favoritos #15

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Esse tutorial super simples pra fazer um seilacomochamaisso pra pendurar suas fotos pela casa | Essas roupas que eu não sei o que dizer sobre a estampa e o caimento | Essas fotos divertidíssimas que estão me deixando seriamente com problemas a respeito de férias | O trabalho da fotógrafa Loretta Lux, que é doce e assustadoramente perfeito e meio medonho, do jeitinho que eu gosto

// Ler textos sobre manas se amando, se descobrindo, se empoderando é maravilhoso – mas quando essa mana é sua mana assim do coração, dessas que te enchem de orgulho e de saudade, poxa, daí é demais. Então fiquem com dois textos ótimos da minha querida Raquel, sobre aceitar o nosso corpo como ele é e suas descobertas com o novo cabelin.

// Pros apaixonados por Wes Anderson como eu, uma coletânea de tributos pro moço!

// Eu parei no tempo e sou da época que a Kate Nash era aquela princesinha ruiva de quem eu queria copiar o cabelo… Quase caí pra trás ao descobrir a mulher fodona que ela virou, super riot grrl e com músicas que estão cada vez mais incríveis!

// A dupla Patti Smith e Robert Mapplethorpe sempre me desnorteia – o Só Garotos, o livo que ela escreveu contando sobre a vida dos dois, do relacionamento pessoal e artístico entre eles, é uma das coisas mais lindas que eu já li na vida. Cês imaginem meu estado quando eu vi esse link maravilhoso: Patti Smith Reads Her Beautiful Letter to Robert Mapplethorpe About How He Taught Her What It Means to Be an Artist.

ser mais consciente

Deve ser a idade. He.

Mas a real é que desde o ano passado (ou o outro, pra mim 2014 e 2015 foram uma grande massaroca de dias) eu tenho prestado mais atenção e mim e nos meus hábitos. Isso não quer dizer de maneira nenhuma que eu estou efetivamente fazendo alguma coisa boa pra mim. Claro que não, migas. Isso só quer dizer que eu tô prestando atenção na quantidade de besteira que eu compro/consumo/como/leio/tenho na vida e fico aqui me culpando constantemente por isso.

Tá. Não é bem assim. Eu tenho tentado. Já é um primeiro passo, né? Mas a verdade é que numa mistura de timing pessoal e tendência mundial, a vida tem me apresentado opções mais “low”, mais orgânicas, mais pessoais, mais feitas em casa, mais naturais, menos industrializadas e mais verdadeiras em quase todos os aspectos. Percebi isso esses dias quando uma amiga se referiu a mim como natureba. Na. Tu. Re. Ba. Atenção. EU. A Isadora. Natureba.

Vai chegar mesmo o meteoro, mores.

Daí que eu decidi botar isso pra fora (aqui, claro, meu pinico virtual) porque 1- eu preciso aceitar que estou fazendo deliberadamente coisas boas pra mim mesma, ainda que elas não sejam grandiosas; 2- vai que eu ajudo alguém, sei lá. O processo é lento e não tem nada de radical-natureba-virei-hippie não, e se eu, a rainha do Cartão Renner, consegui, vocês também conseguem. Acreditem. A chave está, eu acho, em ser mais c-o-n-s-c-i-e-n-t-e, antes de escolher um time, uma seita, uma religião. Ser mais consciente significa ir atrás do que você está consumindo, seja no cartão de crédito, seja no seu corpitcho maravilhoso, como e porquê aquilo chegou até ali. A gente vive nesse mundo maravilhoso na tecnologia, então gente, dá pra saber. Tudo. Até demais. Até te fazer ter culpa. Com razão. Com motivo. Vai atrás, vai!

Cês sabem que eu sempre fui extremamente consumista e acumuladora. Deveria ter sido mais zelosa com meu dinheiro? Aaaah miga, conte-me mais sobre isso. A questão é que em meio a mudanças (várias), casa nova, novas preocupações financeiras e também, e acho que especialmente, um amadurecimento pessoal mesmo, sobre a vida e as necessidades reais da gente, essa fase – longa, duradoura e sombria – foi passando. E hoje tenho que lidar com aquele processo de destralhamento que é bem dolorido e importante.

