favoritos #20

favoritos20

Pra variar eu não entendo nada desse blog, mas gente, olha essa bandeja, olha esse hipopótomo transparente, meudeus | Eu simplesmente não consigo parar de pensar nesse ensaio colaborativo do Das Coisinhas com a minha amada Annita. Não consigo. Apenas não consigo | A Dani é minha musa maior de DIY, rainha da lojinha de 1,99, e fez adivinha o quê? Um casamento todo DIY. Obviamente eu amei, né? | Sei apenas sentir e desejar tudo dessa coleção maravilhosa da Asos. Usaria absolutamente tudo <3

// Post muito bacana do Meu Reino de Papel, um blog cheinho de lindezas para os apaixonados por organização e papelaria sobre como fazer um mapa mental.

// Roteiro bapho de brechós em SP feito pela rainha da roupa gente-como-a-gente, a linda da Ana, do Hoje Vou Assim OFF.

// Drops, a newsletter da Nath, tem alegrado minhas semanas e me fazendo refletir sobre um monte de coisa. Essa cartinha da metáfora da bailarina mexeu comigo num nível que nem sei… Sobre leveza.

// Sobre a vida moderna e como nos traz ansiedade pensar que todo mundo parece feliz o tempo todo, esse vídeo da Stephanie Noelle, Eu tô falhando!?, e esse texto no My Other Bag Is Chanel, Sobre o feed perfeito no instagram.

// Um dos temas que eu mais tenho lido sobre e gostado de pesquisar é o bendito do self-care, e o Brain Pickings fez um artiguinho muito bacana (com vídeo!) sobre self-compassion que vale a pena a leitura.

// Road Dahl, um dos meus escritores favoritos, “fez” 100 anos e se você não conhece nada do que ele escreveu, vale a pena ler esse artigo da Revista Babar, que é sempre incrível, e essa compilação de se perder do blog Literatura infantil e juvenil actual.

// Esse artigo completinho e cheio de opinião sobre a volta da newsletter, do Pesquisaria (que tem até opinião dessa que vos escreve, olha que chiques e famosos).

// Nem sei dizer o tanto que esse texto é maravilhoso, em forma, conteúdo, timing, necessidade e coisas que eu ainda não descobri: A grandiosa teoria unificada da tristeza feminina, do pônei brilhante Anna Vitória, no ótimo Valkírias.

// Esse clipe. Sério, assistam até o final:

domingo é um dia bunda #4

É primavera, mas a luz ainda é de inverno – as plantas ainda estão inclinadas procurando o sol, o frio ainda deixa a gente com preguiça de sair, as coisas ainda parecem não se encaixar.

A receita de brownie deu certo e a manhã foi produtiva, cheia de arrumação e limpeza, pra abrir espaço pra receber os amigos e mais coisa linda, assim que der.

Tem um gato preguiçoso dormindo nas minhas pernas e uma série boba passando na tv.

Registra: grava essa nota mental pra respirar durante a semana.

d-o-m-i-n-g-o

 

30 antes dos 30 – um post ambicioso

Vocês já devem ter notado que eu não sou uma pessoa que cumpre com metas – vide todos meus posts de “resoluções de ano novo” que vêm consistentemente sendo abandonados antes de janeiro sequer chegar ao fim (nem vou linkar, nem tentem). Mas aí que junto com esse monte de reflexão bizarra que esse Retorno de Saturno (sim, já aceitei) está trazendo, eu achei que seria uma boa ideia fazer uma listinha de coisas que ainda quero fazer e colocar um prazo aceitável para que elas acontecem – exatos 2 anos e meio de hoje, quando eu, Isadora, a primeira de seu nome, farei 30 aninhos e SOCORR.

Breve interlúdio: era pra ter postado isso ontem, não postei. Vim aqui editar tudo hoje no almoço pra ficar bonitin e vocês ficarem felizes. Postei. O WordPress não publicou minha versão atualizada. Ô CAPETA.

