as séries que estou assistindo – a volta dos que não foram

Tá aí uma constante nessa vidinha de meu deus: assisto compulsivamente a séries. Todo dia. Maratonas no final de semana. Séries sem fim. Assisto séries para matar tempo enquanto minha série não volta ou eu não descubro uma nova série favorita. E as da vez são:

Sons of anarchy: cabô. Eu comecei a assistir e já tinha acabado, na real. Acabou esse ano. É uma série sobre uma gangue de motoqueiros no fim do mundo dos EUA, com problemas de motoqueiros e vida de motoqueiros… Não sentiu uma empatia? MANO É MUITO BOM. É viciante. Você sempre quer mais. E tem a bundinha do Jax. E tem o Opie, meu marido:

Na real fica bem ruim nas últimas 2 temporadas, mas qual série não fica? Breaking Bad é a resposta.

Better all Saul: nhé. Nunca vai ser Breaking Bad. Beijos.

How to get away with murder: ai, gente. Tinha tudo pra ser maravilhoso, né? Tem a diva-mór-surpresa da Viola Davis sendo apenas a advogada fodona do Universo que livra todo mundo da prisão. Tem a Shonda Rhimes, essa coisa abençoada que fez Greys Anatomy (xiu, o pau vai comer se reclamarem). Tem assassinato. Tem investigação. Tem mistério. E tem as atuações mais bestas e os personagens mais rasos e MEU DEUS antipáticos da história da televisão desde a Paolla de Oliveira. Nada cola. Nada. Vontade de continuar assistindo? Zero.

House of cards: não vai ser a minha resenha que vai convencer vocês que essa é uma das melhores séries já feitas, então eu vou me deter em apenas um pequeno, minúsculo, quase ínfimo detalhe que me faz estar chorando nesse momento por ter terminado mais uma temporada: Claire Underwood. QUE MULHER, amigos, que mulher. Gostei muito de como ela cresceu ainda mais esse ano, como o papel dela se consolida como um dos centrais da série.

Unbreakable Kimmy Schmidt: ainda bem que eu não li muita coisa antes de começar a ver, porque eu só sabia o necessário – uma série da Tina Fey. Ainda bem mesmo, porque eu provavelmente nunca me interessaria por nada que a sinopse é “mulher resgatada de um culto religioso tenta se adaptar ao mundo real”. GENTE. Gentê. Vocês não estão entendendo o quanto essa série é genial. Primeiro porque é uma das coisas mais engraçadas que eu já vi nos últimos tempos – e eu meço o nível de engraçadisse de uma série contando o número de vezes que eu tenho que pausar pra continuar rindo. Muitas. É o tipo de humor sarcástico e doentio que faz com que eu me dobre de tanto rir. Depois que tem a pegada feminista cínica que só a Tina Fey, aaaaah a Tina Fey, consegue dar, sem parecer piegas ou panfletário. Lindo. E ainda tem os personagens mais incríveis e queridos e identificáveis do mundo todo. É muito amor só pra tão poucos episódios, viu?

Ah sim, e tem essa entrada. Não sei o que dizer, só sentir:

E aí, que cês tão vendo?