blogday e a blogosfera

A única coisa que eu tenho pra dizer sobre o dia de hoje, o famigerado Blogday, o final do BEDA – que obviamente eu não participei, mas que me dará inspiração para todo o sempre – e a minha querida blogosfera é:

Vocês me fazem querer voltar a cada mês que eu resolvo que não vou mais vir aqui. Obrigada, migos <3 Amo todos vocês.

(E se você não entendeu nada do que eu escrevi você não é velho o suficiente pra ler o restante dos posts beijos)

favoritos # 9

Claro que esse post está super desatualizado: o rascunho dele foi criado em julho, e eu nunca publiquei. O que pode ser bem legal pra relembrarmos algumas coisas que passaram por aí e já esquecemos – ou uma ótima desculpa para essa que vos fala voltar à ativa e vocês nem repararem na bagunça, heh!

A transformação desse ~quintalzinho num canto maravilhoso:

favoritos09_01

Quero.

Existe um café inspirado no Wes Anderson:

favoritos09_02

Sim, é real. Sim, ele existe. Socorro.

Esses gifs motivacionais maravilhosos:

Tudo dessa loja, especialmente essas estampas:

favoritos09_04

Esse DIY de vasinhos com carinhas ai meu deus socorro que amor:

favoritos09_05

A entrevista em vídeo com a Eva Furnari feita pelo Esconderijos do Tempo, que é uma das coisas mais lúcidas e bonitas que eu já vi:

A etiqueta do whatsapp

A etiqueta do whatsapp, eu não entendo. Nem de longe. Ao mesmo tempo que não vejo a necessidade de extensos “oi!”/ “oi!”/ “tudo bom?”/ “tudo”/” e você?”, tudo assim, em várias linhas, vários apitos, várias notificações, também não consigo colocar na minha cabeça que você seja capaz de se despedir de uma pessoa somente usando uma carinha.

Sim, eu chamo emoticons de “carinhas”.

Eu acho que vocês falam “emojis’, né? Eu falo carinha e, quando me esforço, emoticon.

Mas aí eu dou uma chance, olha, que vem lá do fundo do meu coração e do meu esforço em ser um pouco mais tolerante com as pessoas/as novas tecnologias, e estamos lá conversando e você me dispensa com uma carinha. Uma carinha, assim, uma piscadinha e um beijinho, como se ali estivessem contidos os “bom, tenho que ir, estou com sono, amanhã acordo cedo” – esses sim, todos em uma linha só, numa desculpa esfarrapada que deve ser dita logo, pra não ter tempo do contra-argumento – “ah, tudo bem, amanhã nos falamos mais!” – também de uma vez só, compreendendo a urgência da pessoa em soltar o celular e ver um episódio de The Good Wife antes de dormir – “claro, então tá!”/ “beijão, boa noite”/ e, aí sim, a carinha. Piscadinha, beijinho, depois da detalhada e educada descrição das minhas atividades noturnas, e não só carinha, piscadinha, beijinho, tudo contido numa bolota amarela que resume o bom e velho “boa noite”.

Eu não entendo, eu espero resposta, eu digito tudo junto mesmo assim, criando aquele espaço extremamente sem graça de quando você encontra a pessoa no shopping, conversa dois minutos, se despede e a reencontra no corredor seguinte. Vem carinha, piscadinha, beijinho, e eu respondo “então tá” e “acordar cedo” e “The Good Wife” e “beijão e boa noite!”, em várias frases separadas, com vários apitos, várias notificações e uma porção de constrangimento gratuito noturno.

E me recuso a mandar a carinha, só ela. Me recuso.

(Imagina se algum dia eu for usar o Tinder…)

Ainda estamos em hiato. Escrevi do celular, jesus amado.