favoritos #24

favoritos24

Esse ensaio fotográfico com essas flores | Quero todas essas blusas pra quando o inverno chegar O jardim dessa casa As texturas da Kim Keever

// A playlist pra conhecer Bob Dylan que a Júlia Medina fez no Headcanons (leiam!), e o texto que é uma das coisas mais bonitas e precisas sobre esse amor da minha vida <3

// Essa lista com 7 óleos essenciais que ajudam a aliviar a ansiedade, do Um Toque Pra Você, pra dar uma mãozinha pra todo mundo.

// Dois links sobre beleza, dois links do Depois dos Quinze: essa visita à fábrica da Lush, na Inglaterra, e essa seleção dos batons queridinhos da Mac.

// Dica de app para organizar viagens bem bacana, o My Maps, lá no Lomogracinha.

// Essa indicação de leitura poderosa da Sofia Soter na Deriva, para lermos Pequenas Delicadezas, da Cheryl Strayed – de quem eu não gostei nem um pouco em Livre, mas fiquei morrendo de vontade de dar uma segunda chance.

// Tão, tão, tão importante, sempre, da OlgaChamam as mulheres de loucas, mas já tentou rejeitar um homem?

diarin #7 – so far so good

A pergunta que eu fiz no último diarin continua reverberando: devo eu ter uma newsletter? Devo eu ter uma newsletter e o blog? Como faz pra ter mais essa responsabilidade? Vocês leriam? O que vai acontecer com a gente?

Continuam sendo questãs. Sem respostas. Por ora, seguimos.

O que eu posso dizer é que faz tempo que eu não venho aqui contar da vida, não é mesmo? Eu reparei principalmente porque tenho uma cacetada imensa de série pra falar pra vocês assistirem e, sem or, isso não para. E eu ia fazer um textão pós-carnaval, já que é quando o ano começa, mas depois do carnaval tem meu aniversário e só então o ano ganha algum movimento então cá estou eu, seguimores.

TÔ ASSISTINI
Categoria Assisti e foi gostosinho:
 Apartment 23 (don’t trust the bitch…) foi bem divertida e a Krysten Ritter é realmente incrível, mas nada emocionante; The New Normal é beeem bonitinha, engraçadinha e tem personagens cativantes, mas também tem um personal tão horrível e odioso que eu acho que esqueceram de colocar o aviso de “isso é uma piada não é legal ser assim”;  Please Like Me começou sendo meio aaaaah e tá me ganhando aos poucos, que puta série fofinha; Santa Clarita Diet se você embarcar no nonsense e ignorar as nojeiras, é beeeem engraçado e nunca antes na história desse país um casal representou a mim e ao boy tão bem; a segunda temporada de Mozart in the Jungle é bem delicinha e eu não consigo tirar os olhos do Gael? Sim; a segunda temporada de Transparent continua uma porrada atrás da outra, mas eu acho que tá perdendo o foco principal? Sim também.

Categoria Minha série minha vida em ordem de alucicrazy que eu fiquei: American Crime Story: People X O.J. Simpson, porque eu absolutamente amo histórias de crimes e amo histórias de julgamento. QUE PUTA SÉRIE. Que atuações, que roteiro, que desgraçadinha da cabeça que eu fiquei quando terminei. Vejam.; Desventuras em Série, eu não saberia dizer nada racional sobre essa série. É terrível, é horrorosa, só acontece coisa ruim, é tudo o que eu queria ter produzido em toda a minha vida, não vejam <3; Crazy Ex-Girfriend;

Fora isso e Fora Temer, é claro, vai ter textão sobre os filmes do Oscar. Ou não. Essa é a Isadora 2017 se eu for eu vou, vamos ver.

TÔ LENI
Cara, então. Eu tenho medo de contar isso publicamente porque grandes migas e grandes leitoras e Lorelai Gilmore amaram este livro, mas devo confessar que achei Wild/Livre uó. Chato. E entediante. E eu acho que talvez não entendir. Eu não entendir se é uma história sobre a travessia/caminhada em si, eu não entendir se é uma história de epifania pessoal, de superação, eu não entendir. Eu só achei que não chegava a lugar algum nunca – mas talvez esse seja realmente o ponto, e eu só não esteja no melhor momento pra ler um livro assim. Podicê. Vou dar uma nova chance em breve. E ver o filme.

Daí eu comecei a ler O Conto da Aia, da Margaret Atwood, porque agora eu participo de um Clube do Livro, minha gente (tomamos chás e temos gatos sim), e indicaram essa leitura maravilhosa por lá. TÁ MUITO DAORA. É uma distopia num futuro não tão distante onde ocorreu um golpe de Estado e uma espécie de seita religiosa e ultra fundamentalista domina os rolês e quem sofre? Claro, nós, mulheres. COINCIDÊNCIA MORES? Vamos perguntar para um Xeroque Rolmes. Volto em breve com mais notícias.

