a faixa 56ª Festa do Pinhão e quem sou eu pra negar uma FESTA DO PINHÃO. Pois bem, mais 80 fucking golpes e pinhão no crepe, pinhão no macarrão, pinhão na farofa, pinhão na batata frita e, sim, pinhão no pastel – que eu ainda estou aqui pensando se entra no ranking de “pelo menos eu estive viva na mesma Era em que”, que até agora tinha Patti Smith e Beyoncé. Pinhão no pastel, gente.

 

Essa foi, marromeno, nossa viagem pra Campos do Jordão cidade topster de meudeus que nos brindou com as maravilhas da serra, dos pinheiros, das araucárias, do silêncio, do friozinho e do zero contato com outros seres humanos por três dias. Se eu voltaria? Pra ficar no mesmo esquema, voltaria amanhã e moraria para sempre. A cidade em si, o centro, atendeu bastante às minhas expectativas de um lugar muito cheio e com uma vibe muito diferente da minha. O que só me deixou com ainda mais vontade de conhecer a região menos hypada ali em volta, tipo Santo Antônio do Pinhal. Vocês já foram pra lá?

Para informações menos trouxas que as que eu dei, falem com a Viviane, do Rancho Santo Antônio, melhor pessoa <3 O site é esse aqui, babem comigo nas fotos dos chalés, babem: www.chalescamposdojordao.net

favoritos #26

favoritos26

Eu penso em pintar as paredes de casa de cores diferentes mais ou menos 1x ao dia, mas eu nunca tinha pensado nessa altura incrível e nessa composição com a porta <3 | Isso é um sabonete colorido furta-cor degradê maravilhoso DIY não sei viver sem ter você | Vocês acham que eu preciso dizer mais alguma coisa sobre essa sala cheia de plantas? | Isso é um convite de chá de bebê com uma escultura em papel de cactus socorro

// Pra quem fica pirando nessas coisas como eu: a exposição virtual e linda de doer Welcome to the Universe e a exposição itinerante e com uma apresentação horrível, porém maravilhosa Museum of the Moon;

// O Wes Anderson anunciou o elenco e o pôster da sua nova animação e eu estou como? Sim estou morrendo.

// Gosto tanto do estilo, da sinceridade e das reflexões da Ana: O seu olhar sobre você;

// Eita que texto bonito, bonito: O feminismo é questão de tempo;

// Estou lendo o (assustador e maravilhoso) A guerra não tem rosto de mulher, da Svetlana Alexijevich e, ao mesmo tempo, alguém postou no facebook esse link e eu estou apenas obcecada? Colourised Pics Of Russia’s Female Snipers Who Terrorised Nazis, Including “Lady Death” With 309 KillsApenas obcecada sim. 

// Essa playlist absolutamente maravilhosa de… Raggaeton! O fofo Faltou Açúcar está tão viciado quanto eu em DES-PA-CITO! Sube, sube, sube, sube!

não volto mais

2017-04-22 12.50.05 1

Mentira, já voltei. Mas descobri que quero morar nas montanhas e colher pinhão e comer pinhão e falar sobre pinhão. E respirar esse ar que dói o peito até acostumar e acostumar com o frio e comer pinhão.

Não volto mais, não.

diarin #8 – mddc 2017 segura a onda

Minha gente, quanto tempo, quanta coisa, minha nossa senhora de 2017. Parece que faz uns 4 anos que eu escrevi o último diarin. Março foi infinito, não foi? E agora a gente já tá em abril. Acabando a primeira semana. Eita.

Com a quantidade de feriado que esse mês vai ter – não que alguém aqui esteja reclamando! – já vimos o que vai acontecer, né? Trupicamo o dedinho do pé na beirada da cama e puf, cabô primeiro semestre. MINHA GENTE SOS.

TÔ ASSISTINI
Então, gente. Eu tô vendo Mad Men.

Muito provavelmente, até eu publicar esse texto já terei terminado. Muito provavelmente, até eu publicar esse texto estarei em posição fetal chorando de saudade de Peggy Olson. Que mulher, amigos. Que mulher. Que série, amigos. QUE SÉRIE. Eu sei que vocês haviam me avisado, eu sei que vocês tinham me sugerido, EU SEI MINHA GENTE. Desgurpa.

Eu tinha preguiça. Preguiça real oficial de ver, numa série, o que eu vivo mei que todo dia, não exatamente na minha profissão, mas nela também, mas com as pessoas ~do meu convívio. Eu tinha certeza que a bad ia bater. E bateu viu. Minhanossasenhoradadesconstrução, bateu forte. Bateu e ficou porque a cada episódio eu terminava com aquela sensação de “graças à deusa não é mais assim credo os anos 60 ah não veja bem é igualzinho ainda hoje em dia oi Zé Mayer seu escroto”. A sensação de “meu deus as pessoas morriam de trabalhar e não tinham vida e eram enganadas sobre aquilo ser bom e benéfico mas passou ah não pera oi Temer seu filho da puta”.

Bateu a bad e bateu também a saudade porque, pra além de tudo isso, que puta coisa bem construída, que roteiro, que personagens. Update: ontem eu vi o último episódio e eu tô seriamente na bad aqui em casa, minha nossa senhora, que genial e que deprimente. Que série, minha gente.

E que homem – desgurpa, deusa.

Acabei não falando aqui sobre Crazy Ex-Girlfriend, o que foi uma grande falha – da qual eu não me redimirei HEHE. Então deixo o texto da Anna Vitória, no Valkirias, que com certeza é o texto mais completo e maravilhoso que vocês poderiam ler sobre essa série absolutamente maravilhosa.

