• projeto de vida

    vida adulta

    Eu resolvi chamar 2013 de “o primeiro ano da minha vida adulta” porque, bom, eu me formei ano passado e tal. É verdade: eu me formei bem depois que a maioria dos meus amigos, eu ainda estou fazendo (estou?) uma faculdade, eu ainda moro com os meus pais. Naquela listinha que eu fiz com 10 anos, “onde você vai estar daqui a 10 anos?”, eu estou é bem atrasada. Mas não tem problema. Eu boto na minha cabeça que vou tatuar a frase do Bon Jovi/Frank Sinatra no meu braço, lembrando que eu fiz tudo do meu jeito e, no…

  • favoritos

    favoritos #1

    Faz tempo que eu penso em como reunir em um lugar só tudo o que eu acho por aí, nessa internet maravilhosa. Eu compartilho bastante coisa no meu Facebook, mas, apesar de achar que ali é o caminho certo, mesmo (já que ninguém entra mais em blog, o novo local de escrita, pra mim, é por lá), ainda falta bastante pro sistema de buscas do tio Mark me deixar à vontade de compartilhar coisas apenas na timeline azulzinha. Pensei em criar uma página do blog, mas a quem eu quero enganar fingindo que vou atualizar o negócio? Talvez, um dia,…

  • teorias da madrugada

    do que eu falo quando falo de corrida

    Agora eu sou dessas que corre na rua. É gente, vocês viveram pra ver esse momento. Eu comprei shortinhos “coxas-saradas”, eu pretendo ter um tênis fluorescente, eu estou, inclusive, pesquisando preço daqueles troços que você põe no braço pra segurar o iPod. Sérião. E foi aí que eu percebi uma regra pra ser aplicada em todas as áreas da vida mas, especialmente, aos relacionamentos. É a regra da corrida. Não, nada a ver com quão sarado o possível bofe é. Absolutamente longe disso. A regra da corrida diz respeito à maneira que o possível bofe corre. Porque gente, você pode…

  • vida bandida

    paladino da dieta

    Eu confesso: sempre tive complexo de mártir. Não é nem difícil admitir isso, porque, admitindo, eu confesso que tenho uma condição, uma condição médica, o que me faz automaticamente entrar numa lista de pessoas com condições médicas e bom, eu tenho esse complexo de mártir. Mas a questão é que eu finalmente eu encontrei um caminho – desses que não faz mal a ninguém, claro – pra canalizar esse sentimento. E esse caminho é minha dieta. Me privar das coisas maravilhosas que a vida me dá é terrível, sim. E, por princípio, eu sou contra essa história de restringir, cortar,…