Se eu estou em paz com essa perspectiva? Digamos que tamo aí. É mais uma sensação de não parece que é real do que um desespero com a ideia de fazer 30, sabem. Me parece que eu vou ficar eternamente com aquela sensação de que eu não sei o que tô fazendo da minha vida, sendo que eu deveria ter noção disso com essa idade. Ou não? Sei lá, mas vamos nos incentivar a fazer coisas belas, né migas. Vamos a elas:

  1. Ficar de boas com meu guarda-roupa: ousseje, mandar mais (mais!) um monte de tralha embora e comprar mais um monte de tralha nova, essas mais condizentes com a Isadora senhoura de 30 anos que serei (mentira, continuarei comprando camiseta de personagem).
  2. Conhecer mais lugares novos em essepê: não, esse tópico não (e nunca) se trata de baladas. Tamo falando de comer, tamo falando de beber, tamo falando de postar foto hipster no instagram e ser trendsetter e se amontoar nas filas pra entrar. Tamo.
  3. Fazer mais atividades ao ar livre: vamo fazer uma trilha, uma caminhada, um piquenique no parque, vamo dar um rolê né gente. O sonho da minha adolescência era ser adulta e “fazer bate-volta da praia” e a quantidade de vezes que eu fiz isso até hoje é ingoal a 00.
  4. Ficar de boas com a Isa 2019: #projetoisapanicat2019. Cês vão ver. Confia em mim. Cês vão ver. E meu cabelo estará lindo.
  5. Fazer um atividadji física regular: que é diferentji do item acima pois consiste em praticar um esportji ou similar com prazer e certa dedicação ou pelo menos adicioná-lo a minha rotina. Veremos.
  6. Tirar um projetin do papel: um deles. Tem tantos. Tem milhares. Não precisa ficar rica, não precisa por no currículo fake, não precisa fazer cartão de visita: só tirar do papel e parar de se arrepender por não fazer.
  7. Conhecer a Europa: Rory Gilmore me convenceu. Óbeveo que não A EUROPA assim né gente toda ela, mas uns dois ou três países acho que meu 13 guenta se nosso excelentíssimo presidente me conceder essa honra até lá.
  8. Conhecer mais do Brasil: porque pelo amor de deus né mores, se a gente vai pra Europa num tem como ficar viajando pela América Latina todo ano. E esse país é bonito à beça também e tem migos espalhados por aí pra gente conhecer.
  9. Day spa: Dia. De. Princesa. Se a gente não pode ser rico todo dia, vamos pelo menos fingir ser rico um dia da vida, né? Quero um dia inteiro de sombra e água fresca e massagem nos pés e não pensar nos boletos.
  10. Não comer carne por 1 mês: primeira tentativa de parar de comer bichinhos e viver mais em paz consigo mesma namastê.
  11. Ver um jogo de futebol no estádio: pra poder xingar tudo o que eu quero num ambiente controlado. VAI CORINTHIANS!
  12. Andar de bicicleta: veja bem, aprender eu já aprendi. E, igualzinho ao que eu fiz ao aprender a dirigir (sim, eu sei dirigir, eu só não quero dirigir), eu aprendi e nunca mais tirei a bicicleta da ~garagem. Ousseje: parar de ser idiota.
  13. Tirar os dentes do siso: ousseje: parar de ser idiota [2]. Me recuso ser uma panicat de 30 anos com cabelos incríveis e dentes adolescentes, me recuso.
  14. Escrever e enviar um livro infantil: postei e saí correndo.
  15. Tatuar os gatíneos: fazer desenhos dos meus gatos na minha pele, gente, peloamordedeus, não confundam.
  16. Fazer um BEDA: eu vi vocês fazendo coisas lindas e fiquei coinveja. Vamo ver se me programando com dois anos e meio de antecedência eu sou capaz ¯\_(ツ)_/¯.
  17. Fazer um curso de “design”: de artji. Não precisa ser nada grandioso ou comovente, é só pra conseguir fazer as montagens mais profissionais e os memes menos porcos.
  18. Estudar uma língua: para que pueda hablar cosas lindas com Pedro Pascal, por ejemplo. Sem grandes aspirações, gente.
  19. Ensinar algo a alguém: o quê? Num sei. Pra quem? Também não faço ideia. Mas se eu souber fazer alguma coisa que você queira aprender, fala comigo 🙂
  20. Cantar no karaokê até ficar sem voz: Adele. Aerosmith. Bon Jovi. Ragatanga. Porque é uma das coisas que eu mais me divirto fazendo e faz milênios que eu não faço, então me convidem porfa.
  21. Ir em um desfile das escolas de samba São Paulo com a minha mãe: de novo, para poder gritar VAI CORINTHIANS em ambiente controlado.
  22. Aprender a costurar: vender as miçanga na praia, gent, tá aí o futuro. Pra gabaritar a tabelinha do “tia do artesanato” definitivamente, certo?
  23. Presentear com coisas que eu fiz: se você é meu amigo se prepare porque eu vou te encher de coisa que você vai ter que lembrar de tirar do armário quando eu for te visitar.
  24. Fazer um bolo: nunca fiz. Sérião.
  25. Tomar um banho de cachoeira: nunca enganei ninguém tentando ser hipster, sou mesmo hippie e sempre fui;
  26. Participar de um projeto voluntário: muito provavelmente relacionado a bichinhos, claro, deusmelivre ter que me relacionar com gente. | Dia Mundial do Animal – Celebridade ViraLata
  27. Guardar dinheiro: nenhum autocontrole e uma culpa católica (talvez meio turca também) de não conseguir fazer mais isso. Então que fique aqui pelo menos de lembrança pra Isadora do futuro.
  28. Manter/melhorar a frequência de postagens aqui no blog: vejem que eu sou uma otimista, né. MELIORAR. Uhum. Mas pelo menos manter essa coisa miúda de um post por semana nunca matou ninguém vai.
  29. Fazer um post para cada item dessa lista que for “cumprido”: ou estiver sendo, já que nem nos meus sonhos mais loucos eu sequer ousei imaginar (!) que faria post de “avanço dos treinos” ou “tour pelo closet da Isa” aqui. Mas dar uma registradinha a gente vai, ô se vai.
  30. Dar uma puta festa de 30 anos: reza a lenda que eu dou ótimas festas. Quem comentar direitin até os 30 vai ganhar convite, heh.
Aguardemos. Torçam por mim.