Primeiro foi – e continua sendo, porque é IN-FI-NI-TO – com as roupas. Foram muitos anos de acúmulo completamente desenfreado e os reflexos disso ainda são visíveis no meu dia-a-dia, seja nas várias e várias roupas que nunca sequer saíram do meu armário, como naquele impulso imediato de entrar na Forever 21 4X ao dia. Mas estamos tratando esse probleminha, né, gent? E nesse processo tem muiiiita gente ajudando. Essa tendência ~mundial~ das amigas blogueiras sobre pensar tudo isso tem trazido muito material bom pra gente se inspirar, desde as meninas do ótimo Girls With Style, até a Gabi do Teoria Criativa, que tem feito da teoria do chamado “armário cápsula” quase uma religião!

E como nada desse processo seria possível sem a internet, vou deixar aqui os links aos quais eu sempre recorro quando estou prestes a ter uma recaída: O closet mais simples do mundoRicota Não Derrete | 10 ways Pinterest can help you refine your personal styleInto Mind | How to build the perfect wardrobe: 10 basic principles – Into Mind | 5 questions to ask yourself before buying a new wardrobe item – Into Mind | Qual é o número ideal de roupas que a gente precisa? – Hoje Vou Assim Off | Descanse, organize, experimente – Hoje Vou Assim Off | Como desapegar roupas e viver mais leve e feliz – Pequenina Vanilla | Tudo da Oficina de Estilo, especialmente o post Não é sobre “o que”, mas sim sobre “como”

Também faz parte uma preocupação maior com os cuidados pessoais. No segundo semestre do ano passado eu decidi parar de tomar anticoncepcional – ponto de virada importantíssimo dessa fase, que deu aquela reviravolta na vida, super complicada e de difícil adaptação mas que, uma vez passada, foi a melhor-coisa-que-eu-poderia-ter-feito. Só que, claro, minha pele fez CABUM DE VOLTA À ADOLESCÊNCIA. Pesado. Esse, que sempre foi um super problema pra mim, “físico”, hormonal e de autoestima, voltou com tudo numa fase complicada e me fez prestar mais atenção no corpo como um todo: o que eu como influencia? Exercícios mudam minha pele? Tudo mexe, gente. Nessa pegada eu descobri os produtos bacanérrimos da Lush (frescos, feitos à mão, sem testes e animais e, na sua maioria, veganos) e também uma porção de coisas sobre óleos essenciais e ativos mais naturais que ajudam com probleminhas do dia a dia e evitam que a gente se entupa de coisa artificial e feita em laboratório. E tem também esse texto muito legal com 5 Passos Para Aprimorar Sua Rotina De Beleza De Maneira Holística.

No começo do ano, o Mode.Fica – que é um dos sites mais legais que rolam hoje em dia, “uma plataforma para mulheres feita por mulheres e tem como princípio básico a moda e o estilo de vida consciente” – e a Insecta – loja vegana de sapatos in-crí-ve-is – lançaram, juntos, um guia de 10 passos para um 2016 mais consciente, um e-book lindo e com sugestões bem simples para começar a pensar mais no que a gente faz diariamente. São dicas tranquilas mesmo, gente, que vão de “faça atividades que te ajudem a se relacionar com você mesmo” a “troque o mercado pela feira”. Tá vendo? Possível. É só olhar um pouquinho pra rotina com mais carinho.

 

Muita coisa ainda tá capenga. Tipo, eu decidi diminuir radicalmente o consumo de carne e leite em casa (até por questões “médicas”), mas confesso que está sendo infinitamente mais difícil do que eu esperava – não pela vontade de comer, mas pela treta de cozinhar. Por enquanto, estão rolando algumas adaptações, mas uma hora eu chego lá! E também tem aquela boa e velha história do exercício físico que, sem or, como é difícil. Honestamente, é um martírio entrar em uma academia pra mim – eu ainda não consigo “ir atrás de um exercício físico que eu ame!” (leia essa frase com corações nos olhos de quem ama fazer exercício físico) pois não há dinheiro que pague, né gent. Mas, eu voltei pra ioga yey! Já é um passinho. Não desistir. Continuar. Vamoquevamo.