TÔ LENI
Vou fingir que não entrei em um novo hiato pois tenho medo do que pode acontecer. Vou dizer apenas que terminei o famigerado o O Conto da Aia, da Margaret Atwood, e é muito maravilhoso/ assustador sim, leiam. Leiam muito, até porque vai ter uma série no Hulu – streaming que não tem no Brasil mas que a gente pirateia – que mais parece uma fanfic que eu criei na minha cabeça com Peggy Olson, Rory Gilmore e Pussey como personagens principais. Estamos ansiosas? Estamos.

Eu também li o Outros jeitos de usar a boca (ela só fala ou também beijaaaaaaaaa e essa boca aíiii? DESGURPA) da Rupi Kaur, que é uma porrada dessas de fazer a gente pensar em tatuar coisas e também sobre que catzo que eu não leio mais poesia.

TÔ FAZENI
Vamos por partes. Teve o carnaval que foi e bom e foi ruim, e eu fiquei doente, minando completamente a minha empolgação anual de um final de semana regado à catuaba. Claro que teve o pré-carnaval, que foi e sempre é ainda mais legal que o carnaval real oficial, e foi realmente muito bacana divertido socorro dor nas pernas ai que ressaca mim segura meu amor. Teve, teve sim. Teve fantasia legal, teve sair na rua só de maiô ainda não entendir como foi possível, teve muitos amigos e muita diversão. Mas acho que o espírito carnavalesco acabou sendo minado tanto pela Bad Real Oficial Geral Panorama Mundial quanto pela Bad Pisciana Interna 2017. Aquela, que você não sabe descrever, aquela, que você não se sente encaixada, aquela, que você deixa as pessoas, sempre elas, te afetarem com o individualismo, o egoísmo, a falta de noção de sempre. Aquela, que você fala “então foda-se todo mundo eu não quero mais saber de ninguém” – e sofre até hoje por eles.

Daí teve o meu aniversário. Lembra dele? Bom, a bad seguiu firmemente agarrada no menino aniversário, participando, basicamente, dos mesmos pontos de atrito: ninguém me ama, ninguém me quer, vou chorar na cama, foda-se todo mundo. É mentira. É um esforço monumental pra mim perceber que muita gente me ama me quer se importa SIM, esforço ainda maior valorizar essas pessoas. Mas eu tô no caminho. A dificuldade maior foi enfrentar o sentimento de ESSE PRECISA SER O MELHOR DIA DO MEU ANO e, bom. Cês imaginam a expectativa X realidade, né? A bad, ela não deixa a gente ver as coisas como elas foram de verdade. Teve um karaokê divertidíssimo com pessoas incríveis que estão sempre comigo. Teve A Bela e a Fera, meu deus, teve A Bela e a Fera. Teve minha casa com os amores da minha vida. Teve comida gostosa. Teve um tempinho de merda que me deixou cinza cinza cinza. Mas foi e foi bom. Eu queria ter viajado e sumido do mundo até ele passar? Queria. Eu fiz isso? Não fiz. Eu tô chateada e vou arrastar isso até ano que vem até eu esquecer disso e ficar em cima da hora e não conseguir de novo e a bad bater. Vou.

E teve a vida. Essas fases em que tudo-acontece-sempre-e-todo-final-de-semana-tem-coisa são sempre seguidos de momentos de descanso e calmaria, e eu estou aprendendo a valorizar estes – talvez, mais do que os outros. Eles são maravilhosos. Ficar em casa, arrumar a casa, cozinhar, sair pra comprar uma flor ou uma planta, ver um filme, brincar com os gatos. Só de falar já esquenta o coração. Só de falar mal posso esperar o próximo final de semana!

OS TOMBO QUE EU TÔ LEVANI
A crise do “o que eu quero fazer da minha vida?” nunca passa, né? Quando você acha que ela deu uma estabilizada, acontece alguma coisa, aparece alguém, muda alguma coisa, ou simplesmente, nada muda, e aí ela volta e você fala: são 9, 10 horas do meu dia, e pra quê? Ao mesmo tempo, é difícil conseguir organizar as coisas fora dali, o tempo parece cada vez mais curto, a energia cada vez menor. Fora que a gente vai morrer trabalhando e, muito provavelmente, sem férias e sem VR, né, mores? Essa bad, ela sempre volta.

Minha alergia continua aqui, viu, firme e forte. Tá uma delícia. Eu só quero arrancar membros do meu corpo ocasionalmente, só.

OS PULO QUE EU TÔ DANI
Eu vou lhes dizer, amiguinhos, que finalmente eu tô entrando numa rotina que ~cuidar de mim~ está devidamente representada. Não é como se eu parasse diariamente para fazer tratamentos de beleza, longe disso, mas certamente fazer atividades físicas regulares (sim!), algumas menos, outras mais divertidas, e prestar atenção em certos cuidados, tipo, um creminho, um protetor solar, uma máscara de argila, têm surtido algum (mínimo, por enquanto) efeito e me deixado um pouco menos cabreira comigo mesma. Na verdade, é mais sobre a sensação de estar se cuidado do que com o resultado desse cuidado em si, é realmente uma coisa que eu faço por mim – com os meus dinheirinhos, com a minha falta de sono, com o meu mau humor matinal, mas é por mim e pra mim, então é legal. Bem legal. Recomendo.

Não me sinto nada assim, mas tinha que terminar esse post com esse gif, te amo Peggy sdds.