TAG: louca dos gatos

Essa coisa linda que é a Nicas me indicou pra fazer a tag Louca dos Gatos que veio em ótima hora, pois até eu tava ficando exausta dos meus posts reflexivos socorr-a-vida-adulta-é-desesperadora. Não que eles vão acabar, afinal de contas, a vida adulta é desesperadora, mas é bom dar um respiro, ainda mais com essas coisas maravilhosas que são esses serumaninhos:

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Benjamin e O Fantástico Sr. Raposo, muito prazer.

Quando o Raposíneo chegou e a adaptação dos dois foi pra lá de difícil, eu escrevi um textão contando um pouco da história, até pra ajudar as miga que também tiveram problemas e deixar claro: tudo dá certo. Hoje, os dois não se separam nem por um minuto, dormem juntinhos dividindo a caminha e me acordam às 4 a.m. caçando um ao outro embaixo das cobertas na região da minha bunda. Apenas amor.

Mas vamos às perguntas da tag:

// Quantos gatos você já teve? não é uma pergunta complexa, mas a resposta pode ser. Minha tia sempre teve gatos, que me ignoravam devidamente como gatos desconhecidos devem fazer, e eu sempre levei da maneira que levo hoje: crying for attention. Na casa do boy, depois de véia, tivemos experiências bem traumáticas com “nossos gatinhos” que eu ainda não tô pronta pra contar (mas escrevi um textico por aqui), mas que me fizeram ser a pessoa que quer assassinar seres humanos que deixam seus gatos soltos na rua – não interessa o quanto eles “sejam felizes de andar por aí”. Enfim, assunto pra outro dia. Quando eu finalmente pude ter meu apartamento telado e seguro pros bichinhos, adotei primeiro o Benja e, depois de alguns meses, o Raposo, que são os donos da minha vida até hoje.

