sobre abril

Susaninha me avisou, já em março, que abril ia ser foda. Dai você estão aí, falando do tal do eclipse (que eu tô sentindo na pele, na carteira, no azar quase cômico). Eu não ia ler, mas eu li. A culpa é de vocês.

Ela começa o meu com um poeminha. Então, queridos, pra vocês um poema:

There was a little girl 
Who had a little curl
Right in the middle of her forehead
When she was good
She was very good indeed
But when she was bad 
she was horrid.

E assim passou abril. Para o bem da integridade intelectual desse blog, eu não vou fazer o trocadilho com “abril despedaçado”, mas olha, como diria uma daquelas amigas que estão lá sempre: a vida tá levando a sério essa de desapegar. E, pra continuar a tornar pública uma dessas conversas que a gente até posterga pra ter, se esse ano tá sendo um gostinho do que vai ser o resto da vida, run, run, run to the hills, meu povo.

Então entre mortos e muitos, muitos feridos, em diversos aspectos, aqui estamos, tentando controlar tudo num desses jogos de pratos que haja ilusionismo pra fingir que ainda tá girando. Mas a gente continua, que se parar, aí que tudo cai, né? Então vamos usando metáforas ruins e poemas piores até maio chegar. CHEGA LOGO, MAIO. Jesus.