Disso tudo, nasceu uma coisa aqui em mim muito bonita e bacana e terapêutica que é a vontade de fazer as coisas. Algumas coisas. Qualquer coisas. Coisas. Mesmo que eu não saiba. Porque existe uma infinidade de maneiras para aprender e uma infinidade de coisas pra serem feitas. O que antes eu chamava de angústia e ansiedade, passei a ver que só precisavam efetivamente ser feitas.

Mas isso é assunto pra outro post, né? Por enquanto, fica aqui esse textão de autopromoção imenso que é pra eu voltar a ler toda vez que bater aquela bad de MENINAQUECÊTÁFAZENDOCASUAVIDA, porque, vira e mexe, a gente precisa de um tapinha nas costas mesmo.

EITA

27.

EITA.

Aquela idade em que você deveria já ter feito tudo. Tá, eu sei que os 30 são os novos 20, mas porra. TRINTA. Lembra, quando você dizia pra você do futuro que com trinta anos você ia ser o máximo? Tudo ia estar resolvido, certinho, arranjado? É. Eita.

O mais engraçado? Parece que tá tudo no lugar, sim. Obviamente que tem ainda uma tonelada de coisa pra acontecer/pensar/conquistar/ficarmilharesdenoitesemclaropensando. Infinitas coisas que me fazem pensar diariamente se o caminho escolhido tá rolando e, mais que isso, se o destino é aquele mesmo (parece que sim!). Aquela ansiedade diária de estar fazendo apenas 450 coisas, mas existem tantas outras 1200 para serem feitas. E aí, né? Se você não teve tempo para fazê-las até os 27, agora faltam só 3 anos pra você não poder fazê-las nunca-mais.

Óbvio que esse é um surto passageiro da últimasemanacom26-TPM-gripe. Claro que eu tô ligada que as possibilidades são infinitas e que eu posso fazer tudo aquilo que eu quiser. Falei pra vocês, que tô no sabático (só que trabalhani néam) das artes manuais? Pois bem, tô no sabático das artes manuais. Quem é que me ensina a tricotar, aliás?

Tô feliz gente. Muito legal fazer as coisas. Muito legal saber que você já comeu muito cup noodles mas, hoje, tá comendo até uns creme bruleé de vez em quando no food truck da firma. Muito legal saber que se os amigos não são tantos quanto antes, são os principais. E que sempre tem espaço ser preenchido por mais coisa boa. E mais generosidade. E mais tolerância. E, ao mesmo tempo, mais certeza dos seus princípios. E mais amor pelo seu cabelo – tá aí uma das coisas principais de envelhecer, gente: ficar em paz com o próprio cabelo. E mais certeza na hora de falar “não”. Os sims são mais legais assim.

Tá tudo bem. Esse é o mantra que a gente tá repetindo aqui. TÁ TUDO BEM. Pra tentar olhar, de dentro pra fora, e ver o que quem tá vendo de fora pra dentro vê. Tá tudo bem.

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Cês já devem ter lido esse texto aqui no blog umas 26 vezes pelo menos né? ¯\_(ツ)_/¯

*****
Um sonho: que alguém organize uma festa surpresa pra mim. Não pros 27, pros 27 eu já organizei (quem quiser ir me dar um beijo [SP] me fala aqui, que eu dou as coordenadas), mas pros próximos, algo que diga assim “relaxa você já é adulta o suficiente e organiza sua vida o suficiente e tá tudo bem então nós estamos aqui pra comemorar com você e pra você e você não precisa fazer nada só ficar aí sendo linda e dançando Florence e sendo servida de champanhe e red velvet”. Um sonho.

