• favoritos

    favoritos #25

    O acessórios de resina feitos pelas meninas do A Beautiful Mess | Era um tutorial de penteado (lindo), também do A Beautiful Mess, mas o que eu apaixonei mesmo é essa blusa maravilhosa e outonal | Esse papel de parede de tirar o fôlego, do My Scandinavian Home, que foge dos tons clarinhos e pastéis das decorações atuais | As ilustrações lindinhas e minimalistas de Oamul Lu, que eu vi lá no Coisas de Pablo  // Muito tem se falado da bendita da Era de Saturno que está (re?)começando agora, e como boa pisciana que sou, tenho jogado toda a culpa do mundo…

  • 30 antes dos 30,  projeto de vida,  vegetarianisa

    30 antes dos 30 – não comer carne por 1 mês

    ou Sobre me tornar vegetariana Faz um tempo que eu decidi me tornar vegetariana. Ovo-lacto-vegetariana, pra ser mais específica, o que significa que eu como ovos e consumo derivados de leite também. Eu não gosto de contar os dias/meses exatamente, comemorar uma data específica, porque minha única e principal “regra” sobre essa decisão foi: eu vou levar numa boa. Eu tenho que levar numa boa, comigo, eu não posso ficar me cobrando ou me sentindo mal com essa decisão, exclusivamente porque minha relação com a comida sempre foi essa: de culpa. Seja na infância dos olhos julgadores para a criança gordinha, seja na adolescência…

  • do coração

    28 quase lá

    Me amar mais. Me amar. Me olhar no espelho e me reconhecer. E gostar de quem eu vejo. E querer ser mais. E sorrir. E deixar chorar. E tudo bem não querer ver ninguém. E fazer carão. E tirar nude. E dançar sozinha. Aceitar que certos lugares não são seus. Aceitar que as pessoas, todas, não são suas. Se aceitar. Se permitir ir mais longe. Levantar do sofá. Pedir desculpas. Ler mais poesia. Escrever mais poesia. Eu gosto muito muito muito muito do número 8, mas acho 28 um número tão feio. Credo. Vou me manter nos 27.

  • do coração

    domingo é um dia bunda #6

    A minha vida, essa eterna quarta série. E como a minha cabecinha funciona, isso também. Se me chamam de “Isadora”, eita, que dor. Se não gostam de mim. Se não me respondem no whatsapp. Se riem com outra. Se roubam minha piada e a tornam engraçada, pois não era minha. Se nada em mim é interessante. Se eu tento tento tento tento tento agradar e se torna essa coisa extremamente insistente e torta e chata – e talvez eu nem seja tão chata assim. Se eu tenho que me convencer que eu me basto. Se eu tenho que me convencer…