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// Sempre teve gatos? não, e inclusive, me dizia uma pessoa muito mais do time dos cachorros. Mal sabia eu que, nossa, não. Sou tão do time dos gatos que provavelmente eu seja um felino e só não tenha notado ainda.

// Quantos gatos tem agora? dois, Benjamin e Sr. Raposo.

// Gostaria de ter mais? to-do-dia penso nisso, cada vez que recebo um post de um site de adoção, cada minuto que os dois estão calminhos dormindo, cada segundo que piso na rua e vejo um espacinho vazio que certamente já serviu de abrigo prum felino de rua.

// O que determina o número de gatos? Dinheiro, espaço, tempo, pessoas com quem divide a casa? Principalmente o espaço (apesar da nossa casa ser relativamente grande, ia ficar meio cheio), e também a perspectiva de, quem sabe um dia, dar umas voltas pelo mundo. Dois gatinhos a gente conseguiria levar “um em cada mão” mas, mais que isso, poderia deixar os planos mais complicados – e envolveria, claro, mais dinheiro, o que sempre complica.

// Já resgatou gatos da rua? Quantos? Não ainda. Faz parte dos planos futuros participar mais ativamente dessa parte de resgate, não sei direito como ainda, mas vai rolar.

// Já passou apuros por ser a louca dos gatos? Tirando todos os momentos que eu tento raptar gatos alheios e a quantidade de dinheiro que eu gasto com objetos de decoração, brinquedos e outras parafernálias ridículas com a temática, não, nunca. Absolutamente nunca. “Mas nem pra viajar, Isa?”. Gente, nem pra viajar. Pra viajar existem amigos, cat sitters incríveis, família: dá-se um jeito. O coração fica apertado, destruidinho de ficar longe, mas eles estão lá: bem alimentados e felizes. É só amor, gente.

// Ajude as migas gateiras: marca de ração seca, marca de ração molhada, marca de areia, brinquedo preferido. Aqui a gente dá Royal Canin Premium pros dois, misturada com a Royal Renal pro Benjamin – cujo uso ainda será discutido com um veterinário mais confiável. Ração molhada acaba sendo Whiskas mesmo (não julguem migos) de vez em quando, pra não entupir muito os bichinhos. Não usamos areia: a sílica grossa resolveu melhor a questã, reduziu muito o cheiro e diminuiu a bagunça que ficava pela casa – eles se adaptaram super bem. E sobre brinquedos: os ratinhos de 2 golpinhos são os preferidos, mas vocês também podem incluir nossos pés, as plantas, carregador de celular e canetas caras da mamaim.

// Miga, você se imagina virando ~a velha dos gatos~? É só o que eu espero, não consigo imaginar um cenário melhor <3

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Recadinho do Benjamin pra vocês:

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Fiquem à vontade pra responder, quero ver foto de gatíneo!

diarin #4 – e seguimos

Primeiramente vocês já sabem e fora isso, fora Temer. Segundamente seguimos por aqui, vivos, fortes e relativamente firmes tentando entender o que acontece nesse mundo.

Tô assistini

Eu ainda preciso escrever decentemente sobre Gilmore Girls e sobre o que significou assistir Gilmore Girls nessa fase da minha vida. Mas, sim, Gilmore Girls, e acabou e eu estou completamente devastada. Foram 7 temporadas de amor verdadeiro e hoje eu passo os dias gemendo Lorelaaaai baixo pelos cantos por ser uma menina má. Está triste.

Pra tentar compensar a falta que Lorelai me faz, eu resolvi embarcar em Stranger Things e superar meu medo pelo hype. Valeu a pena? Pra caralha. Passei medo? Muito. Ainda estou com medo? Demais. Levanto sozinha pra fazer xixi à noite? Nem que me paguem. Mas sim, Eleven e Dustin, meu coração é de vocês pra sempre. Assistam, sério. É maravilhoso. E eu quero reassistir todos os filmes incríveis dos anos 80-90 com a mesma vibe, mesmo sabendo que me cagarei por completo.