diarin #1 – hey março, venimim

Duas coisas me fazem escrever esse post: a vida, que anda mutcho doida, e esse post, que fala sobre newsletters, e minha atual paixão por newsletter e vontades de escrever newsletter e zero condições de me comprometer com isso agora. Entonces, já que eu não consigo escrever mais sobre as séries que eu estou assistindo nem sobre os livros que eu estou lendo ultimamente, resolvi fazer um outro formato de post que englobe (amo essa palavra) uma coisa meio diarinho, meio indicações, meio confissões, meio dia a dia. Mas, Isa, você já não faz isso em absolutamente todos os posts do blog? Eu poderia responder com MIM DEIXA QUE EU NÃO TO BEM MIM DEIXA à essa pergunta, mas vou apenas dizer que sim, porém it’s my party and I cry if I want to.

Obviamente essa ~série~ não vai ser semanal. Esse vai ser gigantão porque faz anos que eu não venho aqui contar oquiquitárolani, mas os próximos serão mais humildes. Eu acho. Ou não.

Tô assistini
// As séries: Making a Murderer me deixou maluca nos primeiros episódios e depois eu pensei seriamente em largar, pois não havia estômago pra continuar. Se vocês gostam de passar mal perante os absurdos da vida, assistam, é ótima. Mozart In The Jungle é toda inha: bonitinha, engraçadinha, fofinha, o Gael é aquela delicinha, mas não passa muito disso. Vou assistir a 2ª temporada? Claro. Love eu ainda não entendi se gostei ou não. Os personagens principais são detestáveis e têm aquela coisa tão insuportável que, vejam bem, parecem até muito reais – o que eu amo, por exemplo, em Girlsmas alguma coisa ali não me convenceu**. 
Ainda tem Girls e Broad City pra começar e eu tô neuvosa.
// O Oscar: na minha cabeça, O Regresso é um filme em que o urso mata o DiCaprio nos primeiros 10 minutos e as outras 2h50 é sobre ele voltando pro Vale Encantado com sua cria. Próximo. Garota Dinamarquesa é um filme lindíssimo e super delicado sobre… a esposa de uma transexual. É uma pena, porque o Redmayne poderia MUITO ~quebrar uns tabus~ se o foco do filme fosse esse, mas não é. Spotlight é foda, a história é incrível, mas né, filme de jornalista, não gente, não. Dos filmes do Oscar, achei A Grande Aposta o mais ousado, que conseguiu me prender apesar do tema insuportavelmente chato – e nem foi pelas explicações machistas com mina bonita, não. Perdido em Marte é absolutamente divertido e caxias como tem que ser. E Creed. CREED. Meu coração é eternamente do Stallone, mais do que eu gostaria de admitir. Mad Max tinha que ter levado tudo, sorry. As menções honrosas do prêmio do meu coração vão para O quarto de Jack, uma ótima adaptação de um livro ótimo e que tem esse garoto que eu não tô conseguindo lidar; a Gloria Pires e o Tom Hardy.

Tô leni
Cara, tá difícil. Vou te dizer que até pra academia (HAHAHAHA) levei o Kindle, mas obviamente não deu certo. O que não faz o menor sentido, já que o A Poderosa Chefona, o livro da Tina Fey que tem esse nome tenebroso, é absolutamente hilário e incrível. Assim que eu terminar, conto aqui pra vocês. E só. No final do ano passado/janeiro (janeiro não conta como 2016) eu terminei várias leituras importantes, tipo O Sol é Para Todos, finalmente – que realmente merece estar em todas as listas de “livros pra ler antes de morrer” – e o livro da Amanda Palmer. Eu ainda vou falar sobre o livro da Amanda Palmer. Muito. Mudou minha vida. Aguardem. Eu estou me guardando pra ler o Yes, Please! e o livro novo da Patti Smith. Prevejo uma síncope.