TÔ FAZENI
Olha. Eu não queria falar em voz alta pra não zicar. Ou talvez por não entender. Ou talvez por um minimozinho de vergonha. Mas pra vocês, assim, eu conto que, menina… Eu tô indo na academia. Eu tô indo na academia real oficial assim, eu tenho um treino, e eu tenho outfits, e as pessoas me chamam pelo nome e eu troquei bons quilos do meu peso por músculo – embora eu ainda ache que essa parte é mentira. E eu não confirmo nem nego que eu tenha comprado um pote de whey (vegano). Veremos.

Junto com isso eu decidi treat myself e fazer várias coisinhas entre chatinhas e legaizonas para cuidar de moá, como por exemplo ir ao dentista (tortura) e fechar um pacote de massagem de madame (legalzona). Obviamente que a partir de agora eu vou ter que viver até junho com 3 reais na conta, mas tamo aqui se sentindo linda, cheirosa e bem cuidada? Tamo.

Ah, e seguimos cada dia mais vegetarianinha, com muito amor, rumo à testemunha de jeovegan, mim aguardem.

OS TOMBO QUE EU TÔ LEVANI
Eu até que tô conseguindo com sucesso me manter em pé mas minha gente o que eu tô vendo de gente querida se estabacando não tá escrito, eu tô com o coração apertadinho, apertadinho </3 É difícil estabelecer aquele limite “não é problema meu, não pode me afetar tanto”, sabe? Acaba sempre ficando uma áurea meio bad pairando, como se a gente devesse estar fazendo mais. Dói.

Daí fora o país, fora o mundo e fora o quê? Vocês já sabem. Tem também que eu tô com uma alergia generalizada agudíssima e horrorosa desde, mais ou menos, novembro. Sim, novembro. Sim, ano passado. Uhum, faz uns 4 meses. É uma coisa linda que você começa a se coçar e a sua pele vai ganhando relevo e coloração avermelhada à medida que seus dedos a tocam e, basicamente, você vira uma lousa mágica. Já fui em mais ou menos todos os médicos do hemisfério sul e eles dizem que 1) não vomorre; 2) do mesmo jeito que ela aparece, ela vai embora; 3) não tem causa definida; 4) pode demorar até 1 ano pra passar. UM ANO TÁ MORES.

OS PULO QUE EU TÔ DANI
PULO GLITTER SAMBA CARNAVAL VEM VEM VEM GLITTER ATÉ 2018 VAMÔ.

E eu queria muito dar a notícia importantíssima life changing e absolutamente surreal pra mim de que eu, depois de 27 anos, finalmente consegui largar o vício em Afrin. É sério gente. Eu não uso mais Afrin. At all. Aquilo é uma desgraça e todo médico que eu ia me dizia que eu ia ter um avc por causa daquela merda. HOJE EU SOU UMA PESSOA LIVRE.

Vamo comemorar.

um texto bocó num dia cinzento

Eu recarrego no sol.

Não é uma coisa namastê-gratidão-plena não, eu nem sou uma pessoa totalmente “da praia” – apesar de amar praia e precisar do mar, são muitas as variáveis que me fazem efetivamente ir à praia. Mas a sensação que me dá é exatamente essa: que eu recarrego no sol. Que cada raiozinho entra dentro de mim me dando um super boost de energia e felicidade. Felicidade, sim.

Eu fico feliz no sol. Feliz de verdade, ainda que tudo esteja triste e meio ruim. Dias nublados me deixam honestamente deprê e eu fico me perguntando como faria se tivesse que ir morar num desses lugares maravilhosos, com divisão de renda justa, com índices de felicidade incríveis e sem sol. Nublados. Que escurem às 16h. É um problema real oficial pra mim.

O sol me dá vontade de me esticar e tomar sol. Sol me dá vontade de me arrumar e de sair. Sol me dá vontade de dançar na rua feito um musical bocó.

Eu gosto mesmo do sol, mesmo em dias frios ou dias bundas ou esses dias que parece que estão ali sem motivo, ninguém sabe porque. Se tem sol, neles, tá bom. Pelo menos tá sol.

Eu gosto bastante do sol e isso nem significa necessariamente que eu goste do calor (embora eu gostei bastante do calor também). Mas eu gosto de dias iluminados e de folhas verdes e de céu azul. E do sol. Que me recarrega e me deixa com vontade de dançar.

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Agora eu tenho um coleguinha que gosta tanto do sol quanto eu, no trabalho. Esse coala surfista. Ele tá em cima da sua prancha de sunguinha e felicidade, sabe. Se está sol, cara, ele dança. Pra frente e pra trás, pegando várias ondas. Se tá meia boca, ele só rebola um tiquinho. Len. Ta. Men. Te. E se fecha tudo e fica cinza-São-Paulo, menina, dá até pra ouvir seu grito de desespero, seu pedido de ajuda. Ele precisa de sol, e eu também.