E Narcos voltou e eu tô aqui nos primeiros eps de norrotros e Pedro Pascal – o que equilibra minimamente meus terrores noturnos, if you know what I mean. Aguardemos, parece que tá bem boa a menina segunda temporada.

Tô leni

Outro textão to be aqui é a relação desse ano complicado com a minha falta de leituras. Falta de leituras means: eu não li nenhum livro. Nenhum. Livro. Desde maio, pelo menos, eu não consegui dar conta de nada, e olha que tivemos um Harry Potter (ruiiiiiim que dói meu deus que dor no coração – tá vendo, eu comecei algo…) nesse meio tempo. O boy tá tentando me convencer a ler Sandman, que por algum motivo misterioso eu ainda não comecei. Vamos ver.
Se eu tô me cobrando a respeito disso? Ô miga, cê num tem ideia.

Tô fazeni

Continuo fazendo umas coisas bonita ocasionalmente assim, mas nada muito produtivo, nada muito constante, nada que me dê muito orgulho. Até estou tentando, com relativo sucesso, tirar um projeto de longa data do papel de maneira mais efetiva (em breve, pequenos gafanhotos, em breve), mas por enquanto não é nada que dê pra falar: prazer, Isadora, jornalista (HAHAHAHA), editora-assistente e INSIRA AQUI SEU PLANO B QUE TE TORNA INCRIVELMENTE MAIS LEGAL E DESCOLADO. Ainda não. Vamos ver.

Agora que eu terminei de pagar os boleto mais pesados do casamento, viagem e coisa e tal, resolvi que poderia voltar a investir nuns cursos de humanas, tipo “escreve bonito”, “escreve pras quianssa”, “faz umas joia de material alternativo” assim. Nenhum deles começou ainda, mas veremos.

A real é que minha casa é muito maravilhosa para não ser usada e eu tenho passado cada minuto que posso, entre um impitima e outro, oscilando entre debaixo do cobertor + netflix e em cima do cobertor + netflix, dependendo da temperatura. E olha: vocês perceberam (VOCÊS PERCEBERAM NÉ?) que eu até escreve um tiquinho mais esse mês que passou? Uhum. Tô felizinha com essa perspectiva, de conseguir manter um ritmo, de conseguir botar pra fora.

Os tombo que eu tô levani

Eu. Não. Consigo. Me exercitar. Gente, o que acontece com a pessoa? Eu vou um, dois, três dias na bendita da academia e a minha vontade de morrer aumenta exponencialmente a cada uma – e nem é de “cansaço do treino”, é de falta de motivação pra viver mesmo. Que morte horrível. Eu já vi vídeo de blogayra fitness, já vi vídeo de blogayra não-fitness, já procurei dicas científicas, já tentei vídeos caseiros, juro que já gastei muito energia tentando descobrir comofas pra ter energia pra acordar cedo e fazer meia hora de caceta de esteira que seja e não consigo. Acho que estamos nos aproximando do momento de apenas aceitar esse fato e viver na casa dos 10kg acima do peso para todo o sempre e fim.

Os pulo que eu tô dani

Meu cabelo anda maravilhoso, cês viram? Tamo até fazendo selfens periódicas apesar do papo decorrente dos 10kg a mais e das espinhas decorrentes da vida que não perdoa. E eu gostei deveras da atualização do instagram (eu sei que faz mais de mês gente, EU SEI, vamo superar) de stories e tou postando uns videozin lá pra dizer que eu tou atualizada e condizente com a juventude que vocês acham que eu tenho.

Aliás, percebissesdia que a sociedade já não me classifica mais na categoria xóvens ou xuventudji e foi um baque, eu preciso dizer. Primeiro as enquete que te dão a opção 25 a 34, depois isso, que nem no maracatu abortista esquerdista ditadura gayzista sou mais um membro possível.

Estamos aguardando os primeiros sinais concretos do retorno de Saturno. Ansiosamente.

diarin

E como essa é a minha versão tímida e sem bolas de uma newsletter eu vou fechar esse post com o meme que tem me levado adiante em tempos de correr da poliça e brigar cas pessoa no site feicers:

harry_torrone

bejo amo vocês