Tô fazeni
Eu ainda vou contar pra vocês direitin (ou não), mas é o seguinte: eu vou casar. Yey! Sim! E por uma série de fatores, mas que eu vou resumir aqui como pavor a casamentos tradicionais & falta absoluta de dinheiro, vamos fazer uma coisa ~alternativa. O que significa: vai ser pobrinha, mas vai ter amor, e vai ser do bem, e eu vou fazer cada um dos 1500 infelizes arranjos de suculentas que os convidados vão estragar quando estiverem bêbados. Vou. Fazer. Tudo. Sozinha. Então o que eu tô fazeni se resume a olhar o Pinterest como o DiCaprio olhava a estatueta do Oscar e chorar copiosamente com as festas de 100 mil dilmas que vocês dão. Mas vai passar.

Os tombo que eu tô levani
Tem fases na vida da gente que parece que você não acerta uma fucking frase com uma fucking pessoa, né? Tô nessas. De mandar beijo pro porteiro quando ele liga pra falar que a pizza chegou à jurar de pé junto pra chefe que você conferiu o arquivo antes de enviar e, claro, ter mandado um email sem nada anexado. Invejosos dirão que eu tô com a cabeça na lua, mas eu prefiro acreditar em inferno astral. Susaninha já disse que eu vou ficar rica-famosa-magra esse mês. Aguardemos.

Os pulo que eu tô dani
Eu prometi que eu ia ser uma pessoa mais ativa (não vou olhar o post de resoluções de ano novo, não, porque vou ficar deprimida, então comentem aqui se eu prometi isso publicamente ou não, por favor) e sair com os amigos, pessoas novas, pessoas-da-internet, fazer coisas, cursos, dar a cara à tapa. Tô fazeni. Tô completamente pobre, exausta e minha casa criou 3 gatos novos com os pêlos dos gatos antigos, mas tô feliz, cês são lindos, chega de me chamar pra sair que eu tenho arranjo de suculenta pra fazer. E eu fiz um workshop de bordado <3 E eu também comprei um tênis novo maravilhoso de presente-pra-mim-mesma de aniversário. E, enquanto eu escrevo esse post, tomei a decisão de voltar para a yoga. Aguardemos.

diarin01

o que deu pra decorar nesses dias

E vocês, o que cês tão fazeni? 🙂

*****

Agradecimentos especiais desse post:
Obrigada Nicas, de quem roubei descaradamente o formato de um dos seus últimos posts, DESGURPA; Vaneça, que segue enriquecendo meu vocabulário; e obrigada migas das newsletters, por me fazerem ver que a vida é diariamente muito daora, mesmo quando não é – agora a tem newsletter, run run run!

Pedido de desculpas especial desse post:
A todo mundo que tá comentando aqui e eu não consigo responder nunca/rapidamente: DESGURPA. Eu pretendo melhorar.

** Escrevi bosta sobre a série antes, na ansiedade de “ter que escrever algo sobre a série”. Antes eu tinha decidido deixar a asneira aí, pública, e fazer um mea culpa, mas achei melhor que a retratação tivesse um pouco mais de destaque. Não sei dizer se é porque been there, done that, se foi porque eu simplesmente caí no discursinho pré-fabricado que tentaram nos enfiar goela abaixo, ou apenas porque eu preciso ainda de muito, muito chão pra aprender, mas tinha apenas lidado com Love como “personagens chatos”. E não é isso. Por favor, leiam esse texto ótimo aqui e percebam os vários níveis em que essa série é errada. Errei, viu gente? Eu também já peguei esse boy. E não dá pra gente continuar agindo naturalmente e como se esse boy fosse cool. “E esse relacionamento todo errado onde um manipulador sem qualidade aparente seduz uma mulher fragilizada (que “só quer amar”) pra cagar na vida dela não é inédito, claro. Muitas de nós já passamos por isso. E isso também abre espaço para questionarmos como o amor se insere no nosso imaginário de mulheres. Mas não vi isso na série e, sinceramente, espero mais das minhas ficções. E não porque espero personagens perfeitas nem perfeitos, só espero não ver esse tipo de bosta sendo mostrada como algo bom. Algo cool.”